
Cerca de 40 mil pessoas estão em alojamentos temporários e hotéis de Áquila esperando para regressar a suas casas - ou o que restou delas - após os tremores que desde o dia 6 sacodem a região central da Itália. Para avaliar a segurança dos edifícios, a União Européia (UE) se comprometeu, neste sábado, a enviar pelo menos oito especialistas para a cidade, uma das mais atingidas pela tragédia que já matou 292 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos.
França, Grécia, Alemanha, Espanha e Suécia já se ofereceram para colaborar com o governo italiano. Mas a Comissão Européia espera que outros Estados-membros ofereçam seu apoio ao longo do dia.
- Estamos diante de um desastre humano muito grande. A Europa mostra sua solidariedade e responde rapidamente - disse o comissário de Meio Ambiente da UE, Stavros Dimas.
Os tremores de terra continuam, mas com menor intensidade, em Abruzzo, onde continuam os trabalhos entre os escombros em busca de algum sobrevivente ou para retirar novos cadáveres.
Um dia depois do funeral de Estado realizado em Áquila, o prefeito da cidade, Franco Gabrielli, pediu neste sábado às pessoas que, nas comemorações da Páscoa, não vão à cidade.
- Não venham a Áquila. Aqui continua-se trabalhando. Deixem as ruas livres - disse Gabrielli, acrescentando que os moradores da capital de Abruzzo agradecem a solidariedade, mas que não é o momento de "turismo solidário nem de excursões, já que o trabalho ainda não acabou".
- Os bombeiros, a Defesa Civil e outras forças precisam de espaço e do caminho livre - disse.
A Polícia Rodoviária também pediu que as pessoas não viajem à área do terremoto, a cerca de 80 quilômetros de Roma, se não for estritamente necessário.
França, Grécia, Alemanha, Espanha e Suécia já se ofereceram para colaborar com o governo italiano. Mas a Comissão Européia espera que outros Estados-membros ofereçam seu apoio ao longo do dia.
- Estamos diante de um desastre humano muito grande. A Europa mostra sua solidariedade e responde rapidamente - disse o comissário de Meio Ambiente da UE, Stavros Dimas.
Os tremores de terra continuam, mas com menor intensidade, em Abruzzo, onde continuam os trabalhos entre os escombros em busca de algum sobrevivente ou para retirar novos cadáveres.
Um dia depois do funeral de Estado realizado em Áquila, o prefeito da cidade, Franco Gabrielli, pediu neste sábado às pessoas que, nas comemorações da Páscoa, não vão à cidade.
- Não venham a Áquila. Aqui continua-se trabalhando. Deixem as ruas livres - disse Gabrielli, acrescentando que os moradores da capital de Abruzzo agradecem a solidariedade, mas que não é o momento de "turismo solidário nem de excursões, já que o trabalho ainda não acabou".
- Os bombeiros, a Defesa Civil e outras forças precisam de espaço e do caminho livre - disse.
A Polícia Rodoviária também pediu que as pessoas não viajem à área do terremoto, a cerca de 80 quilômetros de Roma, se não for estritamente necessário.
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