sexta-feira, 10 de abril de 2009

Cartas ao Ivanildo

Sobre a matéria "Por um Muro Ecológico - Zuenir Ventura":
Antônio Fernando Esteves:
Ivanildo,tbm acredito que fica mais bonito, uma cerca viva. No entanto, o tempo e, principalmente a fiscalização durante e depois do crescimento dessa cerca é o maior inimigo da solução. Depois, será que dá pra compara os adolescentes daquela época de Friburgo com os das favelas de agora? Por fim, será que o Sansão do governador vai ser mais eficiente qto o Sansão do prefeito? O trânsito da cidade ainda não melhorou.

Alberto del Castillo:
Meu Deus do Céu! Será que o Zuenir e a imprensa de um modo geral perderam a capacidade de distinguir discussão de um problema com problema de uma discussão? Ao discutirmos se o casamento de uma moça deve ser realizado ou não, qualquer debate sobre o véu que deve ser usado na cerimônia é descabido e fora de propósito.

Doutor Carlos:
Antonio Fernando e Alberto, desculpem, mas acredito que Vocês estão falando sem conhecimento da causa. Não daquela relação causa-efeito, nada disto. A causa é a do Zuenir que, a meu experiente ver, é corretíssima. Conheço as cercas de sansão-do-campo e sou seu defensor intransigente. Já vi em fazenda uma cerca dessas conter um boi bravo que não conseguiu ultrapassá-la. Agora, resta saber se os moradores do morro se satisfariam com isto. É provável que, à medida em que fossem plantados os arbustos, eles os arrancariam Gente ignorante acha que o que se move no mato é para matar e o que não se move é para queimar ou abater, já me dizia o velho avô, que não era ignorante mas era sábio. Com isto, mesmo defendendo em teoria a causa do Zuenir, acho que o melhor mesmo é o tal muro que, do lado da favela deveria estar separado por um fosso, de modo a que os moradores não se sirvam do muro como parede para novas casas.

Antônio Fernando Esteves:
Caro Carlos, Talvez não tenha me feito entender, completamente. Conheço o sansão do campo já tendo visto algumas cercas em fazenda e condomínios praianos. Elas seguram bois bravos e impedem acessos à condomínios/residências. Mas só isso. Poderiam plantar sansão ao pé do tal muro de concreto que talvez impeça construções junto a ele. Qto aos moradores desses locais, quem os descreve com perfeição é o Miguel Falabela - docinho de caju, .... e quase todos são contra qqer tipo de vegetação, cimentando seus quintais, na primeira oportunidade.

Hélio:
Amigos comentaristas: Me desculpem mas nenhum de vocês (nem o Zuenir) foi ao cerne da questão. Não tem a menor importância de que é feito o muro, de concreto, de hera, de sansão-do-campo; o muro, seja feito de qualquer coisa, não vai impedir a expansão das favelas. Mas, o mais importante: o muro é como a velha piada de tirar o sofá da sala. A solução, bem mais trabalhosa (e por isso mesmo deixada de lado) é evitar que existam favelados. Uma ação social profunda cujo gran finale seria a construção de conjuntos residenciais que abrigassem toda a população ora dependurada nos morros. Dinheiro é que não falta. O sapo barbudo não acabou de emprestar 10 bilhões de dólares para o FMI ?

Alberto del Castillo:
O Hélio disse exatamente o que penso. Mais uma aula de pensar não basta, o importante é comunicar. Feliz Páscoa para todos!

Sobre a matéria "Um Spray para os Apressadinhos":
Antônio Fernando Esteves:
UUUUFFFFFA Ivanildo, que susto vc me deu. Por um momento precoce achei que vc tinha dito cornômetro.

Alberto del Castillo:
Levar cronômetro pra cama revela uma dispersão em relação à atividade fim. Que virá depois do cronômetro? Uma pizza? Uma feijoada? Porque não desistimos da cama e ficamos à mesa? Quem sabe uma pista de atletismo? Acho que o problema não é meu é da cama.

Sobre a matéria "A Moda Pegou":
Hélio:
Eu precisaria ser dono de uma sapataria, tantos são os sapatos para lançar contra figuraças de nossa famigerada República. Lula, Sarney, Temer, Renan Calheiros, Gilmar Mendes do STF, Edmar Moreira, Agaciel Maia... Nem é sapataria, eu precisaria mesmo é de uma sapatopeca.

Alberto del Castillo:
Ivanildo porque não fazer um concurso entre os blogueiros para saber a data do primeiro arremesso de sapato no Brasil? Meu palpite é Sábado de Aleluia e a vítima o Pezão.

Sobre a matéria "O Amor (às vezes) é Lindo...":
Alberto del Castillo:
Não se fazem mais Casanovas como antigamente. Ao seduzir uma mulher, seus objetivos eram maiores que surrupiar passagens de gôndolas ou dinheiro que mal desse para comprar uma nova peruca empoada.Francamente!!

Cremildes Tegucigalpa:
Olha, que essa gente de São Luiz e adjacências faz o que pode. 3.500 aqui, 300 mil ali, salto para os milhões e se chega na porteira dos políticos mais eficientes no enriquecimento pessoal que existe.Eta Sarneyzada...

Sobre a matéria "Patuscada com Pizza":
Gió Lampedusa:
Acabar com verbas é a única solução. Salário e ponto. É mais transparente e fácil de controlar.

Hélio:
Caro Gió, o baixo, o médio e o alto clero jamais permitirão que acabem com a verba indenizatória. Também não aceitarão sua incorporação ao salário porque teriam que pagar imposto de renda. Só há uma solução (utopia da minha parte): em 2010 votar em gente decente. Tenho certeza de que ainda existe.

Gió Lampedusa:
O Hélio tem razão. Não aceitariam porque com a verba eles não tem teto de receita.Quanto ao Imposto de Renda poderiam até ser dispensados de pagar pois mesmo assim estaríamos reduzindo despesas.Ainda acredito ser mais indicado uma pressão da sociedade pois votar em gente decente com a atual legislação eleitoral não dá maioria.

Sobre a matéria "O Milagre":
Doutor Carlos:
Roberto, que maravilha! Das melhores! Gon on!

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