
Um britânico que há 30 anos estava completamente cego voltou a ver a luz, depois de colocar um olho biônico criado por uma empresa americana.
O aparelho usa uma microcâmera montada em um par de óculos que transmite as imagens para eletrodos implantados na retina. O próximo passo será implantar uma câmera diretamente no olho do paciente.
Há uma década, os cientistas tentam desenvolver protótipos que possam restaurar a visão mandando imagens diretamente para o cérebro. O olho biônico criado pela empresa californiana Second Sight é a última geração desses aparelhos e foi implantado com sucesso em 18 pacientes cegos nos Estados Unidos, no México e na Europa.
Na quarta-feira, um britânico de 73 anos que fez o implante há sete meses disse que voltou a ver a luz pela primeira vez em 30 anos. Ron parou de enxergar devido à retinite pigmentosa, uma doença degenerativa que afeta a visão. Os médicos implantaram 60 eletrodos microscópicos na retina dele. As imagens captadas por uma câmera nos óculos são transmitidas para os eletrodos, que estimulam o nervo óptico. Ron consegue ver flashes de luz e objetos brancos. A mulher dele, Tracy, conta que Ron consegue separar as roupas claras. Ele também vê linhas brancas no chão.
O cirurgião Lyndon da Cruz diz que, por enquanto, o olho biônico só funciona para quem tem o nervo óptico intacto. O porta-voz da empresa que fabrica o aparelho nos Estados Unidos acredita que, em 50 anos, o olho biônico permitirá que os pacientes leiam e reconheçam rostos.
O aparelho usa uma microcâmera montada em um par de óculos que transmite as imagens para eletrodos implantados na retina. O próximo passo será implantar uma câmera diretamente no olho do paciente.
Há uma década, os cientistas tentam desenvolver protótipos que possam restaurar a visão mandando imagens diretamente para o cérebro. O olho biônico criado pela empresa californiana Second Sight é a última geração desses aparelhos e foi implantado com sucesso em 18 pacientes cegos nos Estados Unidos, no México e na Europa.
Na quarta-feira, um britânico de 73 anos que fez o implante há sete meses disse que voltou a ver a luz pela primeira vez em 30 anos. Ron parou de enxergar devido à retinite pigmentosa, uma doença degenerativa que afeta a visão. Os médicos implantaram 60 eletrodos microscópicos na retina dele. As imagens captadas por uma câmera nos óculos são transmitidas para os eletrodos, que estimulam o nervo óptico. Ron consegue ver flashes de luz e objetos brancos. A mulher dele, Tracy, conta que Ron consegue separar as roupas claras. Ele também vê linhas brancas no chão.
O cirurgião Lyndon da Cruz diz que, por enquanto, o olho biônico só funciona para quem tem o nervo óptico intacto. O porta-voz da empresa que fabrica o aparelho nos Estados Unidos acredita que, em 50 anos, o olho biônico permitirá que os pacientes leiam e reconheçam rostos.
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Ivanildo, vaticinando:
- Chefe, os bisnetos de nossos bisnetos vão viver 300 anos, o que será muito chato. Se tiverem um problema no pulmão, colocam um de alumínio; se for o fígado, substituem por um de titânio e assim por diante. E o processo já começou com esse tal de olho biônico, né não ?
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(Foto: Nostradamus, quadro pintado por seu filho César)
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Michel de Nostredame ou Miquèl de Nostradama, mais conhecido sob o nome de Nostradamus, (1503 - 1566) Foi um apotecário e pretenso médico da Renascença que praticava a astrologia e a alquimia (como muitos dos médicos do século XVI). Ficou famoso por sua suposta capacidade de vidência. Escreveu um livro de centúrias, versos codificados que seriam previsões do futuro.
Um comentário:
O implante de 60 eletrodos permite distinguir sombras e vultos.Grande vitória da ciência.
Imagino que os avanços tecnológicos (microchips e microcomputadores)acompanhados do desenvolvimento da medicina (mapeamento detalhado das funções da retina e sua transmissão de informações para o cérebro)sustentarão nossa esperança de um mundo sem trevas.
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