
Semanalmente, a partir da próxima segunda- feiras, o Bob’s Blog trará para seus leitores uma nova seção: DSST.
Trata-se da colaboração de um pintor, Jorge Eduardo, (foto)que a convite meu vai apresentar suas dicas para sobreviver na verdadeira selva que é o trânsito no Rio de Janeiro.
O que tem um pintor a ver com o trânsito? No caso do Jorge, muito.
Em 1936, ano em que Jorge nasceu, seu pai, o arquiteto Wladimir Alves de Souza, começou a construção da casa que projetara para a rua Sambaíba. Foi a segunda casa da rua. Pronta em 38, a família mudou-se para lá.
Pertinho de casa, a Visconde de Albuquerque era um dos trechos do Circuito da Gávea. Foi lá que nasceu o amor por carros que nosso pintor tem até hoje. Ele se lembra de ter visto passarem as “baratinhas” do Chico Landi - o Ayrton Senna da época - e também o grande Juan Manuel Fangio.
Carros eram tema constante nos seus primeiros desenhos.
Antes de tornar-se o magnífico pintor de carros que hoje é, Jorge Eduardo (www.jorgeduardo.com) passou pela arquitetura, publicidade e marketing, sem se afastar da pintura. A partir de 1981 tornou-se pintor profissional . Nesse entre tempo conseguiu competir nos rallyes promovidos pela revista Autoesporte. Pilotando seu Fusca 56, alemão ainda, tendo seu melhor amigo Sergio Gost como co-piloto, a dupla classificou-se em 4º lugar à frente do ainda garoto Emerson Fittipaldi, que chegou em 5º. Foi um torneio com 3 provas.
No ano seguinte, 67, os dois conqiustaram o primeiro lugar numa prova com a duração de 24 horas: Rio- São Paulo- Belo Horizonte-Rio.
Grande amigo do piloto Norman Casari, Jorge aprendeu muito da experiência dele em dirigir corretamente. Uma das coisas que respeita até hoje é a máxima: “você controla seu carro até o ponto em que ele passa a controlar você”.
No “hospício”, como Jorge define o trânsito no Rio de Janeiro, ele dirige cada vez mais cauteloso, comportando-se conforme o que passou a classificar de “Direção Psicológica”. Daí para elaboração de dicas, foi um passo.
Aproveitem.
Trata-se da colaboração de um pintor, Jorge Eduardo, (foto)que a convite meu vai apresentar suas dicas para sobreviver na verdadeira selva que é o trânsito no Rio de Janeiro.
O que tem um pintor a ver com o trânsito? No caso do Jorge, muito.
Em 1936, ano em que Jorge nasceu, seu pai, o arquiteto Wladimir Alves de Souza, começou a construção da casa que projetara para a rua Sambaíba. Foi a segunda casa da rua. Pronta em 38, a família mudou-se para lá.
Pertinho de casa, a Visconde de Albuquerque era um dos trechos do Circuito da Gávea. Foi lá que nasceu o amor por carros que nosso pintor tem até hoje. Ele se lembra de ter visto passarem as “baratinhas” do Chico Landi - o Ayrton Senna da época - e também o grande Juan Manuel Fangio.
Carros eram tema constante nos seus primeiros desenhos.
Antes de tornar-se o magnífico pintor de carros que hoje é, Jorge Eduardo (www.jorgeduardo.com) passou pela arquitetura, publicidade e marketing, sem se afastar da pintura. A partir de 1981 tornou-se pintor profissional . Nesse entre tempo conseguiu competir nos rallyes promovidos pela revista Autoesporte. Pilotando seu Fusca 56, alemão ainda, tendo seu melhor amigo Sergio Gost como co-piloto, a dupla classificou-se em 4º lugar à frente do ainda garoto Emerson Fittipaldi, que chegou em 5º. Foi um torneio com 3 provas.
No ano seguinte, 67, os dois conqiustaram o primeiro lugar numa prova com a duração de 24 horas: Rio- São Paulo- Belo Horizonte-Rio.
Grande amigo do piloto Norman Casari, Jorge aprendeu muito da experiência dele em dirigir corretamente. Uma das coisas que respeita até hoje é a máxima: “você controla seu carro até o ponto em que ele passa a controlar você”.
No “hospício”, como Jorge define o trânsito no Rio de Janeiro, ele dirige cada vez mais cauteloso, comportando-se conforme o que passou a classificar de “Direção Psicológica”. Daí para elaboração de dicas, foi um passo.
Aproveitem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário