terça-feira, 7 de abril de 2009

Não Contem para o Crivella




Muito discretamente, o presidente Barack Obama iniciou consultas nos meios militares americanos para conseguir apoio para derrubar a proibição de gays e lésbicas assumidos nas Forças Armadas. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, o secretário de Defesa, Robert Gates, reconheceu ter conversado sobre o assunto com o presidente.
Obama quer cumprir mais uma promessa de campanha: acabar com a política - adotada em 1993, durante o governo Bill Clinton, e mantida nos oito anos de George W. Bush - que baniu homossexuais assumidos das Forças Armadas americanas e que tornou-se conhecida pela expressão "don't ask, don't tell" ("não pergunte, não conte"). Na época, a lei foi uma forma de Clinton cumprir parcialmente sua promessa da pôr fim à proibição de gays entre os militares: desde que não se expusessem ou tivessem comportamento suspeito, os homossexuais não seriam investigados nem perseguidos.
Depois de consultar os militares, Obama decidiu assinar a declaração da ONU apoiando a descriminalização da homossexualidade, já assinada por 66 países, inclusive o Brasil. Além disso, a deputada californiana Ellen Tauscher apresentou na semana passada na Câmara dos Representantes um projeto de lei requerendo o fim da proibição a homossexuais assumidos nos meios militares, o que vai levar o assunto a debate parlamentar em breve. A deputada apresentou o projeto de lei pouco antes de ser convidada para ocupar um posto no Departamento de Estado.
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- Ah, se o Crivella sabe disso...

5 comentários:

  1. Ivanildo, o que vc quiz dizer? Que o Crivella já pode ser alistar?

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  2. O título da matéria é preconceituoso, como preconteituosos são o comentário do Ivanildo e do leitor Antônio Fernando.
    Vocês estão assumindo o papel daquele que vocês mesmos acusam de preconceituoso, e isto, decididamente, não é louvável.

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  3. Alberto del Castillo7 de abril de 2009 às 09:48

    Acho altamente preconceituoso contra as forças armadas achar que devem excluir membros por raça,linha política, credo ou sexo.
    Elas são um exemplo de Brasil integrado e não dividido em fatias de chocolate, baunilha e nozes como os bolos de aniversário.

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  4. Ivanildo, do alto dos meus 153 anos, desço para concordar com o jovem Helio. Não é louvável. Meu comentário foi hooorrooroso. Tbm concordo com Del Castillo lembrando que existe no Brasil integrado que fala, sabores de torta bem mais amargos que os de festa de aniversário.

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  5. Caro Antônio Fernando, agradeço pelo "jovem". Se você tem 153 anos, eu, com 80 sou mesmo jovem. Seu comentário não foi horroroso, foi apenas infeliz. Como eu segui o conselho de Shakespeare (não devias envelhecer sem ter ficado sábio), compreendo que, às vezes, é difícil ceder à tentação de dizer uma boa piada.
    Um abraço do jovem Hélio.

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