Antônio Fernando Esteves sobre a matéria "Mais uma Vítima da Fera":
Ivanildo, o melhor é não manter bicho nenhum preso.
Clara sobre a matéria "Mais uma Vítima da Fera":
Concordo totalmente! Um bicho que pode voar ser mantido preso é a maior das crueldades. Se eu fosse um desses passarinhos preferiria morrer ao primeiro voo livre do que viver numa gaiola por muitos anos.
Antônio Fernando Esteves sobre a matéria "O Caso do Menino Sean":
Ivanildo, aí tem coisa. Manifesto na Internet, entrevista no jornal, passeata na orla e sei lá mais o que me lembra muito nossos políticos e sindicalistas trocando o verdadeiro foco e nos envolvendo no caso deles.
Alberto del Castillo sobre a matéria "O Caso do Menino Sean":
Sem entrar no mérito da questão, a passeata foi um ato lamentável de um desrespeito flagrante a todos os frequentadores da praia, num dia dedicado ao lazer, apoiado pelo Detran, que proíbe o trafego de veículos pelo local.Infelizmente os trogloditas seguindo os impulsos de arruaceiros, ocuparam toda a rua destinada a pedestres e ciclistas, obrigados a aguardar a passagem dos manifestantes que ocuparam a praia como discípulos do MST.Todos tem o direito a manifestações ordeiras em locais públicos com liberação das autoridades mas em qualquer protesto "Civilizado" um espaço seria preservado para a circulação dos que não participam do evento.
Deborah Cogo sobre a matéria "La Ciudad de los Hermanos - Paulo Moraes":
Tomar um café em Buenos Aires - não tem preço. Comer uma carne mal passada regada a vinho - não tem preço. Caminhar pelas ruas à noite - não tem preço. Concordo plenamente com tudo o que foi escrito pelo Paulo, e não vejo a hora de voltar também!!!
Clara sobre a matéria "La Ciudad de los Hermanos - Paulo Moraes":
A impressão que se tem dos lugares, assim como de quase tudo na vida, depende muito da nossa própria atitude. Para mim basta estar em outro lugar, pois tudo o que é diferente da rotina me encanta. No entanto, acho Buenos Aires uma cidade fascinante, mesmo se comparada com outras mais votadas.
Alberto del Castillo sobre a matéria "La Ciudad de los Hermanos - Paulo Moraes":
Paulo está coberto de razão, os vinhos, as carnes e as noites colocam Buenos Aires numa posição de destaque.Gostaria de acrescentar o tango e o "Dulce de Leche", verdadeiros patrimônios da humanidade legados pela Cidade Portenha.
Simone sobre a matéria "La Ciudad de los Hermanos - Paulo Moraes":
Concordo com todos que estão elogiando Buenos Aires. Mas, mais como alerta do que como querendo desabonar o povo portenho, informo que quando estive com meu marido em Buenos Aires, fomos vítimas de um vigarista chofer de táxi. Ao terminar a corrida, demos uma nota de 100 pesos e o motorista disse que não tinha troco e que não precisávamos pagar. Devolveu-nos (pensamos) a nota de 100 pesos. Mais tarde, ao tomarmos chá em uma confeitaria, fomos pagar com a nota "devolvida" e a nota era falsa. Todavia, repito, Buenos Aires é mesmo fascinante.
Laura Cogo sobre a matéria "La Ciudad de los Hermanos - Paulo Moraes":
Além da boa vontade em conhecer um novo lugar e aproveitar o que tem de melhor na cidade, é preciso ser muito vivo, abrir bem os olhos e não confiar em qualquer sorriso. Deve-se ter isso em conta em qualquer lugar turístico que você vá. Sempre existirão aqueles que querem tirar proveito de um turista relaxado e feliz. Em Buenos Aires rola muita nota falsa, taxista que dá voltas pra cobrar mais e ofertas pega-ratão. Fiquem de OLHO nos hermanos quando vierem!
Roberta sobre a matéria "La Ciudad de los Hermanos - Paulo Moraes":
Buenos Aires + Frio + Vinho + Familia = Melhores férias que já tive
Clara sobre a matéria "Ivanildo, o Príncipe Charles e o OB":
Ivanildo! Esta história do OB, na minha opinião, é incrívelmente romântica. A Camilla é feiosa, desajeitada, mas é o amor da vida do Charles. Acho que aquela Lady Di, na verdade, era uma chatinha.
Alberto del Castillo sobre a matéria "Ivanildo, o Príncipe Charles e o OB":
A última Senhora da Cornuália a ter seu nome no jornal foi Lady Igraine mãe do Rei Arthur, seduzida pelo Rei Uther Pendragon assistido pelo Merlin, que enfeitiçou a dama, fazendo-a pensar estar diante do marido.O truque foi tão bem sucedido que até os dias de hoje é repetido em todos os países do mundo.
Clara sobre a matéria "Ivanildo, o Príncipe Charles e o OB":
No caso recente, a duquesa da Cornuália é que era de verdade e tentaram fazer o pobre Charles pensar que a outra Lady era a amada dele. Ou...sei lá, acho que estou ficando confusa. Estamos falando das mesmas pessoas ou isso tudo é uma metáfora? Ajude aí por favor, senhor del Castillo!
Alberto del Castillo sobre a matéria "Ivanildo, o Príncipe Charles e o OB":
O comentário da Clara é contundente. Genial a insinuação de que o amor entre certas pessoas não passa de uma metáfora.
Alberto del Castillo sobre a matéria "Chama a Dilma !":
Em se tratando de gastos do governo sempre devemos perguntar em que beneficiará a nação.Fórum Social, reuniões de prefeito e afins..., estou convencido estarmos diante de mais um caso de custo alto x benefício nulo.
Alberto del Castillo sobre a matéria "O Senado é uma Caixa Preta ?":
O cheiro ruim emanado pelo Congresso piora a cada dia.Dizem que é o efeito de carne em decomposição.Já é hora de remover os cadáveres do recinto.
Alberto del Castillo sobre a matéria "Protógenes Vai Pôr a Boca no Trombone":
Ora viva! Doutor Protógenes também faz parte da Associação Atlética Bispo de Recife.
Alberto Caeiro sobre a matéria "Chama a Dilma !":
Em se tratando de despesas do governo sempre devemos perguntar em que beneficiará a nação.Fórum Social, reuniões de prefeitos e afins são gastos elevados com benefício zero.
Hugo Hamann sobre a matéria "O Príncipe Chaves (ou Charles ?) no Brasil":
Primeiro o presidente chama a rainha Elisabeth de Margareth. Agora o príncipe Charles é chamado de Chaves pela Secretaria de Imprensa. Poderia ser pior caso o presidente Gula, ou melhor, Lula fizesse alguma piada - como é do seu feitio - com o título da duquesa da Cornuália.
Alberto del Castillo sobre a matéria "Hamlet com Sotaque Baiano":
Adaptar a obra de um gênio é uma tarefa hercúlea.A nova obra se propõe a dar um novo enfoque ou acrescentar algo ao trabalho original.Simplesmente pegar carona na notoriedade de uma peça com intuito de atrair um grande público e evidenciar o nome do novo artista é desonesto.Mesmo sendo aplaudida, as vezes, por um público não familiarizado com a obra original, esta desonestidade castiga o artista que ao invés de desenvolver suas próprias obras, ganha notoriedade por suas ações parasitárias.Em tempo,não se pode complementar um produto acabado.
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