
Antes de embarcar nesta sexta-feira para Washington, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que sua maior preocupação na conversa que terá com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é a volta do crédito internacional, que secou com o recrudescimento da crise financeira global há seis meses. O encontro dos dois presidentes está marcado para este sábado.
- O que eu quero conversar com o presidente Obama, de forma muito franca, é como fazer para restabelecer o crédito internacional - disse Lula após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.
O presidente afirmou que o debate sobre a crise será o foco do encontro marcado para este sábado na Casa Branca e que terá duração de uma hora.
- Não é o crédito de Estado para Estado, é o crédito para quem quer tomar dinheiro emprestado. É restabelecer a credibilidade da sociedade - acrescentou Lula.
Segundo o presidente, a crise teve origem nos Estados Unidos, onde o sistema financeiro promoveu "o maior desastre das finanças que já vimos", o que afetou a economia de todo o mundo, principalmente da Europa e do Japão.
- Vamos torcer para que os EUA voltem à normalidade - afirmou.
Ele evitou dar detalhes da conversa que terá com Obama.
- Se eu disser antes, ele me telefona dizendo que eu não preciso ir, porque ele já leu pelos jornais. Porque tem coisa que tem que conversar e lamentavelmente não pode nem falar.
Lula afirmou também que está otimista com a reunião do G20 (grupo dos países ricos e emergentes), marcada para Londres em 2 de abril, quando poderá conversar sobre as soluções para a crise com líderes da China, Japão e Índia, citou.
- Ou nós assumimos a responsabilidade pela crise e damos uma saída para ela ou ficamos esperando, como o Japão esperou na década de 1990 e demorou dez anos para sair da crise. Esta crise tem que terminar este ano, nós não podemos esperar dez anos - afirmou Lula.
- O que eu quero conversar com o presidente Obama, de forma muito franca, é como fazer para restabelecer o crédito internacional - disse Lula após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.
O presidente afirmou que o debate sobre a crise será o foco do encontro marcado para este sábado na Casa Branca e que terá duração de uma hora.
- Não é o crédito de Estado para Estado, é o crédito para quem quer tomar dinheiro emprestado. É restabelecer a credibilidade da sociedade - acrescentou Lula.
Segundo o presidente, a crise teve origem nos Estados Unidos, onde o sistema financeiro promoveu "o maior desastre das finanças que já vimos", o que afetou a economia de todo o mundo, principalmente da Europa e do Japão.
- Vamos torcer para que os EUA voltem à normalidade - afirmou.
Ele evitou dar detalhes da conversa que terá com Obama.
- Se eu disser antes, ele me telefona dizendo que eu não preciso ir, porque ele já leu pelos jornais. Porque tem coisa que tem que conversar e lamentavelmente não pode nem falar.
Lula afirmou também que está otimista com a reunião do G20 (grupo dos países ricos e emergentes), marcada para Londres em 2 de abril, quando poderá conversar sobre as soluções para a crise com líderes da China, Japão e Índia, citou.
- Ou nós assumimos a responsabilidade pela crise e damos uma saída para ela ou ficamos esperando, como o Japão esperou na década de 1990 e demorou dez anos para sair da crise. Esta crise tem que terminar este ano, nós não podemos esperar dez anos - afirmou Lula.
Um comentário:
Agora que o presidente Lula já determinou o prazo para o término da crise podemos dormir tranquilos.
Né não?
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