
A cada dois dias, um inquérito policial-militar (IPM) é aberto na PM do Rio e, a cada quatro, um policial é expulso da corporação. Levantamento feito pela Corregedoria de Polícia Militar do Rio revela que a instituição, considerada a que mais pune seus integrantes, expulsou nos últimos dez anos 920 policiais e instaurou 2.505 IPMs. Só nos três primeiros meses deste ano, foram 51 expulsões.
Também no Tribunal de Justiça cresce o número de processos oriundos de Conselhos de Justificação, responsáveis pela expulsão de oficiais. Nos últimos seis meses, foram instaurados seis processos envolvendo dez oficiais, entre eles o tenente-coronel José Carlos Dias Azevedo; o major Fabio Guttman; e o capitão Wellington da Silva Medeiros. Eles são acusados de negociar com o chefe do tráfico da Cidade de Deus a diminuição das operações policiais, em troca de R$ 120 mil por mês.
Dos 85 processos contra oficiais impetrados desde 1987, apenas dez resultaram em demissão. Outros 27 oficiais foram reformados e dois, enviados para a reserva. Para o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, (foto) a legislação atual é o maior entrave para a depuração do oficialato. Segundo ele, enquanto os casos dos oficiais têm que ir aos tribunais de Justiça, a expulsão dos praças é julgada administrativamente. Beltrame acredita que a legislação tem que ser mudada.
Também no Tribunal de Justiça cresce o número de processos oriundos de Conselhos de Justificação, responsáveis pela expulsão de oficiais. Nos últimos seis meses, foram instaurados seis processos envolvendo dez oficiais, entre eles o tenente-coronel José Carlos Dias Azevedo; o major Fabio Guttman; e o capitão Wellington da Silva Medeiros. Eles são acusados de negociar com o chefe do tráfico da Cidade de Deus a diminuição das operações policiais, em troca de R$ 120 mil por mês.
Dos 85 processos contra oficiais impetrados desde 1987, apenas dez resultaram em demissão. Outros 27 oficiais foram reformados e dois, enviados para a reserva. Para o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, (foto) a legislação atual é o maior entrave para a depuração do oficialato. Segundo ele, enquanto os casos dos oficiais têm que ir aos tribunais de Justiça, a expulsão dos praças é julgada administrativamente. Beltrame acredita que a legislação tem que ser mudada.
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- Chefe, seria muito bom que o nosso Congresso seguisse este exemplo. Já pensou que benefício para o país se a cada quatro dias um deputado ou um senador fosse denefestrado ?
Um comentário:
Ivanildo, quais são os números da polícia civil? As duas polícias já foram unificadas?
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