
Uma família de Guarapari, no Espírito Santo, afirma que foi vítima de um erro médico parecido como o que provocou a morte de Verônica Cristina do Rego Barros, que teve o lado errado do cérebro operado, no Rio de Janeiro. A diferença é que depois do erro a paciente operou o lado certo do cérebro a tempo e sobreviveu. Hoje recuperada, a professora Lígia Balbino (foto) relembra o drama que viveu no mês de dezembro. Depois de sofrer uma queda, ela descobriu que estava com um coágulo no lado direito do cérebro.
- Eu fiz a cirurgia e o médico disse que não achou o coágulo. Ele ficou 4 horas comigo na sala de operação e depois disse que eu um tumor e só tinha seis meses de vida. O médico falou isso ao meu padrasto e ao meu marido - contou a professora.
A cirurgia foi feita num hospital particular em Muquiçaba. O médico teria receitado vários medicamentos usando um receituário de uma clínica de Minas Gerais. Ligia voltou para casa, mas o quadro dela só piorava.
- Foi quando ele ligou para meu marido e disse que ia fazer outra cirurgia e ia me dar de presente de Natal.
A família desconfiou e procurou um outro hospital, o São Lucas, em Vitória. Ao ser atendida, veio a surpresa. Os médicos disseram que todo o procedimento anterior estava errado e os medicamentos receitados seriam apenas para dopá-la. Os médicos disseram que Lígia continuava com um coágulo cada vez maior no cérebro. A jovem foi operada novamente e ficou cinco dias internada antes de voltar para casa.
- Eu fiz a cirurgia e o médico disse que não achou o coágulo. Ele ficou 4 horas comigo na sala de operação e depois disse que eu um tumor e só tinha seis meses de vida. O médico falou isso ao meu padrasto e ao meu marido - contou a professora.
A cirurgia foi feita num hospital particular em Muquiçaba. O médico teria receitado vários medicamentos usando um receituário de uma clínica de Minas Gerais. Ligia voltou para casa, mas o quadro dela só piorava.
- Foi quando ele ligou para meu marido e disse que ia fazer outra cirurgia e ia me dar de presente de Natal.
A família desconfiou e procurou um outro hospital, o São Lucas, em Vitória. Ao ser atendida, veio a surpresa. Os médicos disseram que todo o procedimento anterior estava errado e os medicamentos receitados seriam apenas para dopá-la. Os médicos disseram que Lígia continuava com um coágulo cada vez maior no cérebro. A jovem foi operada novamente e ficou cinco dias internada antes de voltar para casa.
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Ivanildo:
- Céus ! O que está acontecendo com esses médicos ? Um amigo meu estava com uma mancha no pinto e se internou para ser operado, em Lisboa. Uma semana depois de ter ido para casa, recebeu um telegrama do hospital que dizia: "A mancha vermelha no pinto era batom. Lamentamos a amputação."
Pausa.
- O que foi, chefe ? É só um chiste.
- A colônia portuguesa vai cair de pau em cima da gente.
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