domingo, 4 de março de 2012

Chávez e o Chá de Camomila



Hugo Chávez divulga fotos após cirurgia realizada em Cuba
Foto: Reuters
CARACAS - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, garantiu na última sexta-feira que continua se recuperando após ter sido operado em Cuba e divulgou fotos ao lado de Fidel Castro, mas não deu informações sobre os exames que revelariam se o câncer de que foi tratado no ano passado reapareceu. A recaída do venezuelano de 57 anos sacudiu o país membro da OPEP que em outubro realizará eleições nas quais Chávez pretende ser reeleito após 13 anos no poder.
- Estou começando a levantar voo de novo e estarei com vocês de novo. Todos os dias, meses e anos que eu tenha de vida, levantando a pátria do futuro - disse numa conversa telefônica desde de Cuba, onde se trata, com a televisão estatal venezuelana.
Apesar das constantes ligações e mensagens enviadas pelo Twitter nos últimos dias, continuam circulando diferentes versões sobre seu estado de saúde. Na noite da última sexta-feira, o ministro de Comunicação venezuelano, Andrés Izarra, publicou várias imagens de Chávez nas quais ele aparecia caminhando ao lado de Castro, com quem havia conversado por duas horas.
Nas fotos, que Izarra garantiu que eram da tarde de sexta-feira, e que foram tiradas durante a visita dos irmãos dos irmãos Fidel e Raúl Castro, vê-se o líder venezuelano com roupa esportiva e sorrindo.
- Continuo me recuperando rápido. Estava almoçando. Fazendo a dieta de recuperação: um pequeno bife com arroz, suco e estou tomando um chá de camomila divino - disse no contato que durou 20 minutos e que encerrou, segundo o líder socialista, para iniciar sua caminhada vespertina.
- Não posso atrasar o tratamento em nem um minuto - disse, sem especificar se está recebendo medicação.
O estado de saúde de Chávez mantém em suspenso o futuro político da nação sul-americana, já que Chávez resistiu em delegar o poder ao vice-presidente Elías Jaua, que nos próximos meses deverá abandonar seu cargo para iniciar a campanha para disputar o governo de Miranda.
Sem um sucessor claro e confirmado como candidato do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Chávez enfatizou a necessidade de que suas heterogêneas bases de apoio permaneçam unidas durante sua ausência.




Hugo Chávez divulga fotos após cirurgia realizada em CubaREUTERS


Fantástico !! - Vídeo


A Primeira Gafe da Disputa Municipal de São Paulo




Serra foi entrevistado por Boris Casoy e cometeu gafe ao afirmar que o país se chama Estados Unidos do Brasil
Foto: Reprodução

Serra foi entrevistado por Boris Casoy e cometeu gafe ao afirmar que o país se chama Estados Unidos do BrasilREPRODUÇÃO
RIO – Pré-candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, o ex-governadorJosé Serra cometeu uma gafe ao participar do “Jornal da Band” na noite de quinta-feira. Ao responder um questionamento do apresentador Boris Casoy sobre a possibilidade de a crise econômica na Europa chegar ao país, o tucano disse que o nome completo do Brasil é Estados Unidos do Brasil, quando, na verdade, o país se chama República Federativa do Brasil desde o final dos anos 60, no governo de Costa e Silva.
- Eles (a Europa) criaram uma moeda única na Europa sem que houvesse um país. O Brasil se chama Estados Unidos do Brasil. Os Estados Unidos se chamam Estados Unidos da América – respondia Serra, quando foi imediatamente corrigido por Boris Casoy:
- Não, o Brasil não se chama Estados Unidos do Brasi.
- Mudou? – questionou Serra.
- Se chama República Federativa do Brasil – completou o apresentador.
O tucano, então, emendou:
- O que é parecido. É federação.
Serra já foi candidato à Presidência em duas ocasiões: em 2002, quando perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva, e em 2010, quando foi derrotado pela presidente Dilma Rousseff.
Segundo o portal da Câmara dos Deputados, a mudança no nome do país ocorreu em 1968, na chamada Quinta República, em pleno regime militar. Nesse período de governo, o nome oficial passou de "Estados Unidos do Brasil" para "República Federativa do Brasil" a partir da Lei nº 5.389, de 22 de fevereiro de 1968 e do Parecer nº H-733, de 14 de setembro de 1968, da Consultoria Geral da República.

A Frase da Semana

O Pontapé da Fifa no Brasil





Jerôme Valcke está preocupado com o atraso nas obras da Copa
Foto: Jorge William/Arquivo

Jerôme Valcke está preocupado com o atraso nas obras da CopaJORGE WILLIAM/ARQUIVO
BAGSHOT, Inglaterra - O secretário geral da Fifa, Jérôme Valcke, criticou duramente a organização da Copa de 2014, no Brasil. Ele reclamou do atraso nas obras de infra-estrutura nas cidades sedes e disse que o país está mais preocupado em ganhar o Mundial do que em organizá-lo.
- As coisas não estão funcionando no Brasil. Muitas coisas estão atrasadas - atacou Valcke, que visitará o Brasil na próxima semana. - Acho que a prioridade do Brasil é ganhar o Mundial. Não creio que seja organizar o Mundial - reforçou.
O secretário lembrou que o tempo está passando e não existe um plano B caso o Brasil não dê conta de cumprir todas as exigências:
— Esperávamos mais suporte. Devíamos ter recebido esses documentos assinados em 2007 e estamos em 2012. Tem que acelerar, ganhar um pontapé no traseiro e simplesmente entregar a Copa.

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sábado, 3 de março de 2012

O General e a Comissão da Verdade





General Luiz Eduardo Rocha Paiva
Foto: Reprodução TV




RIO - O general Luiz Eduardo Rocha Paiva ( foto ) acha que a Comissão da Verdade, para não ser “parcial e maniqueísta”, tem que convocar também os que participaram de ações armadas, direta ou indiretamente. Não hesita em perguntar até se a presidente Dilma Rousseff não tem que depor:
- Ela era da VAR-Palmares, que lançou o carro-bomba que matou o soldado Mario Kozel Filho. A comissão não vai chamá-la, por quê?
Rocha Paiva se refere ao atentado ocorrido em 26 de junho de 1968 no Quartel-General do II Exército, em São Paulo. Até 2007 Rocha Paiva ocupava posição de destaque no Exército. Foi comandante da Escola de Comando do Estado-Maior do Exército e secretário-geral do Exército. Abaixo, trechos da entrevista:
O GLOBO: Por que o senhor é contra a Comissão da Verdade?GENERAL LUIZ EDUARDO ROCHA PAIVA: Ela busca a reconciliação nacional depois de 30 anos, e não há mais cisão alguma que tenha ficado do regime militar. Se há alguma coisa a investigar, é só usar a Polícia Federal, e, com vontade política, a presidente tem autoridade para ir até onde ela quiser, respeitada a Lei de Anistia. A Comissão da Verdade não é imparcial. É maniqueísta. O objetivo é promover o esclarecimento de torturas, mortes, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres. Por que não promover também o esclarecimento de atentados terroristas e sequestros de pessoas e aviões, e de execução e justiçamento até de companheiros da luta armada?
Quem era contra o regime foi punido, preso, torturado, exilado. O que o senhor acha desse argumento?
ROCHA PAIVA: Acho que não cola. Nem todos os assassinos, terroristas, sequestradores são conhecidos. Os que planejaram ou estiveram no apoio logístico e no financiamento, não são conhecidos. O ministro Ayres Britto, do STF, reconheceu, em parecer, à revelia da Lei da Anistia, o direito dos que se sentiram vítimas do regime militar de mover ações civis indenizatórias contra ex-agentes do Estado. No momento em que se abre esse precedente, quem for ouvido na Comissão da Verdade poderá estar produzindo provas contra si próprio. Os que sofreram com a luta armada também deveriam ter o mesmo direito.
O ex-deputado Rubens Paiva sumiu dentro de um batalhão do Exército. A família há 41 anos busca informação e não tem. O Exército não tem a obrigação de dar informação?
ROCHA PAIVA: É emblemático o caso Rubens Paiva. Por quê? O homem foi deputado, das classes favorecidas, e todos se preocupam com ele e com Stuart Angel, também. Agora, por que os crimes do PCdoB no Araguaia, de perseguição e morte de mateiros, que eram guias das forças legais, não são emblemáticos?
O senhor não acha que tortura é um desvio?
ROCHA PAIVA: Isso é um desvio, ninguém está dizendo que não. Agora, não foi anistiado? Não é desvio também aqueles grupos armados revolucionários da esquerda, que seguiam linha maoísta, linha soviética, linha cubana, que queriam implantar uma ditadura nos moldes dos países responsáveis pelos maiores crimes contra a Humanidade no século passado? Existiu uma luta, foram cometidos desvios pelos dois lados.
Um lado foi punido. A presidente Dilma ficou presa três anos e foi submetida a tortura.
ROCHA PAIVA: Ela diz que foi submetida a torturas. A senhora tem certeza?
Ah, eu acredito nela...
ROCHA PAIVA: Ah, e eu não sei.
O senhor acha que essas suas opiniões contra a Comissão da Verdade são compartilhadas por pessoas na ativa?
ROCHA PAIVA: Olha, não tenho dúvida de que é geral. Agora, a gente tem que ver o seguinte: o que um militar na ativa pode falar? Não pode falar contra o governo. Os chefes militares cultuam hierarquia, disciplina e também justiça. Ante a iminência de uma injustiça que vai ser perpetrada contra seus subordinados, eles têm obrigação moral e funcional de — com franqueza, disciplina, dentro da lei — levar sua posição a seus comandantes superiores. Se não fizerem isso, não são dignos de serem chefes.
Acha justo que os torturadores não sejam conhecidos?
ROCHA PAIVA: Não vejo por que eles têm que aparecer agora, porque estão anistiados. Por que não tem que aparecer também quem sequestrou, quem planejou? Se uma autoridade de hoje tiver participado; até a presidente Dilma tiver participado, seja diretamente ou indiretamente, que aí é cor-responsável, de um crime que tenha deixado sequelas com vítimas, vai haver a Comissão da Verdade? A presidente vai aparecer? É isso que a senhora quer depois de 30 anos?
O senhor nunca ouviu sequer falar que havia tortura dentro do Exército?
ROCHA PAIVA : Miriam, sempre se falou. Agora, quando é que não houve tortura no Brasil? Quer fazer um cálculo comigo? A senhora pega o livro “Brasil, nunca mais”, da insuspeita Arquidiocese de São Paulo, de dom Paulo Evaristo Arns. Fizeram pesquisas nos arquivos do STM. Levantaram 1.918 torturados. Se a senhora dividir isso pelo tempo da luta armada, são dez anos. Doze meses no ano e 30 dias, a senhora vai ter menos de um torturado por dia. Aí esse número de 1.918, depois que sai o bolsa-ditadura, sobe pra 20 mil torturados. Se a senhora fizer essa mesma conta que eu fiz, a senhora vai chegar a seis torturados por dia. Então uma média de meio torturado por dia, se é que se pode dizer assim, e seis. A senhora vai ter em torno de quatro torturados por dia por conta da luta armada.
O senhor não acha que é mais inteligente da parte das Forças Armadas admitirem que houve o erro? Até para preservar a instituição?
ROCHA PAIVA: Não vejo por que pedir perdão se não houve nenhuma cisão social remanescente do regime militar. Quando saiu o regime militar, e começaram a fazer pesquisas, as Forças Armadas já estavam no topo das instituições de maior credibilidade do país, acima até da imprensa. Então, por que essa instituição precisa pedir perdão?
Porque é crime, general.
ROCHA PAIVA: Foi anistiado, insisto nisso. Não tem que pedir perdão coisa nenhuma.
Vladimir Herzog foi se apresentar para depor e morreu.
ROCHA PAIVA: E quem disse que ele foi morto pelos agentes do Estado? Nisso há controvérsias. Ninguém pode afirmar.
Por que os militares que estavam lá naquele momento não esclarecem tudo na Comissão da Verdade?
ROCHA PAIVA: Existe um inquérito e está escrito no inquérito. Chame os oficiais que estão ali. Chame a pessoa e escute. Agora, chame também quem pode ter mandado matar ou quem pode ter dado a ordem para assassinar o capitão Chandler, assassinado na frente do seu filho. Quem fez, a gente sabe. Foi a ALN. O senador que foi relator da Comissão da Verdade, do projeto de lei. Aloysio Nunes Ferreira era da ALN. Será que ele não tem alguma coisa? Vamos chamar o senador na Comissão da Verdade? Sim. Por que não? Vamos chamar a presidente Dilma? Ela era da VAR-Palmares. E a VAR-Palmares foi a que lançou o carro-bomba que matou o soldado Mario Kozel Filho. Ela era da parte de apoio. Será que ela participou do apoio a essa operação? A Comissão da Verdade não vai chamá-la, por quê? Entende? Minha posição é essa.













PMDB: Uma sublegenda do PT ?


BRASÍLIA - Por meio de um manifesto, uma ala PMDB decidiu formalizar sua insatisfação com o forma do PT governar e tratar seu principal aliado. O documento já conta com 45 assinaturas, dos 77 deputados peemedebistas, e a adesão deve crescer até a próxima semana, quando será entregue ao vice-presidente da República, Michel Temer, (foto) e ao presidente da legenda, Valdir Raupp (RO).

O  manifesto diz que existe uma "relação desigual e injusta" no tratamento que o governo dá ao PMDB, sem permitir que a legenda participe das decisões maiores tomadas, e que "é visível o esforço do governo para fortalecer o Partido dos Trabalhadores". O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), também receberá o documento formalmente na próxima semana, mas diz que o PMDB continuará votando com responsabilidade, como fez na votação do projeto que cria a previdência complementar do servidor público (Funpresp).O PT é citado nominalmente no texto, que enfatiza a ação dos petistas de tentarem enfraquecer a predominância do PMDB nos municípios. A reclamação é que o PMDB vive no governo como uma "sublegenda do PT", segundo os deputados.

O texto evita tratar da queixa mais constante de peemedebistas: a falta de espaço e sub-representarão no governo Dilma. Segundo um dos líderes do movimento, deputado Danilo Fortes (PMDB-CE), não é um movimento por mais cargos ou de ameaça em votações na Casa, mas por maior protagonismo no governo por parte de uma bancada que tem sido mais fiel que o próprio PT nas votações de interesse do governo.

- O tratamento dispensado ao PMDB é, muitas vezes, humilhante, sub-rogado ao segundo plano. Só somos convocados para votar a favor do governo e defender as denúncias de malfeitos. Queremos discutir políticas públicas, fazer o PMDB participar, dando autonomia aos espaços que o PMDB possui. Hoje os ministérios estão todos tutelados -afirmou Danilo Fortes (PE).
Henrique Alves tem sido pressionado pela bancada peemedebista para mudanças na proposta do Código Florestal e o governo e o PT querem manter o texto do Senado. Para muitos, o PMDB foi novamente escanteado, com a relatoria do projeto dos royalties entregue ao petista Carlos Zarattini (SP).

O documento dos peemedebistas pede a realização de um encontro nacional no dia 25 de abril para a retomada da mobilização municipalista. Uma das grandes preocupações dos deputados é em relação à eleição deste ano. "Estamos vivendo uma encruzilhada onde o Partido dos Trabalhadores se prepara com ampla estrutura governamental para tirar do PMDB o protagonismo municipalista e assumir seu lugar como maior partido com base municipal do país", diz o manifesto.

O deputado Osmar Terra (PMDB-RS) é outro parlamentar que assina o documento.
- É um manifesto de insatisfação com o papel secundário que estamos tendo - disse Osmar Terra.
Os parlamentares do PMDB ainda estão sendo procurados para assinar o documento. Até mesmo a vice-presidente da Câmara, Rosi de Freitas (PMDB-ES), assina o manifesto, ao lado de Renan Filho (AL) e Darcísio Perondi (PMDB-RS). Por enquanto, o discurso é de que o movimento é da Câmara, mas tem a simpatia de senadores.

Coisas e Coisas do governo Lula (20/7/2004) = Ricardo Noblat


Como disse recentemente José Genoíno, presidente nacional do PT, a propósito de um assunto qualquer, "uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa".
Uma coisa é o bom momento que o governo parece atravessar: multiplicam-se os indicadores de que a economia retomou o crescimento; nada existe na agenda de votação do Congresso capaz de criar embaraços nos próximos meses; os todo-poderosos ministros Palocci e José Dirceu afinaram o discurso; e ficou para o fim do ano ou começo do próximo uma possível nova reforma do ministério.
Destaque-se, também, a contenção de Lula que tem derrapado menos nos seus improvisos. Ou tem improvisado menos. Bem, isso tudo é uma coisa.
A outra coisa é: os responsáveis pela grana dentro do governo economizam mais do que o previsto e seus colegas se queixam de falta de grana para tocar o mínimo em suas respectivas áreas; no âmbito do governo e mesmo em sua periferia, não existe nenhuma discussão sobre como driblar as armadilhas da política econômica herdada de FHC e sua turma.
José Dirceu espera passarem as eleições municipais para decidir o que fará da vida - se fica ou se sai do governo; e o PT está às vésperas de colher algumas derrotas eleitorais comprometedoras. Se elas de fato ocorrerem, serão debitadas à política de Palocci. E recrudescerão as pressões para mudá-la.
O ministro da Fazenda está na dele com o aval de Lula. O ministro da Casa Civil não está na dele - primeiro porque perdeu força dentro do governo e não conseguiu recuperá-la; segundo porque tem tantas atribuições que não consegue dar conta de todas elas; terceiro porque virou uma espécie de gerente administrativo do governo quando gostaria de ser seu coordenador político; e quarto porque continua sendo contra a política de Palocci, mas não vê sinais de que ela será alterada.
Há mais oposição à política econômica na Esplanada dos Ministérios do que pode sugerir a falsa calmaria que por lá impera. Até assessores de maior confiança do presidente, como é o caso de Frei Beto, já disseram a ele com lealdade que se preparam para ir embora tão logo passem as eleições. A todos, Lula pede paciência, paciência, paciência. É mais para o público interno do que para o externo que Lula tem pedido confiança.
É improvável que possíveis maus resultados colhidos pelo PT nas eleições municipais sejam capazes de enfraquecer Palocci ou de fazê-lo admitir uma correção de rota na sua política. Pelo contrário: nesse caso, Lula se verá tentado a se inclinar ainda mais para a direita na suposição de que agindo assim evitará o fortalecimento dos seus adversários - leia-se PSDB e PFL, principalmente o primeiro.
Em resumo: para o bem ou para o mal, salvo algum fato extraordinário, o governo Lula se arrastará até 2006 mais ou menos do jeito que está e que é hoje.

Barrichello na Fórmula Indy


Rubens Barrichello vai correr na Indy em 2012 Foto: Arquivo
Rubens Barrichello vai correr na Indy em 2012ARQUIVO

RIO - Após ficar sem equipe na Fórmula 1 nesta temporada após 19 anos na categoria, Rubens Barrichello anunciou nesta quinta-feira que vai disputar a F-Indy em 2012. Rubinho vai correr pela equipe KV e terá como companheiro o amigo Tony Kanaan.
A estreia de Rubinho na Indy será no próximo dia 25, em São Petersburgo, na Flórida. Ele vai disputar as 16 provas da temporada - incluindo as cinco corridas em circuitos ovais. A Indy tem uma prova no Brasil, marcada para o dia 29 de abril, em São Paulo.
- Estou muito feliz, porque é uma nova fase da minha vida. Amo tudo isso que faço e é um prazer estar renascendo em uma categoria nova e continuar me divertindo - disse Rubinho à TV Globo.
Prestes a completar 40 anos, em maio, Rubinho é o recordista de participações na F-1, com 322 largadas em GPs. O brasileiro venceu 11 corridas, fez 14 poles e 68 pódios. Ele foi vice-campeão mundial em 2002 e 2004, quando corria pela Ferrari. A equipe de Rubinho na Indy, a KV, venceu apenas uma prova em sua história, em 2008.


Mais um pouco de Fina Estampa


Ferdinand (Carlos Machado) bem que tentará escapar dos crimes  que cometeu em “Fina estampa”, mas o ex-bombeiro será denunciado à polícia nos próximos capítulos da novela de Aguinaldo Silva. Loira, personagem de Fiorella Mattheis na trama, será levada à delegacia e, ao prestar depoimento, acabará dando com a língua nos dentes.
Quinzé (Malvino Salvador) estará acompanhado de um oficial de Justiça quando verá Loira na praia. Ele reconhecerá a mulher que o dopou e a levará à polícia.
Loira então contará ao delegado que foi contratada por Ferdinand para aplicar o golpe conhecido por "Boa Noite Cinderela" no filho de Griselda (Lilia Cabral). Ela alegará que, desde o início, achava que a ideia do fortão era apenas pregar uma peça em Quinzé e que não imaginava que sua intenção era matá-lo.
A periguete acabará liberada, mas antes de ir embora cruzará com Quinzé e Griselda. Ela pedirá desculpas aos dois

A Reflexão do Dia - Maria Bethania Passarelli

E eu que pensava que pastor evangélico entendia apenas de rebanho. Pelo visto deve entender também de cardume.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Responsabilização - Veríssimo


Cristopher Hitchens disse certa fez que se fizera uma promessa: não leria mais nada escrito pelo Henry Kissinger até que fossem publicadas suas cartas da prisão.
O Hitchens já morreu, o Kissinger continua escrevendo (seu último livro é sobre a China) e são poucas as probabilidades de que venha a ser julgado, o que dirá preso, pelo que aprontou — no Chile e no Vietnã, por exemplo.
Sua posteridade como estrategista geopolítico e conselheiro de presidentes está assegurada, ele morrerá sem ser responsabilizado por nada e não serão seus inimigos que escreverão seu epitáfio.
O juiz espanhol Garzón, aquele que mandou prender o Pinochet, estava mexendo com o passado franquista da Espanha, também atrás de responsabilização, e bateu de frente com a reação. Recorreram a um tecnicismo de legalidade duvidosa para barrá-lo. Lá também se invoca uma Lei da Anistia para impedir uma investigação dos crimes da ditadura. Anistia não anula responsabilização.
A partir do tribunal de Nuremberg que julgou a cúpula nazista no fim da Segunda Guerra Mundial, passando pelos julgamentos de tiranos em cortes internacionais desde então, o objetivo buscado é a responsabilização, que não tem nada a ver com retribuição, vingança ou mesmo justiça.
Até hoje discute-se a legalidade formal, de um ponto de vista estritamente jurídico, dos processos em Nuremberg, mas era impensável, diante da enormidade do que tinha acontecido, e sob o impacto das primeiras imagens dos corpos empilhados nos campos de concentração nazistas recém-liberados, que eles não se realizassem.
Alguma forma de responsabilização era uma necessidade histórica. Com alguma grandiloquência se poderia dizer que a consciência humana a exigia.
A tal Comissão da Verdade que se pretende no Brasil responderia à mesma exigência histórica, além da necessidade de completar a história individual de tantos cujo destino ainda é desconhecido.
A julgar pela rapidez com que, aos primeiros protestos de evangélicos e bispos católicos, o Gilberto Carvalho correu para lhes dizer que a posição do governo em relação ao aborto continuaria retrograda como a deles, pode-se duvidar da disposição do governo para enfrentar a reação que virá, como na Espanha do Garzón, ao exame do nosso passado e à responsabilização dos seus desmandos.
Vamos torcer para que, neste caso, a espinha do governo seja mais firme.
Pois sem responsabilização as histórias ficam sem fim, soltas no espaço como fiapos elétricos, e o passado nunca vai embora.

Neymar em Los Angeles





Zac Efron na pré-estreia do filme “O Lorax”, em Los Angeles
Foto: PHIL McCARTEN / REUTERS

Zac Efron na pré-estreia do filme “O Lorax”, em Los AngelesPHIL MCCARTEN / REUTERS
RIO - A notícia de que o ator americano Zac Efron iria a São Paulo, nesta terça-feira (28), para as inaugurações de três lojas da marca John John (na capital paulista, em Ribeirão Preto e Campinas) atingiu as fãs de “High School Musical” como um raio. Rapidamente as garotas começaram a se organizar nas redes sociais para descobrir mais informações e esperar pelo astro nos shoppings onde ocorreriam os eventos. Como prometido, Zac desembarcou no Brasil, atendeu a algumas fãs no aeroporto, mas, para a desilusão de outras milhares de meninas, os três encontros com o rapaz foram cancelados! A assessoria de imprensa do Shopping Iguatemi, em Campinas, justificou o cancelamento dizendo que o ator teve “um contratempo de viagem”, mas é bem provável que o motivo tenha sido mesmo a confusão formada pelo enorme número de fãs nas entradas dos locais, o que comprometeria a segurança de Zac.

 

O Escritor e a Loucura - Zuenir Ventura



Para só quem conhece Rubem Fonseca (foto) no Brasil, é difícil imaginar a cena ocorrida na semana passada em Póvoa de Varzim, cidade de Eça de Queirós. no Norte de Portugal, quando o escritor que não dá entrevista, não se deixa fotografar e não faz palestra, a nossa Greta Garbo, de microfone em punho, rodando em volta da mesa onde deveria estar sentado ao lado de meia dúzia de importantes colegas portugueses, iniciou sua fala. "Aqui nessa mesa todos somos loucos" Dizia e punha a mão no ombro de cada um, inclusive do quase nonagenário filósofo Eduardo Lourenço Jorge. "A literatura é uma forma socialmente aceita de loucura", justificava. Na plateia, mais de 200 pessoas assistiam meio incrédulos, misturando espanto e muitos risos, à palestra-show do autor de "Bufo & Spallanzani", que foi premiado no 13* Correntes d'Escrita, o encontro anual que reúne escritores de expressão ibérica.
Citando em dez minutos doze autotres de variadas nacionalidades (é o único a fazer isso com naturalidade, sem ser pedante), Rubem apontava as condições necessárias para alguém se dedicar ao ofício da escrita. A primeira, indispensável, seria então a loucura. Recorrendo ao exemplo do inglês W. H. Auden, ele garantiu que a maneira de formar um poeta é torná-lo. quando criança, bem neurótico. Basta isso ? Perguntou para responder que não, que o candidato devia ser alfabetizado, "mas não muito". E não precisa ser inteligente ? Nem sempre. Segundo ele, Somerset Maughan confessou ter conhecido centenas de colegas, mas poucos, inteligentes. "Concordo com isso", acrescentou Rubem, para delírio da plateia.
As outras condições seriam ser motivado  (sem motivação você não descasca nem uma banana), imaginativo (e virando-se para os que compunham a respeitável mesa, disse "O escritor tem que ter imaginação, ouviram, meninos ") e, finalmente ser paciente. Para ilustrar, citou o caso do romancista francês Gustave Flaubert, que levou cinco anos para escrever "aquele livrequinho de 200 páginas, Madame Bovary" porque ficou à espera sa palavra certa, o "mot juste". "Não existe sinônimo, estão ouvindo ? Cada palavra tem um significado diferente, ensinou, provocando mais risos: "Essa coisa de sinônimo é conversa mole para dormir dos gramáticos"
No final, sobrou também para o público: "Vocês aí, não pensem que, por não serem escritores, não são  loucos também" Foi aplaudido de pé.
Em 1995, assisti a um show parecido em Havana, onde ele e eu fomos jurados do Prêmio Casa das Américas. Quando descrevi na volta o que tinha visto, um Rubem Fonseca solto, desinibido, fazendo graça e arrancando gargalhadas ao ter dois contos, um violentíssimo e outro quase obsceno, muitos aqui duvidaram. Agora tem o YouTube para comprovar. Podem conferir:

http//youtu.be/QqjLOOs8h5k

As Bolhas - Vídeo


Hugo Chávez Piora

O presidente Hugo Chavez teve uma pequena hemorragia interna ontem e teria que ser submetido a uma nova cirurgia para estancá-la, mas sua debilidade física não permitiu. Ele está sendo tratado no Centro de Tratamento Intensivo do Cimeq. As notícias oficiais, que divulgaram até mesmo um twitter atribuído ao presidente venezuelano dizendo que se recuperava bem, são atribuídas à tentativa de esconder sua piora de saúde. Na sua coluna do jornal El Universal o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda informa que a situação é mais grave do que as autoridades venezuelanas admitem.

O Conde

O velho Conde, retornando de seu passeio matinal chega à sua mansão, e é recebido pelo seu mordomo que, com um largo sorriso e uma reverência, abre-lhe a porta e, de cabeça abaixada, o saúda dizendo:
 - Entre,  seu grande filho de uma puta,  de onde é que o idiota do Conde vem com essa cara de viado velho?
 E o Conde, sorridente,  lhe responde:
 Do otorrino,   acabo de colocar um aparelho auditivo...

quinta-feira, 1 de março de 2012

Entenda a Teoria do Rabo Preso



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Romney vence mais Duas






Mitt Romney com a mulher, Ann, após ter a vitória em Michigan e Arizona anunciada
Foto: Reuters



Mitt Romney com a mulher, Ann, após ter a vitória em Michigan e Arizona anunciadaREUTERS
PHOENIX, Arizona e DETROIT, Michigan - O ex-governador Mitt Romney venceu com folga a primária do Partido Republicano no Arizona, mas o triunfo apertado em relação ao ex-senador Rick Santorum em Michigan, seu estado natal, despertou temores de que o processo de escolha do candidato republicano à Presidência se prolongue demais.
Uma sequência de resultados magros retardaria a definição do nome que enfrentará o presidente Barack Obama, nas urnas, em novembro. Isso porque, nos próximos 15 estados a realizarem prévias, os delegados que votarão na convenção partidária de agosto serão divididos proporcionalmente, de acordo com a posição de chegada dos concorrentes.
Já às 22h, as redes de TV CNN, ABC e NBC deram projeções confirmando a vitória de Romney no Arizona — o que lhe rende todos os 29 delegados em jogo. Com 100% das urnas apuradas, ele obteve 47% dos votos do estado, enquanto Santorum aparece com 26%.
A contagem, porém, foi apertada em Michigan, onde os 30 delegados do estado são distribuídos segundo o critério de proporcionalidade. Com 99% das urnas apuradas, Romney tem 41% dos votos, seguido de perto por Santorum, com 37%.
Os dois estados são fundamentais para determinar os rumos da chamada Super Terça, no dia 6, quando vão às urnas republicanos de 11 estados para disputar 419 delegados. Antes, no próximo sábado, os eleitores do partido no estado de Washington fazem sua escolha. São necessários 1.144 delegados para garantir a nomeação republicana. Romney tinha, até ontem, 123, contra 72 de Santorum.


Hugo Chávez: O Mistério Continua




Presidente venezuelano foi para Cuba na semana passada retirar uma nova ‘lesão’ supostamente maligna
Foto: AFP
Presidente venezuelano foi para Cuba na semana passada retirar uma nova ‘lesão’ supostamente malignaAFP
RIO — No primeiro comunicado oficial do governo venezuelano desde a cirurgia de Hugo Chávez em Cuba, o vice-presidente Elias Jaua disse que o chefe de Estado passa bem e que a lesão foi “completamente removida” na operação. O anúncio otimista contrasta com as recentes notícias de que médicos procuram novos tumores em Chávez, temendo que seu estado de saúde seja pior do que o anunciado.
Jaua ainda contou que Chávez está em contato direto com seu Gabinete. Os únicos detalhes divulgados pelo vice-presidente foi de médicos realização “a extração total da lesão pélvica” e que “não houve complicações” ao longo do procedimento.
De acordo com fontes, a operação teria durado 90 minutos e acontecido de noite em um hospital cubano. Até agora, os relatos indicam que a cirurgia teria sido realizada no Centro de Investigações Médico Cirúrgicas (Cimeq), em Havana, considerado o melhor do sistema de saúde do país e que já teve o ex-presidente Fidel Castro como paciente.
Na noite de segunda-feira, o colunista do GLOBO Merval Pereira adiantou que o presidente venezuelano foi submetido a uma laparotomia exploradora, cujo objetivo era buscar por novos tumores além do que já foi extirpado na mesma região que, em junho, foi detectado um câncer no governante. Segundo fontes, a situação de Chávez seria pior do que o anunciado.
Durante toda o dia de ontem médicos analisaram exames e trocaram informações até com um profissional de Moscou para saber qual o melhor procedimento no caso de Chávez, contou Merval em seu blog. Mais cedo, o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda anunciou que dois dos três médicos que cuidam do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estariam em Havana, mas a informação foi desmentida. Segundo Merval Pereira, há informações de que um brasileiro faz parte da equipe que cuida de Chávez em Cuba e teria acompanhado sua cirurgia.




PSDB, São Paulo: Prévias Adiadas








Reunião da executiva municipal do PSDB Foto: Eliária Andrade / O Globo
 Silvia Amorim, O Globo
O adiamento das prévias do PSDB em São Paulo para dar mais tempo ao ex-governador José Serra fazer campanha foi marcada, nesta terça-feira à noite, por bate-boca e um racha na direção do partido.
Por 10 votos a 8, a Executiva municipal mudou a data, inicialmente marcada para o próximo domingo, para o dia 25. A discussão que ocorreu por mais de duas horas a portas fechadas continuou mesmo em frente às câmeras.
- É uma palhaçada - gritou o primeiro vice-presidente do PSDB paulistano, João Câmara, aliado do pré-candidato José Aníbal.
- Estamos há sete meses nesse processo e aí vem o Serra, às vésperas, e quer tratorar. Isso é uma provocação, um desrespeito à militância - continuou.
Serra disputa com Aníbal e o deputado federal Ricardo Tripoli a vaga de candidato do PSDB à prefeitura paulistana. 


Cuidado, esquerdistas: Não Mordam a Isca!





Crivella fala com a imprensa após anúncio de que integraria o governo Dilma
Foto: O Globo / Ailton de Freitas


Crivella fala com a imprensa após anúncio de que integraria o governo DilmaO GLOBO / AILTON DE FREITAS
BRASÍLIA – O senador Marcelo Crivella (PRB) é o novo ministro da Pesca e Aquicultura do governo Dilma Rousseff. Ele substitui Luiz Sérgio (PT-RJ), que volta a exercer o mandato na Câmara dos Deputados. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, em nota lida pelo porta-voz da Presidência. A presidente Dilma Rousseff informou a troca na pasta sem detalhar os motivos. No texto, Dilma agradece o trabalho despenhado por Luiz Sérgio.
A mudança na pasta da Pesca visa a atender uma antiga reivindicação do PRB, que tem uma bancada de dez de deputados e cobrava do governo a participação no primeiro escalão. Crivella é o único senador do partido. O PRB, aliás, era a legenda do ex-vice-presidente da República José Alencar. A ministra da Secretaria das Relações Institucionais da Presidência, Ideli Salvatti, lembrou que o partido é um "precioso aliado" do governo, desde a gestão Lula.Luiz Sérgio iniciou o governo Dilma como ministro das Relações Institucionais, mas, sem se sair bem na articulação política,assumiu a pasta da Pesca no lugar de Ideli Salvatti, que foi para o seu lugar.
- A presidente fez um profundo reconhecimento pelo trabalho que o ministro Luiz Sérgio desenvolveu, mas também da importância de poder contar no governo, no ministério, com a representação do PRB, um partido pelo qual todos nós temos o maior respeito pela sua atuação e principalmente pelo respeito que todos nós temos, até uma forma de homenagear o nosso ex-vice presidente José Alencar. Toda a discussão da presidenta foi no sentido de integrar um partido que, durante todo o período do presidente Lula e agora, durante todo o governo da presidenta Dilma, sempre foi um partido extremamente aliado, firme, e atuante nas ações do governo. É a incorporação efetiva de um precioso aliado de muito tempo do nosso projeto - disse Ideli.
A ministra negou que a entrada de Crivella no ministério tenha sido uma tentativa do governo de acalmar os ânimos da bancada evangélica, que criticou duramente declarações do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, sobre uma "disputa ideológica" do governo com líderes evangélicos pela nova classe média. Crivella é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

A Fina Estampa de novo...



Nem tudo sairá conforme o planejado no casamento de Amália (Sophie Charlotte) e Rafa (Marco Pigossi) em "Fina estampa". Depois de se irritar com um barraco armado por Zuleika (Juliana Knust) em plena cerimônia na igreja, a filha de Griselda (Lilia Cabral) ainda receberá um presente nada agradável na mansão onde mora. Decidida a infernizar a vida da família, Tereza Cristina (Christiane Torloni) enviará um caixa contendo um rato morto para a noiva. Ela levará um grande susto.
A vilã pedirá que o fiel empregado Crô (Marcelo Serrado) entregue o embrulho sem o nome do remetente. Depois de recepcionar os convidados na festa em sua casa, Amália irá até o quarto trocar de vestido para o momento da valsa. Curiosa, não resistirá e começará a abrir os presentes que ganhou. A empresária ficará especialmente intrigada com a embalagem enviada pela perua e logo abrirá a caixa. Porém, terá a surpresa de encontrar o rato morto e ficará apavorada.
Ela gritará e chamará toda a família para o segundo andar da casa. Todos ficarão espantados, mas Griselda tentará contornar a situação. Quinzé (Malvino Salvador), então, jogará o animal fora e todos voltarão à festa.