
A cheia dos rios no Maranhão causa em algumas cidades do estado congestionamento de canoas. Em Trizidela do Vale, município 90% submerso pelas águas do Rio Mearim, são tantas embarcações que foi preciso criar regras de circulação. Em uma das ruas do município, que fica a 226 km de São Luís, é proibido ligar os motores, pois as marolas estavam destruindo as paredes das casas. Com a cidade praticamente submersa, tudo é transportado em canoas; motos, botijões de gás, comida e pessoas. A cidade possui aproximadamente 18 mil habitantes. Desse total, entre 13 mil e 15 mil estão desabrigados.
Nos abrigos do município, que estão superlotados, já começa a faltar alimentos. A última cesta básica da Defesa Civil Nacional foi entregue há duas semanas. Muita gente permanece em suas casas mesmo que elas estejam cheias d'água. Em Manaus, foram distribuídos kits com tábuas e pregos para que os moradores elevassem o piso de suas casas e conseguissem colocar os pertences em locais mais altos.
Nos abrigos do município, que estão superlotados, já começa a faltar alimentos. A última cesta básica da Defesa Civil Nacional foi entregue há duas semanas. Muita gente permanece em suas casas mesmo que elas estejam cheias d'água. Em Manaus, foram distribuídos kits com tábuas e pregos para que os moradores elevassem o piso de suas casas e conseguissem colocar os pertences em locais mais altos.
Um comentário:
Será que as tragédias vividas pelo Maranhão tenham alguma coisa a ver com seus políticos dos últimos 50 anos?
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