
O Papa Bento XVI chegou nesta segunda-feira de helicóptero a Jerusalém, onde foi recepcionado por crianças e pelo prefeito da cidade, Nir Barkat. Pouco antes, quando chegou ao aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv, para dar início a sua primeira visita como pontífice a Israel e ao território palestino da Cisjordânia, ele foi recebido pelo presidente, Shimon Peres, e pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.
Em seu discurso de boas vindas, Shimon Peres destacou que a visita do Papa a Israel é uma missão de paz.
- É uma missão espiritual da mais alta ordem: uma missão de paz para plantar sementes de tolerância e erradicar as ervas más do fanatismo.
" Defendo que explorem todas as possibilidades em busca de uma solução justa para que ambos os povos possam viver em paz em suas terras natais "
Em seu primeiro discurso na vista a Israel, Bento XVI disse que homenageará os seis milhões de judeus que morreram no Holocausto e lutará contra o antissemitismo. O Pontífice tentou contemporizar os escândalos envolvendo o bispo inglês RIchard Williamson, que negou o Holocausto.
- Terei a oportunidade de homenagear a memória de seis milhões de judeus vítimas do Holocausto. O antissemitismo é totalmente inaceitável. Todo esforço deve ser feito para combater o antissemitismo - afirmou.
Mesmo diante dos esforços do Vaticano para evitar temas políticos e focar a peregrinação em seu caráter espiritual, o Papa fez ainda um rápido comentário sobre o conflito israelense-palestino.
- Defendo que explorem todas as possibilidades em busca de uma solução justa e duradoura para que ambos os povos possam viver em paz em suas terras natais, com segurança e reconhecimento internacional de fronteiras - afirmou o Papa no discurso no aeroporto de Tel Aviv.
O pontífice não mencionou a palavra Estado, mas sua referência a duas terras natais com fronteiras internacionais reafirmam a posição da Igreja a favor de estabelecer um estado palestino.
O Papa também pediu o livre acesso à cidade sagrada de Jerusalém para fiéis de todas as religiões.
- Espero que todos os peregrinos tenham a possibilidade de visitar sem restrições os lugares santos, participar de cerimônias religiosas e manter sem templos de culto.
Em seu discurso de boas vindas, Shimon Peres destacou que a visita do Papa a Israel é uma missão de paz.
- É uma missão espiritual da mais alta ordem: uma missão de paz para plantar sementes de tolerância e erradicar as ervas más do fanatismo.
" Defendo que explorem todas as possibilidades em busca de uma solução justa para que ambos os povos possam viver em paz em suas terras natais "
Em seu primeiro discurso na vista a Israel, Bento XVI disse que homenageará os seis milhões de judeus que morreram no Holocausto e lutará contra o antissemitismo. O Pontífice tentou contemporizar os escândalos envolvendo o bispo inglês RIchard Williamson, que negou o Holocausto.
- Terei a oportunidade de homenagear a memória de seis milhões de judeus vítimas do Holocausto. O antissemitismo é totalmente inaceitável. Todo esforço deve ser feito para combater o antissemitismo - afirmou.
Mesmo diante dos esforços do Vaticano para evitar temas políticos e focar a peregrinação em seu caráter espiritual, o Papa fez ainda um rápido comentário sobre o conflito israelense-palestino.
- Defendo que explorem todas as possibilidades em busca de uma solução justa e duradoura para que ambos os povos possam viver em paz em suas terras natais, com segurança e reconhecimento internacional de fronteiras - afirmou o Papa no discurso no aeroporto de Tel Aviv.
O pontífice não mencionou a palavra Estado, mas sua referência a duas terras natais com fronteiras internacionais reafirmam a posição da Igreja a favor de estabelecer um estado palestino.
O Papa também pediu o livre acesso à cidade sagrada de Jerusalém para fiéis de todas as religiões.
- Espero que todos os peregrinos tenham a possibilidade de visitar sem restrições os lugares santos, participar de cerimônias religiosas e manter sem templos de culto.
3 comentários:
Toda busca da paz pela negociação engrandece o ser humano.
Um ensaio para a pacificação da região seria a criação de um estado religioso em Jerusalém, semelhante ao Vaticano, com a administração tripartite de Judeus, Cristãos e Muçulmanos servindo como exemplo de convivência pacífica entre as profissões de fé do mundo.
Vai sonhando Alberto...
Além do mais esse papa é um hipócrita que numa semana absolve o fdp que negou o holocausto e logo em seguida vai a Israel. Sem falar de seu passado na juventude hitlerista.
Caro Grego, o Papa condenou o Bispo que não reconhecia o holocausto.
Espero que sua afirmação sobre a juventude hitlerista não pretenda desqualificar o eminente homem público Bento XVI. "Pay attention!". Estamos no século XXI.
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