
Cerca de 150 pessoas fizeram uma manifestação na Avenida Atlântica, em Copacabana, Zona Sul da cidade, a favor da permanência no Brasil do menino Sean, de 8 anos. Seu pai biológico, o americano David Goldman, tenta conseguir a guarda do filho na Justiça e assim garantir seu retorno aos Estados Unidos.
Os manifestantes iniciaram o protesto em frente ao Hotel Marriot, onde David estava hospedado (ele veio ao Rio para fazer exames psicológicos a pedido da Justiça brasileira). As pessoas esperavam a saída do americano no aeroporto na manhã deste domingo. Contudo, familiares de Bruna Bianchi, mãe do menino morta ano passado, informaram que o pai biológico voltou para o seu país no fim da tarde de sábado.
Vestidos de branco e com bandeiras do Brasil, os manifestantes levaram faixas com as frases "Sean quer ficar" e "Respeite a vontade de Sean". Segundo um dos advogados da família Bianchi, Sean teria dito expressamente que gostaria de ficar no Brasil quando foi ouvido, durante a semana, por psicólogos.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva (foto) disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a ideia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 9 anos que considera o próprio filho.
No sábado, o presidente dos EUA, Barack Obama, aproveitou o encontro com o presidente Lula e tocou no assunto da disputa pelo menino. Segundo Lula, Obama teria agradecido ao governo brasileiro por sua posição no caso, transferindo o processo da alçada regional (a Justiça no Rio) para um tribunal federal, mais apropriado para um assunto discutido no âmbito da Convenção de Haia. O presidente Lula voltou a afirmar que o caso está nas mãos do Judiciário brasileiro e que os tribunais no Brasil são independentes para tomar a decisão cabível.
Os manifestantes iniciaram o protesto em frente ao Hotel Marriot, onde David estava hospedado (ele veio ao Rio para fazer exames psicológicos a pedido da Justiça brasileira). As pessoas esperavam a saída do americano no aeroporto na manhã deste domingo. Contudo, familiares de Bruna Bianchi, mãe do menino morta ano passado, informaram que o pai biológico voltou para o seu país no fim da tarde de sábado.
Vestidos de branco e com bandeiras do Brasil, os manifestantes levaram faixas com as frases "Sean quer ficar" e "Respeite a vontade de Sean". Segundo um dos advogados da família Bianchi, Sean teria dito expressamente que gostaria de ficar no Brasil quando foi ouvido, durante a semana, por psicólogos.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva (foto) disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a ideia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 9 anos que considera o próprio filho.
No sábado, o presidente dos EUA, Barack Obama, aproveitou o encontro com o presidente Lula e tocou no assunto da disputa pelo menino. Segundo Lula, Obama teria agradecido ao governo brasileiro por sua posição no caso, transferindo o processo da alçada regional (a Justiça no Rio) para um tribunal federal, mais apropriado para um assunto discutido no âmbito da Convenção de Haia. O presidente Lula voltou a afirmar que o caso está nas mãos do Judiciário brasileiro e que os tribunais no Brasil são independentes para tomar a decisão cabível.
2 comentários:
Ivanildo, aí tem coisa. Manifesto na Internet, entrevista no jornal, passeata na orla e sei lá mais o que me lembra muito nossos políticos e sindicalistas trocando o verdadeiro foco e nos envolvendo no caso deles.
Sem entrar no mérito da questão, a passeata foi um ato lamentável de um desrespeito flagrante a todos os frequentadores da praia, num dia dedicado ao lazer, apoiado pelo Detran, que proíbe o trafego de veículos pelo local.
Infelizmente os trogloditas seguindo os impulsos de arruaceiros, ocuparam toda a rua destinada a pedestres e ciclistas, obrigados a aguardar a passagem dos manifestantes que ocuparam a praia como discípulos do MST.
Todos tem o direito a manifestações ordeiras em locais públicos com liberação das autoridades mas em qualquer protesto "Civilizado" um espaço seria preservado para a circulação dos que não participam do evento.
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