
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nesta segunda-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou o plano de demissões da Infraero. Jobim também fez uma ameaça velada de deixar o cargo caso as demissões não continuem.
- Ou nós temos uma coisa séria ou não temos, e se não for séria não é ambiente para mim - disse o ministro, que teve uma audiência com Lula no Centro Cultural Banco do Brasil, onde o presidente despacha atualmente.
Jobim voltou a dizer que as demissões continuarão e que o trabalho desencadeado pelo brigadeiro Cleonílson Nicácio, presidente da Infraero, tem como objetivo dar mais musculatura à estatal para que ela seja mais profissional.
- O problema é a profissionalização da Infraero, não é uma questão partidária - argumentou. - Isso é uma questão de termos uma empresa que seja eficiente, competitiva e que possa enfrentar os problemas que advirão principalmente das concessões que teremos que fazer. Ela tem que ter musculatura para isso, e competência - disse Jobim, que na semana passada já dissera que o número de demissões na Infraero poderia ser ainda maior.
Os desligamentos de apadrinhados políticos, sobretudo do PMDB, partido do ministro, causaram, na semana passada, a rebelião da bancada. Lideranças como o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o líder da bancada na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), reuniram-se com Lula para cobrar sua intervenção para impedir as demissões. Na ocasião, Lula afirmou que conversaria com Jobim sobre o assunto. O partido também ameaça assinar a CPI da Petrobras. Apesar da pressão, a cúpula do partido foi avisada que as demissões seriam mantidas. Jobim disse que irá conversar com os parlamentares sobre as demissões.
O ministro acrescentou que as demissões já feitas não serão revertidas e que não haverá reaproveitamento dos demitidos. Segundo o ministro, até o final deste semestre a medida deve ser concluída. De acordo com Jobim, haverá também devolução para a Força Aérea Brasileira (FAB) do pessoal que estava requisitado pela Infraero.
- Analisamos o problema da Infraero, fizemos a demonstração para ele (Lula) do processo de demissões. Todo o desenho feito pela Infraero, apoiado pelo Ministério da Defesa em relação às demissões, foi aprovado - disse o ministro.
- Ou nós temos uma coisa séria ou não temos, e se não for séria não é ambiente para mim - disse o ministro, que teve uma audiência com Lula no Centro Cultural Banco do Brasil, onde o presidente despacha atualmente.
Jobim voltou a dizer que as demissões continuarão e que o trabalho desencadeado pelo brigadeiro Cleonílson Nicácio, presidente da Infraero, tem como objetivo dar mais musculatura à estatal para que ela seja mais profissional.
- O problema é a profissionalização da Infraero, não é uma questão partidária - argumentou. - Isso é uma questão de termos uma empresa que seja eficiente, competitiva e que possa enfrentar os problemas que advirão principalmente das concessões que teremos que fazer. Ela tem que ter musculatura para isso, e competência - disse Jobim, que na semana passada já dissera que o número de demissões na Infraero poderia ser ainda maior.
Os desligamentos de apadrinhados políticos, sobretudo do PMDB, partido do ministro, causaram, na semana passada, a rebelião da bancada. Lideranças como o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o líder da bancada na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), reuniram-se com Lula para cobrar sua intervenção para impedir as demissões. Na ocasião, Lula afirmou que conversaria com Jobim sobre o assunto. O partido também ameaça assinar a CPI da Petrobras. Apesar da pressão, a cúpula do partido foi avisada que as demissões seriam mantidas. Jobim disse que irá conversar com os parlamentares sobre as demissões.
O ministro acrescentou que as demissões já feitas não serão revertidas e que não haverá reaproveitamento dos demitidos. Segundo o ministro, até o final deste semestre a medida deve ser concluída. De acordo com Jobim, haverá também devolução para a Força Aérea Brasileira (FAB) do pessoal que estava requisitado pela Infraero.
- Analisamos o problema da Infraero, fizemos a demonstração para ele (Lula) do processo de demissões. Todo o desenho feito pela Infraero, apoiado pelo Ministério da Defesa em relação às demissões, foi aprovado - disse o ministro.
2 comentários:
Ivanildo, é moeda de negociação ameaçar realizar CPIs. Onde chegamos, heim?
Estatisticamente é razoável que eventualmente os cargos de uma empresa do governo sejam destinados a pessoas voltadas para o bem comum e preocupadas com a qualidade técnica de sua gestão, relegando a segundo plano os interesses políticos dos aliados do governo, feudatários das empresas em questão.
Ultimamente é tão rara esta ocorrência que devemos homenagear o Brigadeiro Clonílson Nicácio digno representante do Brasil, trabalhador e sério, almejado pelos verdadeiros patriotas.
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