
Tatiana Simioni (foto) ensina inglês para a garotada da Rocinha e ainda dá expediente numa creche na favela. Leilane Pereira arregimenta voluntários para trabalhar no Inca.
Já Tatiana, de 30 anos, viveu grande parte da sua vida entre celebridades e nobres, como a rainha da Inglaterra, país onde morou. Hoje, ela vive outra realidade. A carioca formada em Turismo e Hotelaria conta que vai pelo menos duas vezes por semana à Favela da Rocinha, onde ensina inglês para os jovens e ajuda a cuidar dos filhos dos moradores numa creche.
- Claro que estar num hotel cinco estrelas é muito bom, mas cheguei a um ponto na minha vida em que decidi fazer aquilo de que gosto. Descobri que minha verdadeira vocação é cuidar dos outros - conta. - Fui observada no início do meu trabalho, mas hoje há um respeito mútuo na comunidade. Sou chamada de teacher (professora, em inglês) pelas crianças e isso é um carinho enorme para o meu coração.
Tatiana disse que teve o primeiro contato com a pobreza ao viajar para o Peru para conhecer a família da mãe, quando tinha 8 anos. Ela conta que guarda na memória a imagem das pessoas carentes nas ruas.
- Minha mãe também era voluntária. Eu lembro que ia à igreja com ela, que dava aulas de alfabetização para adultos. E não há salário no mundo que pague a felicidade no rosto de um idoso que conseguiu ler o próprio nome - recorda.
Tatiana pretende, a partir do ano que vem, se dedicar ao trabalho voluntário ao redor do mundo, começando pela América Latina.
Já Tatiana, de 30 anos, viveu grande parte da sua vida entre celebridades e nobres, como a rainha da Inglaterra, país onde morou. Hoje, ela vive outra realidade. A carioca formada em Turismo e Hotelaria conta que vai pelo menos duas vezes por semana à Favela da Rocinha, onde ensina inglês para os jovens e ajuda a cuidar dos filhos dos moradores numa creche.
- Claro que estar num hotel cinco estrelas é muito bom, mas cheguei a um ponto na minha vida em que decidi fazer aquilo de que gosto. Descobri que minha verdadeira vocação é cuidar dos outros - conta. - Fui observada no início do meu trabalho, mas hoje há um respeito mútuo na comunidade. Sou chamada de teacher (professora, em inglês) pelas crianças e isso é um carinho enorme para o meu coração.
Tatiana disse que teve o primeiro contato com a pobreza ao viajar para o Peru para conhecer a família da mãe, quando tinha 8 anos. Ela conta que guarda na memória a imagem das pessoas carentes nas ruas.
- Minha mãe também era voluntária. Eu lembro que ia à igreja com ela, que dava aulas de alfabetização para adultos. E não há salário no mundo que pague a felicidade no rosto de um idoso que conseguiu ler o próprio nome - recorda.
Tatiana pretende, a partir do ano que vem, se dedicar ao trabalho voluntário ao redor do mundo, começando pela América Latina.
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