Sobre a matéria "Os Quase Ditadores- Luiz Garcia":
Alberto del Casstillo:
Em nosso admirável mundo novo as liberdades individuais são cada vez mais reduzidas em função do bem comum. Determinar o limite de cada um é tarefa sujeita a constantes revisões. A democracia é um conceito em constante adaptação diante das transformações da sociedade.O conceito romântico de que eleições garantem um estado democrático já foi há muito substituído por novos critérios como a distribuição de riquezas como indicador de capacidade de livre arbítrio de uma sociedade.
Sobre a matéria "Lula será Testemunha de Defesa de José Dirceu":
Alberto del Castillo:
Só mesmo um "Processo de Pollyana" poderia ignorar o descalabro do Mensalão.Um preceito fundamental da justiça determina "In dubia pro reu".Para evitar mal entendidos o Presidente Lula ampliou o preceito para "Semper pro reu".
domingo, 13 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Os Quase Ditadores- Luiz Garcia
Em 1959, os países americanos criaram a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, destinada a defender normas e princípios óbvios dos regimes democráticos. Óbvios e indispensáveis: eleições livres, sistema judiciário independente. direito universal de expressão e acesso universal aos meios de comunicação.
Meio século depois. descobre-se que não bastava. Um regime pode ser democrático e legítimo na origem e ainda assim usar os privilégios do poder para nele permanecer indefinidamente.
Mas há quem proponha a adoção de normas que impeçam o desvirtuamento das regras do jogo. É o caso de uma iniciativa do Comitê Jurídico Interamericano da Organização dos Estados Americanos. Ele propõe que a OEA inclua em sua carta a afirmação de que a democracia não se esgota no processo eleitoral. Em outras palavras, deixa de ser democrático o governo que usa o poder para nele se perpetuar.
Um caso típico é o da Venezuela, onde Hugo Chávez usa e abusa de plebiscitos para mudar a seu favor as regras do jogo político, simultaneamente enfraquecendo os partidos, que deixam de participar do diálogo entre o poder e o povo.
Segundo o Presidente do Comitê Jurídico da OEA, o boliviano Jaime Aparício, manobras semelhantes ocorrem em países como Bolívia e Guatemala.
Para quem precisa de consolo, pode-se argumentar que a exploração de plebiscitos é pecado menos grave do que as violências praticadas pelas ditaduras militares comuns no passado. Tudo bem, mas não muito. No fim das contas, regimes com baixo teor de democracia - se é que isso existe - podem ser preferíveis a ditaduras sem disfarces, mas também tendem a durar mais.
Governos vizinhos com razões nebulosas para tratá-los com simpatia não enfrentam o constrangimento de serem acusados de intimidades com ditadores. Mas não podem escapar do incômodo de serem vistos como admiradores daqueles acusados pelo embaixador Aparício como "grupos que usam e abusam das regras que lhes favorecem e tratam de mudar os suprimir as normas que vão contra seus interesses". Ou seja, os quase ditadores tipo Hugo Chávez
Meio século depois. descobre-se que não bastava. Um regime pode ser democrático e legítimo na origem e ainda assim usar os privilégios do poder para nele permanecer indefinidamente.
Mas há quem proponha a adoção de normas que impeçam o desvirtuamento das regras do jogo. É o caso de uma iniciativa do Comitê Jurídico Interamericano da Organização dos Estados Americanos. Ele propõe que a OEA inclua em sua carta a afirmação de que a democracia não se esgota no processo eleitoral. Em outras palavras, deixa de ser democrático o governo que usa o poder para nele se perpetuar.
Um caso típico é o da Venezuela, onde Hugo Chávez usa e abusa de plebiscitos para mudar a seu favor as regras do jogo político, simultaneamente enfraquecendo os partidos, que deixam de participar do diálogo entre o poder e o povo.
Segundo o Presidente do Comitê Jurídico da OEA, o boliviano Jaime Aparício, manobras semelhantes ocorrem em países como Bolívia e Guatemala.
Para quem precisa de consolo, pode-se argumentar que a exploração de plebiscitos é pecado menos grave do que as violências praticadas pelas ditaduras militares comuns no passado. Tudo bem, mas não muito. No fim das contas, regimes com baixo teor de democracia - se é que isso existe - podem ser preferíveis a ditaduras sem disfarces, mas também tendem a durar mais.
Governos vizinhos com razões nebulosas para tratá-los com simpatia não enfrentam o constrangimento de serem acusados de intimidades com ditadores. Mas não podem escapar do incômodo de serem vistos como admiradores daqueles acusados pelo embaixador Aparício como "grupos que usam e abusam das regras que lhes favorecem e tratam de mudar os suprimir as normas que vão contra seus interesses". Ou seja, os quase ditadores tipo Hugo Chávez
Lula será Testemunha de Defesa de José Dirceu

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou prestar depoimento como testemunha de defesa do ex-ministro e deputado cassado José Dirceu (PT-SP), no processo do mensalão . Mas o depoimento será feito por escrito, conforme estabelece um decreto-lei de 1941. A resposta de Lula será encaminhada à juíza Pollyana Kelly Martins Alves, da 12ª Vara Federal de Brasília, que está ouvindo testemunhas por delegação do relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ofício da juíza informando que Lula foi arrolado como testemunha de Dirceu deu entrada na Presidência no dia 18 de agosto. Na correspondência, ela indaga se e como o presidente se manifestaria, além de sugerir que o depoimento fosse prestado no período de 14 de setembro a 30 de outubro deste ano. Na resposta, Lula manifestará a disposição de prestar os esclarecimentos que a Justiça considerar necessário.
Até quinta-feira, somente esse convite havia chegado à Presidência, embora os ex-deputados Roberto Jefferson (PTB-RJ) e José Janene (PP-PR) também tenham indicado Lula como testemunha de defesa. Dirceu, Jefferson e Janene são réus no processo do mensalão, aberto pelo STF em 2007, envolvendo no total 40 pessoas.
Como há 150 testemunhas arroladas, Joaquim Barbosa delegou para juízes primeira instância da Justiça Federal a instrução do processo, que inclui os depoimentos.
Dirceu responde pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa.
Ex-ministros já depuseram como testemunha de Dirceu
Entre as testemunhas de Dirceu que já depuseram estão os ex-ministros da Justiça Márcio Thomaz Bastos e das Relações Institucionais Aldo Rebelo, que presidiu a Câmara em 2005, ano em que estourou o escândalo. Eles foram ouvidos em maio. Na ocasião, Thomaz Bastos voltou a afirmar que o mebsalão não existiu. Aldo também afirmou que nunca ouviu falar na existência de um esquema de pagamento de propina no Congresso em troca de apoio a iniciativas do governo.
Em março, Dirceu prestou depoimento na 2ª Vara Criminal Federal de São Paulo. Ele negou as acusações de envolvimento com o mensalão e disse que o esquema não passou de uma "ibra de ficção".
O ofício da juíza informando que Lula foi arrolado como testemunha de Dirceu deu entrada na Presidência no dia 18 de agosto. Na correspondência, ela indaga se e como o presidente se manifestaria, além de sugerir que o depoimento fosse prestado no período de 14 de setembro a 30 de outubro deste ano. Na resposta, Lula manifestará a disposição de prestar os esclarecimentos que a Justiça considerar necessário.
Até quinta-feira, somente esse convite havia chegado à Presidência, embora os ex-deputados Roberto Jefferson (PTB-RJ) e José Janene (PP-PR) também tenham indicado Lula como testemunha de defesa. Dirceu, Jefferson e Janene são réus no processo do mensalão, aberto pelo STF em 2007, envolvendo no total 40 pessoas.
Como há 150 testemunhas arroladas, Joaquim Barbosa delegou para juízes primeira instância da Justiça Federal a instrução do processo, que inclui os depoimentos.
Dirceu responde pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa.
Ex-ministros já depuseram como testemunha de Dirceu
Entre as testemunhas de Dirceu que já depuseram estão os ex-ministros da Justiça Márcio Thomaz Bastos e das Relações Institucionais Aldo Rebelo, que presidiu a Câmara em 2005, ano em que estourou o escândalo. Eles foram ouvidos em maio. Na ocasião, Thomaz Bastos voltou a afirmar que o mebsalão não existiu. Aldo também afirmou que nunca ouviu falar na existência de um esquema de pagamento de propina no Congresso em troca de apoio a iniciativas do governo.
Em março, Dirceu prestou depoimento na 2ª Vara Criminal Federal de São Paulo. Ele negou as acusações de envolvimento com o mensalão e disse que o esquema não passou de uma "ibra de ficção".
A Palavra do Dia: Insalubre
Na última semana, depois da uma vistoria da Vigilância Sanitária, um alojamento onde viviam 35 menores que tinham por objetivo tornarem-se jogadores de futebol foi interditado por ter sido considerado insalubre. De acordo com os agentes do órgão, havia infiltrações, larvas de mosca em uma geladeira fechada e mofo no local; mas os jovens negam que tenham sido maltratados ou que viviam em condições ruins.
A palavra “insalubre” é um adjetivo de dois gêneros que, no texto acima, designa o local onde se encontram agentes nocivos à saúde ou onde estes estão expostos de tal forma que fiquem além dos limites de tolerância.
Definição do “iDicionário Aulete”: (in.sa.lu.bre) a2g.1. Que não é saudável2. Diz-se de local em que há agentes nocivos à saúde ou em que se dá a exposição a estes acima dos limites de tolerância (cidade insalubre; fábrica insalubre); MALSÃO3. Contaminado por agentes nocivos à saúde; cujo contato, absorção, ingestão etc. pode ser ou é nocivo à saúde (ar insalubre; água insalubre); POLUÍDO; CONTAMINADO4. Que se dá em local insalubre (2) ou cuja natureza se presta a exposição ou propicia o contato com agentes nocivos, prejudiciais à saúde (trabalho insalubre; serviço insalubre; atividade insalubre)5. Jur. Que expõe o trabalhador a agentes nocivos à saúde ou que propicia esta exposição (condições de trabalho insalubres)6. Que causa doença(s); nocivo, prejudicial à saúde (agentes insalubres)[F.: Do lat. insaluber, bris, ou insalubris, e. Sin. nas acps.
A palavra “insalubre” é um adjetivo de dois gêneros que, no texto acima, designa o local onde se encontram agentes nocivos à saúde ou onde estes estão expostos de tal forma que fiquem além dos limites de tolerância.
Definição do “iDicionário Aulete”: (in.sa.lu.bre) a2g.1. Que não é saudável2. Diz-se de local em que há agentes nocivos à saúde ou em que se dá a exposição a estes acima dos limites de tolerância (cidade insalubre; fábrica insalubre); MALSÃO3. Contaminado por agentes nocivos à saúde; cujo contato, absorção, ingestão etc. pode ser ou é nocivo à saúde (ar insalubre; água insalubre); POLUÍDO; CONTAMINADO4. Que se dá em local insalubre (2) ou cuja natureza se presta a exposição ou propicia o contato com agentes nocivos, prejudiciais à saúde (trabalho insalubre; serviço insalubre; atividade insalubre)5. Jur. Que expõe o trabalhador a agentes nocivos à saúde ou que propicia esta exposição (condições de trabalho insalubres)6. Que causa doença(s); nocivo, prejudicial à saúde (agentes insalubres)[F.: Do lat. insaluber, bris, ou insalubris, e. Sin. nas acps.
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "Guido Mantega":
Antônio Fernando Esteves:
Eles falam em pré-sal mas o que já exploram é a pressão.
Alberto del Castillo:
O que ele quis dizer é que o Brasil há uns 15 anos vem acertando o rumo e os controles financeiros que permitiram uma situação estável mesmo diante da crise mundial.A falácia está em insinuar que os programas sociais deste governo são perfeitos e não passíveis de aprimoramento por futuros governantes.A ameaça de instabilidade de futuros governos que alterem as diretrizes atuais é uma recaída do autoritarismo típico do governo Lula.
doutor carlos:
Vou mais longe do que disse o Del Castillo. Vejo uma clara ameaça no que diz esse sinistro personagem. Deduzo que ao afirmar que não se atrevam aqueles que eventualmente derrotarem o petismo nas eleições do ano que vem a mudarem qualquer coisa que foi feita nesses oito anos de lullismo. Os que se atreverem enfrentarão nossas massas revolucionárias - é o que se contém por detrás desse arrogante alerta. De fato, ele conta com que, a qualquer momento, essas massas podem ser acionadas através da organização montada nesses oito anos e que compreende o MST e os Sindicatos. É claramente a república sindical que nunca foi desmontada pelos desastrados militares.
Sobre a matéria "Para Relaxar: Construimos um Novo Amor":
Antônio Fernando Esteves:
Pô Ivanildo, teu chefe estragou tudo. Agora não tenho mais programa pra essa noite.
Sobre a matéria "Cartas ao Ivanildo":
Antônio Fernando Esteves:
Querida Alice. O que dói é não ter ereção.
Alberto del Castillo:
Sendo negado pelo STF a anistia do Battisti, concedida em decisão intempestiva do Ministro Genro, gostaria de saber se ele continuará ocupando seu cargo atual.
Alberto del Castillo:
Cara Cira
O nome do bairro é "del Castillo".Lamentavelmente o erro de grafia para Del Castilho é difícil de corrigir quando o aportuguesamento de palavras estrangeiras é prática comum entre nós.Manoel Maria del Castillo foi o engenheiro responsável pela construção do ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil que terminava nesta localidade.
Sobre a matéria "Alta Tecnologia - Vídeo":
Alberto del Castillo:
Acho que antes que cheguem os fiscais do IBAMA esta máquina já terá serrado, descascado, e empilhado metade da Floresta Amazônica.
Sobre a matéria "A Nova Classe Média":
Alberto del Castillo:
Caro Anônimo
Meu comentário apenas ressaltava que o problema não era ser de classe média mas como prevenir crimes como furto de carro, lesões corporais e o tráfico de drogas.A perda de um filho é uma dor irreparável e mesmo sem conhecermos perfeitamente as causas que levam um jovem à adicção sabemos da importância do amor e da compreensão para enfrentar o problema. O combate aos comerciantes da morte deve ser permanente para evitar o envolvimento maior de nossa juventude. É importante agir para enfrentar esta tragédia.
Antônio Fernando Esteves:
Eles falam em pré-sal mas o que já exploram é a pressão.
Alberto del Castillo:
O que ele quis dizer é que o Brasil há uns 15 anos vem acertando o rumo e os controles financeiros que permitiram uma situação estável mesmo diante da crise mundial.A falácia está em insinuar que os programas sociais deste governo são perfeitos e não passíveis de aprimoramento por futuros governantes.A ameaça de instabilidade de futuros governos que alterem as diretrizes atuais é uma recaída do autoritarismo típico do governo Lula.
doutor carlos:
Vou mais longe do que disse o Del Castillo. Vejo uma clara ameaça no que diz esse sinistro personagem. Deduzo que ao afirmar que não se atrevam aqueles que eventualmente derrotarem o petismo nas eleições do ano que vem a mudarem qualquer coisa que foi feita nesses oito anos de lullismo. Os que se atreverem enfrentarão nossas massas revolucionárias - é o que se contém por detrás desse arrogante alerta. De fato, ele conta com que, a qualquer momento, essas massas podem ser acionadas através da organização montada nesses oito anos e que compreende o MST e os Sindicatos. É claramente a república sindical que nunca foi desmontada pelos desastrados militares.
Sobre a matéria "Para Relaxar: Construimos um Novo Amor":
Antônio Fernando Esteves:
Pô Ivanildo, teu chefe estragou tudo. Agora não tenho mais programa pra essa noite.
Sobre a matéria "Cartas ao Ivanildo":
Antônio Fernando Esteves:
Querida Alice. O que dói é não ter ereção.
Alberto del Castillo:
Sendo negado pelo STF a anistia do Battisti, concedida em decisão intempestiva do Ministro Genro, gostaria de saber se ele continuará ocupando seu cargo atual.
Alberto del Castillo:
Cara Cira
O nome do bairro é "del Castillo".Lamentavelmente o erro de grafia para Del Castilho é difícil de corrigir quando o aportuguesamento de palavras estrangeiras é prática comum entre nós.Manoel Maria del Castillo foi o engenheiro responsável pela construção do ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil que terminava nesta localidade.
Sobre a matéria "Alta Tecnologia - Vídeo":
Alberto del Castillo:
Acho que antes que cheguem os fiscais do IBAMA esta máquina já terá serrado, descascado, e empilhado metade da Floresta Amazônica.
Sobre a matéria "A Nova Classe Média":
Alberto del Castillo:
Caro Anônimo
Meu comentário apenas ressaltava que o problema não era ser de classe média mas como prevenir crimes como furto de carro, lesões corporais e o tráfico de drogas.A perda de um filho é uma dor irreparável e mesmo sem conhecermos perfeitamente as causas que levam um jovem à adicção sabemos da importância do amor e da compreensão para enfrentar o problema. O combate aos comerciantes da morte deve ser permanente para evitar o envolvimento maior de nossa juventude. É importante agir para enfrentar esta tragédia.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Guido Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse achar "temerário" que se tente mudar as diretrizes do governo Lula após as eleições e que, se isso ocorrer, o novo governo "vai apanhar".
"O destino do Brasil já está traçado, mesmo que haja mudança na administração, que não seja um candidato petista que ganhe a eleição, mas de outro partido. As principais diretrizes são conquistas do povo brasileiro. Se mudar, vai apanhar. Se alguém assumir e começar a mudar isso, não vai se aguentar no governo", disse.
Em entrevista à BBC Brasil, Mantega disse duvidar que o Bolsa Família e outros programas sociais possam ser desativados.
"Mesmo com as eleições, o curso das políticas já está dado. Acho temerário que algum novo governante venha a mudar uma série de diretrizes que estão dando certo. Eu duvido que desative o Bolsa Família, os programas sociais. A população não vai deixar. Duvido que diminua investimentos públicos, que bancos públicos diminuam sua atuação, que a Petrobras deixe de ser a principal agente do pré-sal", acrescentou.
A grau de influência do Estado na economia e nas instituições deve ser um dos principais temas da eleição presidencial e, segundo Mantega, o Brasil não caminha para o "velho estatismo".
"No Brasil, o estado tem o papel de estimular o crescimento, mas isso não significa a volta do estatismo, isso não tem nada a ver com o que deve acontecer no início da industrialização. (...)Hoje, o Brasil é um país industrializado, então, o Estado tem de ter uma função de indutor de alguns setores. Não é o velho estatismo, mas é uma maior participação do Estado do que os liberais pregam."
Mantega rebateu também críticas de que o Brasil passa por um momento de "virada nacionalista" com o novo marco regulatório do pré-sal.
"Acho que essa visão é equivocada. O capital estrangeiro no Brasil tem o mesmo status que o capital nacional, não há restrição. As normas do Brasil são claras e são cumpridas. Agora, no campo do petróleo, que é um campo estratégico, a coisa é diferente.(...) Não vamos misturar as coisas. O Brasil não é um país que muda, que caminhou para um nacionalismo xenófobo. Defender os interesses nacionais, todos os países defendem. Nunca vi mais bandeiras nacionais do que nos Estados Unidos."
"O destino do Brasil já está traçado, mesmo que haja mudança na administração, que não seja um candidato petista que ganhe a eleição, mas de outro partido. As principais diretrizes são conquistas do povo brasileiro. Se mudar, vai apanhar. Se alguém assumir e começar a mudar isso, não vai se aguentar no governo", disse.
Em entrevista à BBC Brasil, Mantega disse duvidar que o Bolsa Família e outros programas sociais possam ser desativados.
"Mesmo com as eleições, o curso das políticas já está dado. Acho temerário que algum novo governante venha a mudar uma série de diretrizes que estão dando certo. Eu duvido que desative o Bolsa Família, os programas sociais. A população não vai deixar. Duvido que diminua investimentos públicos, que bancos públicos diminuam sua atuação, que a Petrobras deixe de ser a principal agente do pré-sal", acrescentou.
A grau de influência do Estado na economia e nas instituições deve ser um dos principais temas da eleição presidencial e, segundo Mantega, o Brasil não caminha para o "velho estatismo".
"No Brasil, o estado tem o papel de estimular o crescimento, mas isso não significa a volta do estatismo, isso não tem nada a ver com o que deve acontecer no início da industrialização. (...)Hoje, o Brasil é um país industrializado, então, o Estado tem de ter uma função de indutor de alguns setores. Não é o velho estatismo, mas é uma maior participação do Estado do que os liberais pregam."
Mantega rebateu também críticas de que o Brasil passa por um momento de "virada nacionalista" com o novo marco regulatório do pré-sal.
"Acho que essa visão é equivocada. O capital estrangeiro no Brasil tem o mesmo status que o capital nacional, não há restrição. As normas do Brasil são claras e são cumpridas. Agora, no campo do petróleo, que é um campo estratégico, a coisa é diferente.(...) Não vamos misturar as coisas. O Brasil não é um país que muda, que caminhou para um nacionalismo xenófobo. Defender os interesses nacionais, todos os países defendem. Nunca vi mais bandeiras nacionais do que nos Estados Unidos."
Para Relaxar: Construimos um Novo Amor
Este é um dos dois desfechos de ''Caminho das Índias" que o elenco da novela recebeu. De acordo com o texto, Pandit (José de Abreu) será a primeira pessoa a ver Raj (Rodrigo Lombardi) vivo. Ele reaparecerá no templo e perguntará por Maya (Juliana Paes).
- Maya traiu todo mundo - responderá o sacerdote.
Raj anunciará que já sabia da verdade e que por isto viajou. Ao ouvir de Pandit que Maya está nos gats de Varanasi, Raj irá à procura dela. A cena do reencontro promete grande emoção: o texto de Glória Perez diz que é importante que ela comece com os dois a alguma distância um do outro para que eles corram para um abraço ardente.
- Construímos um amor - dirá ele. - Agora eu sei.
Reconciliados, eles irão à casa de Opash (Tony Ramos), que, surpreso e feliz dirá:
- Tenho minha família de volta! - e todos se abraçarão.
A cena final, na festa de 60 anos de Manu (Osmar Prado), mostrará Maya e Raj saindo de fininho. Já no quarto, um dirá para o outro: ''Te amo''. E aí, fim.
- Maya traiu todo mundo - responderá o sacerdote.
Raj anunciará que já sabia da verdade e que por isto viajou. Ao ouvir de Pandit que Maya está nos gats de Varanasi, Raj irá à procura dela. A cena do reencontro promete grande emoção: o texto de Glória Perez diz que é importante que ela comece com os dois a alguma distância um do outro para que eles corram para um abraço ardente.
- Construímos um amor - dirá ele. - Agora eu sei.
Reconciliados, eles irão à casa de Opash (Tony Ramos), que, surpreso e feliz dirá:
- Tenho minha família de volta! - e todos se abraçarão.
A cena final, na festa de 60 anos de Manu (Osmar Prado), mostrará Maya e Raj saindo de fininho. Já no quarto, um dirá para o outro: ''Te amo''. E aí, fim.
A Palavra do Dia - Necropsia
Em 26 de junho, um dia após a morte do cantor Michael Jackson, o porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles afirmou que a necropsia do artista poderá levar de seis a oito semanas.
A palavra “necropsia” é um substantivo feminino que designa uma autópsia, exame de cadáver para avaliação da causa da morte. Sua origem está no grego 'nekros', que significa “morto” com opsis, que significa “vista”, mais o sufixo “ia”.
Definição do “iDicionário Aulete”:
s. f. exame cadavérico, autópsia. F. gr. Nekros (mortó)+opsis (vista)+ia.
A palavra “necropsia” é um substantivo feminino que designa uma autópsia, exame de cadáver para avaliação da causa da morte. Sua origem está no grego 'nekros', que significa “morto” com opsis, que significa “vista”, mais o sufixo “ia”.
Definição do “iDicionário Aulete”:
s. f. exame cadavérico, autópsia. F. gr. Nekros (mortó)+opsis (vista)+ia.
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "Técnica Para Levantar o Pau - Vídeo":
Jorge Eduardo:
Um amigo meu dizia que nada melhor que um caroço de abacate para provocar uma ereção.É só amarrar um barbante no caroço, amarrando a outra ponta no bilau.Jogando o caroço para trás, por cima do ombro ( direito ou esquerdo, tanto faz ), a ereção é instantânea.
Alice in Chains:
Mas não dói?
Sobre a matéria "O Caso Battisti no STF":
Jorge Eduardo:
Nos jornais de hoje, o bandido vai mesmo ser deportado. É isso aí, seu Tarso, engole essa.
Sobre a matéria "Lucro da Caixa Despenca":
Doutor Carlos:
Considero os imensos gastos de publicidade da CAIXA e do Banco do Brasil e, de certa forma, da Petrobrás como uma arma do Governo Federal para intervir na mídia. Sim, porque ninguém, literalmente ninguém, jamais procurará espontâneamente abrir conta na CAIXA ou no BB, ambos péssimos no serviço que prestam a seus clientes. Só é cliente de qualquer das duas quem é obrigado pelo Govêrno. Durante quase cinquenta anos tive o desfortúnio de ser obrigado a ser cliente da CAIXA, na qualidade de funcionário federal. Recentemente o Ministério do Planejamento (?) decidiu autorizar o pagamento de salários e aposentadorias pelos bancos privados e- ufa! - livrei-me da CAIXA. Por isto, não imaginam Vocês a alegria com que vejo pela TV a musiquinha de propaganda do meu ex-banco -ufa!-que condiz à maravilha com os seus serviços: "VOCÊ NÃO VALE NADA, MAS EU GOSTO DE VOCê". É bem o seu retrato, assim como é lamentável continar a ver que o Governo federal é o maior anunciante da TV aberta, o que já lhe permitiu botar muita gente boa para fora, como Luiz Nacif, Boris Casoy e outros que se atreviam a criticar o Guia Delles...
Jorge Eduardo:
Um amigo meu dizia que nada melhor que um caroço de abacate para provocar uma ereção.É só amarrar um barbante no caroço, amarrando a outra ponta no bilau.Jogando o caroço para trás, por cima do ombro ( direito ou esquerdo, tanto faz ), a ereção é instantânea.
Alice in Chains:
Mas não dói?
Sobre a matéria "O Caso Battisti no STF":
Jorge Eduardo:
Nos jornais de hoje, o bandido vai mesmo ser deportado. É isso aí, seu Tarso, engole essa.
Sobre a matéria "Lucro da Caixa Despenca":
Doutor Carlos:
Considero os imensos gastos de publicidade da CAIXA e do Banco do Brasil e, de certa forma, da Petrobrás como uma arma do Governo Federal para intervir na mídia. Sim, porque ninguém, literalmente ninguém, jamais procurará espontâneamente abrir conta na CAIXA ou no BB, ambos péssimos no serviço que prestam a seus clientes. Só é cliente de qualquer das duas quem é obrigado pelo Govêrno. Durante quase cinquenta anos tive o desfortúnio de ser obrigado a ser cliente da CAIXA, na qualidade de funcionário federal. Recentemente o Ministério do Planejamento (?) decidiu autorizar o pagamento de salários e aposentadorias pelos bancos privados e- ufa! - livrei-me da CAIXA. Por isto, não imaginam Vocês a alegria com que vejo pela TV a musiquinha de propaganda do meu ex-banco -ufa!-que condiz à maravilha com os seus serviços: "VOCÊ NÃO VALE NADA, MAS EU GOSTO DE VOCê". É bem o seu retrato, assim como é lamentável continar a ver que o Governo federal é o maior anunciante da TV aberta, o que já lhe permitiu botar muita gente boa para fora, como Luiz Nacif, Boris Casoy e outros que se atreviam a criticar o Guia Delles...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
O Caso Battisti no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar nesta quarta-feira o pedido de extradição do italiano Cesare Battisti , ex-militante do Proletários Armados pelo Comunismo, organização de extrema esquerda da Itália da década de 70. A sessão, que começou às 9h45m, foi interrompida para almoço, por volta de 12h40m, após o relator, ministro Cezar Peluso, (foto) considerar ilegal o refúgio concedido pelo ninistro da Justiça, Tarso Genro, e defender que a Corte revise sua decisão. Após o intervalo, se o tribunal concordar com Peluso, os ministros decidirão se atendem ou não o pedido de extradição da Itália.
- A decisão do Conare (que rejeitou a concessão de refúgio) está absolutamente correta. O ato (do ministro Tarso) é ilegal - afirmou Peluso.
Peluso ainda não se manifestou formalmente a favor da extradição de Battisti, mas deu indícios de que fará isso na segunda parte de seu voto, aguardada para a tarde.
- Não há a mínima possibilidade de enxergar aqui algum crime de caráter político contra um açougueiro e um joalheiro. Os delitos entram com folga na classe dos crimes comuns graves, classificados como hediondos - disse Peluso em seu voto.
Se a extradição for concedida, Battisti será levado para a Itália para cumprir pena pelos assassinatos. Caso contrário, poderá viver livremente no Brasil.
O julgamento é considerado extremamente complicado pelas nuances políticas. Se levar adiante o julgamento do processo, o STF poderá derrubar decisão do governo brasileiro e deixar o presidente Lula na delicada situação de decidir se segue ou não uma deliberação da mais alta corte do Judiciário.
No início da sessão, Peluso leu seu relatório. Em seguida, os advogados iniciaram a sustentação oral em plenário. Luís Roberto Barroso, advogado de Battisti, disse que seu cliente é "vítima de conjunto de equívocos sem precedentes da Justiça italiana".
- Cesare Battisti é o bode expiatório de uma trama simples - declarou o advogado de Battisti, que não acompanha o julgamento em plenário. O ex-ativista, que declarou estar tranquilo e confiante, está detido no presídio da Papuda, em Brasília, onde aguarda a decisão do STF.
Peluso ainda não se manifestou formalmente a favor da extradição de Battisti, mas deu indícios de que fará isso na segunda parte de seu voto, aguardada para a tarde.
- Não há a mínima possibilidade de enxergar aqui algum crime de caráter político contra um açougueiro e um joalheiro. Os delitos entram com folga na classe dos crimes comuns graves, classificados como hediondos - disse Peluso em seu voto.
Se a extradição for concedida, Battisti será levado para a Itália para cumprir pena pelos assassinatos. Caso contrário, poderá viver livremente no Brasil.
O julgamento é considerado extremamente complicado pelas nuances políticas. Se levar adiante o julgamento do processo, o STF poderá derrubar decisão do governo brasileiro e deixar o presidente Lula na delicada situação de decidir se segue ou não uma deliberação da mais alta corte do Judiciário.
No início da sessão, Peluso leu seu relatório. Em seguida, os advogados iniciaram a sustentação oral em plenário. Luís Roberto Barroso, advogado de Battisti, disse que seu cliente é "vítima de conjunto de equívocos sem precedentes da Justiça italiana".
- Cesare Battisti é o bode expiatório de uma trama simples - declarou o advogado de Battisti, que não acompanha o julgamento em plenário. O ex-ativista, que declarou estar tranquilo e confiante, está detido no presídio da Papuda, em Brasília, onde aguarda a decisão do STF.
Ah... Esse Berlusconi...

Um empresário de Bari que é amigo de Silvio Berlusconi disse ter organizado 18 festas regadas a prostitutas e cocaína a fim de obter favores do premier italiano, segundo noticia na edição desta quarta-feira o jornal "Il Corriere della Sera". Gianpaolo Tarantini fez a confissão ao juiz Giuseppe Scelsi.
No depoimento, Tarantini confirmou todos os rumores que circulam na imprensa nos últimos meses sobre a sua relação com Berlusconi. Entre setembro de 2008 e fevereiro de 2009, o empresário organizou festas no palácio Grazioli, em Villa Certosa e em um spa de luxo (o centro Centro Messeguet de Todi, na Umbria), recrutando 30 prostitutas para ficarem à disposição de Berlusconi e outros convidados na esperança de obter favores do líder de Roma, especialmente na disputa de contratos. Entre as garotas de programa citadas estão uma atriz, uma apresentadora, modelos e até uma mulher identificada, de acordo com o "Corriere", como "a brasileira Camilla Cordeiro Charão".
" Sempre pensei que as mulheres e a cocaína são a chave para o sucesso na sociedade "
"O recurso das prostitutas e da cocaína é parte de um projeto para levantar uma rede de conivência na administração pública, porque sempre pensei que as mulheres e a cocaína são a chave para o sucesso na sociedade", disse o empresário de 36 anos, em uma de suas declarações ao magistrado, ressaltando que o seu objetivo maior era seduzir o premier.
"Quis conhecer o premier e, para isso, tive gastos consideráveis, tentando ganhar a sua confiança, conhecendo o seu interesse pelo gênero feminino", explicou.
Tarantini contou, entretanto, que Berlusconi não sabia que as mulheres recebiam mil euros (cerca de R$ 2.700) quando passavam a noite com ele. Elas também não pagavam pelo táxi e pela hospedagem em hotel de luxo.
"Não fazia outra coisa senão acompanhar as mulheres à casa dele (de Berlusconi) e apresentá-las como amigas", disse.
A declaração sustenta a defesa apresentada por Niccolò Ghedini, advogado do premier, segundo a qual Berlusconi não cometeu delito, já que era apenas "utilizador final" das garotas de programas.
Os serviços sexuais eram destinados tanto a políticos da direita quanto da esquerda, de acordo com Tarantini. O empresário contou que alugou um apartamento para que Sandro Frisullo, um ex-ministro, tivesse encontros com a prostituta Terry de Nicolò, que de acordo com o "La Repubblica" visitou Berlusconi há algumas semanas em Roma.
No depoimento, Tarantini confirmou todos os rumores que circulam na imprensa nos últimos meses sobre a sua relação com Berlusconi. Entre setembro de 2008 e fevereiro de 2009, o empresário organizou festas no palácio Grazioli, em Villa Certosa e em um spa de luxo (o centro Centro Messeguet de Todi, na Umbria), recrutando 30 prostitutas para ficarem à disposição de Berlusconi e outros convidados na esperança de obter favores do líder de Roma, especialmente na disputa de contratos. Entre as garotas de programa citadas estão uma atriz, uma apresentadora, modelos e até uma mulher identificada, de acordo com o "Corriere", como "a brasileira Camilla Cordeiro Charão".
" Sempre pensei que as mulheres e a cocaína são a chave para o sucesso na sociedade "
"O recurso das prostitutas e da cocaína é parte de um projeto para levantar uma rede de conivência na administração pública, porque sempre pensei que as mulheres e a cocaína são a chave para o sucesso na sociedade", disse o empresário de 36 anos, em uma de suas declarações ao magistrado, ressaltando que o seu objetivo maior era seduzir o premier.
"Quis conhecer o premier e, para isso, tive gastos consideráveis, tentando ganhar a sua confiança, conhecendo o seu interesse pelo gênero feminino", explicou.
Tarantini contou, entretanto, que Berlusconi não sabia que as mulheres recebiam mil euros (cerca de R$ 2.700) quando passavam a noite com ele. Elas também não pagavam pelo táxi e pela hospedagem em hotel de luxo.
"Não fazia outra coisa senão acompanhar as mulheres à casa dele (de Berlusconi) e apresentá-las como amigas", disse.
A declaração sustenta a defesa apresentada por Niccolò Ghedini, advogado do premier, segundo a qual Berlusconi não cometeu delito, já que era apenas "utilizador final" das garotas de programas.
Os serviços sexuais eram destinados tanto a políticos da direita quanto da esquerda, de acordo com Tarantini. O empresário contou que alugou um apartamento para que Sandro Frisullo, um ex-ministro, tivesse encontros com a prostituta Terry de Nicolò, que de acordo com o "La Repubblica" visitou Berlusconi há algumas semanas em Roma.
Para Relaxar: Gisele Bündchen

As fotos de Gisele Bündchen no editorial de moda da "Vogue" indiana trazem a modelo brasileira de sári, o traje típico do país. É a primeira vez que uma "firanghi" estrangeira posa sozinha para a publicação. A editora da revista, Priya Tanna, disse que ficou impressionada com o quão natural e confortável a top ficou com as roupas indianas.
A Palavra do Dia: Encíclica
No início de agosto, o senador pelo Estado de Pernambuco Marco Maciel leu, no plenário do Senado, trechos da encíclica 'Caritas in Veritate' (“A Caridade na Verdade”), publicada no dia 7 de julho passado pelo papa Bento XVI.
A palavra “encíclica” é um substantivo feminino que designa uma carta feita pelo papa, dirigida aos bispos de todo o mundo e, por meio deles, a todos os fiéis, abordando dogmas ou doutrinas da igreja católica. Sua origem está no grego egkýios, através do latim encyclicus.
Definição do “iDicionário Aulete”:(en.cí.cli.ca) sf.1. Carta circular papal sobre algum tema de dogma ou doutrina católica[F.: Do gr. egkýklios, pelo lat. tardio encyclicus.]
A palavra “encíclica” é um substantivo feminino que designa uma carta feita pelo papa, dirigida aos bispos de todo o mundo e, por meio deles, a todos os fiéis, abordando dogmas ou doutrinas da igreja católica. Sua origem está no grego egkýios, através do latim encyclicus.
Definição do “iDicionário Aulete”:(en.cí.cli.ca) sf.1. Carta circular papal sobre algum tema de dogma ou doutrina católica[F.: Do gr. egkýklios, pelo lat. tardio encyclicus.]
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "O Voto Sexual - Nelson Motta":
Guinaldo:
Machismo e muitos outros comportamentos se perpetuam na humanidade. Mesmo parecendo uma coisa sem importãncia, muitos desses comportamentos se desdobram em verdadeiras atrocidades de violência e discriminação.
Alberto del Castillo:
Decidir uma posição política em função do sexo é realmente o fundo do poço para qualquer democracia.Como está na moda a busca da reforma dos costumes olhando para o passado,poderemos ter brevemente na Itália a eleição de Júlio Cesar que para assumir o poder renunciou à sua amante, mãe de Marcus Junius Brutus que mais tarde participaria do assassinato do imperador.
Sobre a matéria "História dos Bairros do Rio de Janeiro: Del Castil...":
Cira:
Estou procurando a origem do nome Del Castilho se tiver informações sobre este fato ficaria contente em receber a resposta.
Sobre a matéria "A Nova Classe Média":
Anônimo:
alberto (e ivanildo), é fácil escrever o que vem a cabeça, mas corremos sempre o risco de sermos levianos, magoando e disseminando falsas informações. Sou pai da Puana e a suas poucas linhas passam pouco perto em relação ao que realmente ocorreu. Com a dor que eu ainda sinto, não quero falar a respeito. Apenas digo: pesquisem o verbete "adicção" e reze(m) para não acontecer nada semelhante com nenhum ente querido próximo, ou mesmo com vcs, porque essa doença não escolhe raça, credo e nem classe social (ou cultural). Não é "pouca-vergonha", não é descaso, falta de amor, liberdade demais, não tem cura, e grande parte da população nunca ouviu falar. sds, Carlos.
Sobre a matéria "Para Relaxar":
Antônio Fernando Esteves:
Boa foto. Dois Reis brasileiros de quem o povo não se envergonha.
Sobre a matéria "A Frase do Dia":
Antônio Fernando Esteves:
A minha frase do dia:" Bem vindo Bob's Bolg."
Sobre a matéria "Lucro da Caixa Despenca":
Alberto del Castillo:
Os bancos e empresas estatais estão sendo sangrados em seus lucros pelo governo central.Está claro que a gastança desenfreada do Governo Lula poderá levar à falência estas instituições assim como provocar um insano aumento nos impostos cobrados dos brasileiros. Já estão querendo ressuscitar o infame CPMF.
Sobre a sua postagem "Sem Sexo, Sem Comida":
Alberto del Castillo:
Oh tempora, oh mores! (Acho que é assim)
Guinaldo:
Machismo e muitos outros comportamentos se perpetuam na humanidade. Mesmo parecendo uma coisa sem importãncia, muitos desses comportamentos se desdobram em verdadeiras atrocidades de violência e discriminação.
Alberto del Castillo:
Decidir uma posição política em função do sexo é realmente o fundo do poço para qualquer democracia.Como está na moda a busca da reforma dos costumes olhando para o passado,poderemos ter brevemente na Itália a eleição de Júlio Cesar que para assumir o poder renunciou à sua amante, mãe de Marcus Junius Brutus que mais tarde participaria do assassinato do imperador.
Sobre a matéria "História dos Bairros do Rio de Janeiro: Del Castil...":
Cira:
Estou procurando a origem do nome Del Castilho se tiver informações sobre este fato ficaria contente em receber a resposta.
Sobre a matéria "A Nova Classe Média":
Anônimo:
alberto (e ivanildo), é fácil escrever o que vem a cabeça, mas corremos sempre o risco de sermos levianos, magoando e disseminando falsas informações. Sou pai da Puana e a suas poucas linhas passam pouco perto em relação ao que realmente ocorreu. Com a dor que eu ainda sinto, não quero falar a respeito. Apenas digo: pesquisem o verbete "adicção" e reze(m) para não acontecer nada semelhante com nenhum ente querido próximo, ou mesmo com vcs, porque essa doença não escolhe raça, credo e nem classe social (ou cultural). Não é "pouca-vergonha", não é descaso, falta de amor, liberdade demais, não tem cura, e grande parte da população nunca ouviu falar. sds, Carlos.
Sobre a matéria "Para Relaxar":
Antônio Fernando Esteves:
Boa foto. Dois Reis brasileiros de quem o povo não se envergonha.
Sobre a matéria "A Frase do Dia":
Antônio Fernando Esteves:
A minha frase do dia:" Bem vindo Bob's Bolg."
Sobre a matéria "Lucro da Caixa Despenca":
Alberto del Castillo:
Os bancos e empresas estatais estão sendo sangrados em seus lucros pelo governo central.Está claro que a gastança desenfreada do Governo Lula poderá levar à falência estas instituições assim como provocar um insano aumento nos impostos cobrados dos brasileiros. Já estão querendo ressuscitar o infame CPMF.
Sobre a sua postagem "Sem Sexo, Sem Comida":
Alberto del Castillo:
Oh tempora, oh mores! (Acho que é assim)
sábado, 5 de setembro de 2009
O Voto Sexual - Nelson Motta
No Brasil, muitos políticos se perpetuam no poder com os cotos da clientela dos grotões e dos currais eleitorais, apesar de rejeitados pelo eleitorado com mais educação e informação. Assim, a ignorância, a miséria e o atraso que os elegem também se perpetuam em "mercados eleitorais" como o Maranhão e Alagoas.
Mas na Itália, culta, rica, informada, politizada e democrática, não é fácil entender como Berlusconi, que não fica nada a dever aos nossos sarneys, collors e renans, mantém tanto poder.
Não basta a decepção popular com a incompetência do breve governo de centro-esquerda para explicar sua volta pela falta de opções. É assunto para intermináveis debates, com a paixão e a verbosidade habituais dos italianos. Mas agora Berlusconi está ameaçado não por corrupção ou luta partidári, mas por um adversário improvável e perigoso: as mulheres.
Escândalos sexuais de políticos não provocam grandes reações na Europa, mas o libidinoso "Berlusca" é tão machista, tão promíscuo e desrespeitoso com as mulheres, que começa a sofrer baixas em seu eleitorado feminino. A libido de Berlusconi provoca na opinião pública o que a esquerda, a imprensa e os cidadãos indignados não conseguiram com seus discursos e denúncias.
Ele tanto humilhou publicamente a esposa que ela pediu divórcio, acusando-o de ter um casi com uma garota de 18 anos. Uma sucessão de escândalos com prostitutas e políticos expôs Berlusconi como um consumidor de mulheres, um predador, um cafajeste patológico. Em um país onde as mulheres, além da beleza, têm muita força política.
O machismo italiuano, de amplo espectro político, apoia e se orgulha do "Berlusca": a maioria das mulheres, até as conservadoras, de direita, racista o detesta. Vale a pena acompanhar essa fervilhante comédia dramática italiana, com a exuberância e o humor de sempre, mas com uma novidade: um país de primeiríssimo mundo pode ter seus rumos decididos não entre esquerda e direita, pobres e ricos, velhos e jovens, mas entre homens e mulheres.
Nem um gênio da comédia como Dino Risi imaginaria uma eleição na Itália decidida pelo voto sexual.
Mas na Itália, culta, rica, informada, politizada e democrática, não é fácil entender como Berlusconi, que não fica nada a dever aos nossos sarneys, collors e renans, mantém tanto poder.
Não basta a decepção popular com a incompetência do breve governo de centro-esquerda para explicar sua volta pela falta de opções. É assunto para intermináveis debates, com a paixão e a verbosidade habituais dos italianos. Mas agora Berlusconi está ameaçado não por corrupção ou luta partidári, mas por um adversário improvável e perigoso: as mulheres.
Escândalos sexuais de políticos não provocam grandes reações na Europa, mas o libidinoso "Berlusca" é tão machista, tão promíscuo e desrespeitoso com as mulheres, que começa a sofrer baixas em seu eleitorado feminino. A libido de Berlusconi provoca na opinião pública o que a esquerda, a imprensa e os cidadãos indignados não conseguiram com seus discursos e denúncias.
Ele tanto humilhou publicamente a esposa que ela pediu divórcio, acusando-o de ter um casi com uma garota de 18 anos. Uma sucessão de escândalos com prostitutas e políticos expôs Berlusconi como um consumidor de mulheres, um predador, um cafajeste patológico. Em um país onde as mulheres, além da beleza, têm muita força política.
O machismo italiuano, de amplo espectro político, apoia e se orgulha do "Berlusca": a maioria das mulheres, até as conservadoras, de direita, racista o detesta. Vale a pena acompanhar essa fervilhante comédia dramática italiana, com a exuberância e o humor de sempre, mas com uma novidade: um país de primeiríssimo mundo pode ter seus rumos decididos não entre esquerda e direita, pobres e ricos, velhos e jovens, mas entre homens e mulheres.
Nem um gênio da comédia como Dino Risi imaginaria uma eleição na Itália decidida pelo voto sexual.
A Frase do Dia
Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão.
(Eça de Queiroz)
(Eça de Queiroz)
A Palavra do Dia: Calão
Em dezembro do ano passado, em uma cerimônia no Rio de Janeiro, o presidente Lula utilizou em seu discurso uma palavra que foi, por muitos, considerada como de baixo calão.
A palavra “calão” designa a língua dos ciganos na Espanha, e significa, em seu idioma, “preto”. Em nossa língua, refere-se a linguagem ou modo de falar considerado vulgar, grosseiro ou obsceno.
Definição do “iDicionário Aulete”:calão1 (ca.lão) sm.1. Linguagem considerada vulgar, gíria grosseira: Neste ambiente não se deve usar calão.2. Lus. Pej. Modo de falar, linguajar característico de certo grupo de pessoas3. Gloss. Língua dos ciganos, na Espanha; CALÓ[Pl.: -lões.][F.: Do cigano caló ?preto?]
A palavra “calão” designa a língua dos ciganos na Espanha, e significa, em seu idioma, “preto”. Em nossa língua, refere-se a linguagem ou modo de falar considerado vulgar, grosseiro ou obsceno.
Definição do “iDicionário Aulete”:calão1 (ca.lão) sm.1. Linguagem considerada vulgar, gíria grosseira: Neste ambiente não se deve usar calão.2. Lus. Pej. Modo de falar, linguajar característico de certo grupo de pessoas3. Gloss. Língua dos ciganos, na Espanha; CALÓ[Pl.: -lões.][F.: Do cigano caló ?preto?]
Para Relaxar

Roberto Carlos recebeu nesta quinta-feira uma homenagem especial do Governo do Estado de São Paulo. O rei inuagurou uma placa de bronze no complexo esportivo do Ginásio do Ibirapuera registrando o recorde alcançado com as nove apresentações consecutivas, todas com lotação esgotada, entre 21 de agosto e 3 de setembro, durante as comemorações de seus 50 anos de música. O total de 85.500 pessoas no período equivale ao público que lotou o Maracanã na histórica apresentação do artista no dia 11 de julho.
Além da placa, Roberto Carlos recebeu a Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo.
O rei compareceu à cerimônia acompanhado de seu filho, Dudu Braga, e garantiu que está solteiro. Ele agradeceu as homenagens e ao público.
- Só tenho a agradecer a minha equipe e ao público maravilhoso que me prestigia em tudo o que faço - disse, depois de beijar a medalha.
Na quarta-feira, Roberto Carlos recebeu Pelé após o show em seu camarim (foto).
Além da placa, Roberto Carlos recebeu a Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo.
O rei compareceu à cerimônia acompanhado de seu filho, Dudu Braga, e garantiu que está solteiro. Ele agradeceu as homenagens e ao público.
- Só tenho a agradecer a minha equipe e ao público maravilhoso que me prestigia em tudo o que faço - disse, depois de beijar a medalha.
Na quarta-feira, Roberto Carlos recebeu Pelé após o show em seu camarim (foto).
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Lucro da Caixa Despenca
A Caixa Econômica Federal informou nesta segunda-feira que sua carteira de crédito teve crescimento recorde de 56,1% a R$ 99,2 bilhões entre junho de 2009 e igual mês do ano anterior, o maior avanço para o período em 15 anos. Ao mesmo tempo, a instituição divulgou que seu lucro líquido caiu para menos da metade no primeiro semestre deste ano, para R$ 1,2 bilhão, ante os R$ 2,5 bilhões dos primeiros seis meses de 2008.
"O valor do lucro observado neste primeiro semestre alinha-se à decisão estratégica da Caixa em atuar com as menores taxas de juros do mercado e, com isso, expandir de forma sustentável suas operações de crédito", observa o banco em nota divulgada à imprensa.
O retorno anualizado do banco sobre o Patrimônio Líquido ficou em 17,9%. No segundo trimestre, a instituição registrou lucro líquido de R$ 706 milhões, alta de 56,2% em comparação com os três meses anteriores, quando alcançou R$ 452 milhões.
Os ativos totais da instituição atingiram saldo de R$ 323,7 bilhões e o patrimônio líquido alcançou o valor de R$ 13,5 bilhões, expansões de 22,4% e de 8,2% respectivamente, quando comparados a igual período do ano passado.
O aumento recorde da carteira de crédito do Banco também resultou em elevação do saldo de provisão de R$ 5,4 bilhões, em junho de 2008, para R$ 7,9 bilhões, em junho de 2009. Por outro lado, o percentual de provisão com relação ao saldo da carteira de crédito reduziu-se em 7%, no mesmo período, baixando de 8,6% para 8%.
Em nota, o banco atribui este aumento, 2,8 vezes superior ao de 19,7% observado no Sistema Financeiro Nacional, aos seis cortes nas taxas de juros realizados neste ínterim, ampliando sua liderança no mercado de poupança e financiamento imobiliário. A instituição também reduziu os juros nos empréstimos habitacionais com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As taxas estão entre 8,2% a.a. e 11,5% a.a., acrescidos de TR.
"Apenas no primeiro semestre, com a realização de operações de crédito comercial e de financiamentos na área de desenvolvimento urbano, a Caixa proporcionou quase R$ 64 bilhões para a economia brasileira. Ainda no período, os valores dos repasses de tributos e encargos sociais à União, Estados e Municípios, somados aos juros sobre capital próprio, alcançaram R$ 2,2 bilhões, equivalentes a 200% do lucro líquido", explica a instituição em nota.
Além dos recursos próprios, a Caixa é responsável ainda pela administração de mais R$ 371,2 bilhões originados de fundos de investimentos, do FGTS, do PIS, entre outros fundos, alcançando o valor de R$ 649,9 bilhões de ativos geridos. O índice de Basiléia ao fim do semestre foi de 18,8%, superior ao mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil.
"O valor do lucro observado neste primeiro semestre alinha-se à decisão estratégica da Caixa em atuar com as menores taxas de juros do mercado e, com isso, expandir de forma sustentável suas operações de crédito", observa o banco em nota divulgada à imprensa.
O retorno anualizado do banco sobre o Patrimônio Líquido ficou em 17,9%. No segundo trimestre, a instituição registrou lucro líquido de R$ 706 milhões, alta de 56,2% em comparação com os três meses anteriores, quando alcançou R$ 452 milhões.
Os ativos totais da instituição atingiram saldo de R$ 323,7 bilhões e o patrimônio líquido alcançou o valor de R$ 13,5 bilhões, expansões de 22,4% e de 8,2% respectivamente, quando comparados a igual período do ano passado.
O aumento recorde da carteira de crédito do Banco também resultou em elevação do saldo de provisão de R$ 5,4 bilhões, em junho de 2008, para R$ 7,9 bilhões, em junho de 2009. Por outro lado, o percentual de provisão com relação ao saldo da carteira de crédito reduziu-se em 7%, no mesmo período, baixando de 8,6% para 8%.
Em nota, o banco atribui este aumento, 2,8 vezes superior ao de 19,7% observado no Sistema Financeiro Nacional, aos seis cortes nas taxas de juros realizados neste ínterim, ampliando sua liderança no mercado de poupança e financiamento imobiliário. A instituição também reduziu os juros nos empréstimos habitacionais com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As taxas estão entre 8,2% a.a. e 11,5% a.a., acrescidos de TR.
"Apenas no primeiro semestre, com a realização de operações de crédito comercial e de financiamentos na área de desenvolvimento urbano, a Caixa proporcionou quase R$ 64 bilhões para a economia brasileira. Ainda no período, os valores dos repasses de tributos e encargos sociais à União, Estados e Municípios, somados aos juros sobre capital próprio, alcançaram R$ 2,2 bilhões, equivalentes a 200% do lucro líquido", explica a instituição em nota.
Além dos recursos próprios, a Caixa é responsável ainda pela administração de mais R$ 371,2 bilhões originados de fundos de investimentos, do FGTS, do PIS, entre outros fundos, alcançando o valor de R$ 649,9 bilhões de ativos geridos. O índice de Basiléia ao fim do semestre foi de 18,8%, superior ao mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil.
Assassinatos de Gays no Iraque
Milicianos estão torturando e matando homossexuais no Iraque, em uma campanha sistemática que já deixou centenas de mortos no país desde 2004. A denúncia foi feita nesta segunda-feira pela Human Rights Watch (HRW), importante organização de defesa dos direitos humanos, em um relatório que exige atitudes urgentes do governo iraquiano.
Segundo a ONG, as chamadas "limpezas sociais" representam um novo risco à segurança, mesmo em um contexto em que outros tipos de violência ganham força. O relatório cita depoimentos de pessoas que tiveram suas casas invadidas por grupos armados, usando máscaras. Outras testemunhas relatam ter encontrado corpos de homossexuais em lixões, mutilados e apresentando sinais de tortura. Às vezes, palavras ofensivas são inscritas nos corpos.
A Human Rights Watch denuncia ainda que homossexuais iraquianos também são vítimas dos chamados crimes de honra, em que gays são mortos pelos próprios familiares, que agem alegando defender a respeitabilidade de sua família.
A organização afirma que integrantes do grupo xiita Exército do Mehdi estariam à frente da campanha, mas que também haveria envolvimento da polícia. No documento, a ONG cita relatos de que forças de segurança do governo teriam "apoiado e participado dos assassinatos".
- A mesma coisa que costumava acontecer a sunitas e xiitas está ocorrendo agora com os gays - disse um médico, referindo-se ao período de disputa sectária no país. O profissional, ele mesmo um gay assumido, afirmou que perdeu vários amigos assassinados.
Recentemente, posteres foram vistos na Cidade Sadr - uma área xiita, conservadora, de Bagdá - pedindo às pessoas que denunciem gays e dêem não apenas seus nomes, mas também seus endereços. Quase 90 homossexuais foram mortos no Iraque desde o início de janeiro e muitos outros estão desaparecidos, disse o relatório da HRW, intitulado "Querem nos exterminar".
O relatório diz que muitos homossexuais iraquianos fugiram para países vizinhos onde, embora a atividade homossexual seja proibida, o risco de perseguições é menor. Segundo a ONG, as ameaças e abusos se alastraram da capital iraquiana, Bagdá, para cidades como Kirkuk, Najaf e Basra, embora as perseguições sejam mais concentradas em Bagdá.
- Ouvimos histórias, confirmadas por médicos, de homens que tiveram cola aplicada em seu ânus e depois foram obrigados a tomar laxantes, o que leva a uma morte muito dolorosa - disse Rasha Mumneh, um dos autores do relatório.
As autoridades do Iraque dizem que parte do problema em lidar com os ataques é que os parentes das vítimas raramente dão informações à polícia.
Segundo a ONG, as chamadas "limpezas sociais" representam um novo risco à segurança, mesmo em um contexto em que outros tipos de violência ganham força. O relatório cita depoimentos de pessoas que tiveram suas casas invadidas por grupos armados, usando máscaras. Outras testemunhas relatam ter encontrado corpos de homossexuais em lixões, mutilados e apresentando sinais de tortura. Às vezes, palavras ofensivas são inscritas nos corpos.
A Human Rights Watch denuncia ainda que homossexuais iraquianos também são vítimas dos chamados crimes de honra, em que gays são mortos pelos próprios familiares, que agem alegando defender a respeitabilidade de sua família.
A organização afirma que integrantes do grupo xiita Exército do Mehdi estariam à frente da campanha, mas que também haveria envolvimento da polícia. No documento, a ONG cita relatos de que forças de segurança do governo teriam "apoiado e participado dos assassinatos".
- A mesma coisa que costumava acontecer a sunitas e xiitas está ocorrendo agora com os gays - disse um médico, referindo-se ao período de disputa sectária no país. O profissional, ele mesmo um gay assumido, afirmou que perdeu vários amigos assassinados.
Recentemente, posteres foram vistos na Cidade Sadr - uma área xiita, conservadora, de Bagdá - pedindo às pessoas que denunciem gays e dêem não apenas seus nomes, mas também seus endereços. Quase 90 homossexuais foram mortos no Iraque desde o início de janeiro e muitos outros estão desaparecidos, disse o relatório da HRW, intitulado "Querem nos exterminar".
O relatório diz que muitos homossexuais iraquianos fugiram para países vizinhos onde, embora a atividade homossexual seja proibida, o risco de perseguições é menor. Segundo a ONG, as ameaças e abusos se alastraram da capital iraquiana, Bagdá, para cidades como Kirkuk, Najaf e Basra, embora as perseguições sejam mais concentradas em Bagdá.
- Ouvimos histórias, confirmadas por médicos, de homens que tiveram cola aplicada em seu ânus e depois foram obrigados a tomar laxantes, o que leva a uma morte muito dolorosa - disse Rasha Mumneh, um dos autores do relatório.
As autoridades do Iraque dizem que parte do problema em lidar com os ataques é que os parentes das vítimas raramente dão informações à polícia.
Sem Sexo, Sem Comida
Uma lei que permite aos maridos matarem suas mulheres de fome no caso destas se recusarem a ter relações sexuais com eles foi aprovada na surdina no Afeganistão, revoltando opositores do governo e grupos de direitos humanos.
Publicada no diário oficial do país e aparentemente aprovada pelo presidente Hamid Karzai, a lei era uma proposta cuja versão original já tinha causado indignação no início deste ano. Na época, sob pressão, Karzai foi forçado a modificar a proposta, e foi esta versão modificada a aprovada discretamente e, segundo seus críticos, oportunamente às vésperas das eleições presidenciais, na próxima quinta-feira. A aprovação da lei teria como objetivo agradar aos conservadores xiitas, cujos votos o presidente considera fundamentais para a vitória nas urnas.
A proposta inicial obrigava as mulheres xiitas a terem relações sexuais com seus maridos a cada quatro dias, no mínimo, e ainda perdoava casos de estupro dentro do casamento, ao remover a necessidade de consentimento da esposa - ou seja, a mulher, querendo ou não, teria que ter relações com seu marido; caso não quisesse, o marido teria o direito de violentá-la. Ou de não lhe dar comida.
A emenda ao texto original aprovada pelo governo manteve as partes mais opressoras, incluindo esta, que permite que o marido não dê comida à mulher enquanto esta se recusar a fazer sexo. A lei determina também que a esposa peça ao marido permissão para trabalhar e, ainda, dá a pais e avôs a custódia exclusiva dos filhos.
A lei afegã governa a vida familiar xiita. Líderes do Ocidente e grupos feministas do Afeganistão se uniram para condenar o retrocesso na liberdade conquistada pelas mulheres depois da queda do Talibã, alegando que a aprovação obscurece os direitos de igualdades garantidos na Constituição.
- Houve uma revisão na proposta. Karzai, sob forte pressão do mundo inteiro, foi obrigado a reescrevê-la, mas a versão aprovada continua contendo as partes mais opressoras - disse Rachel Reid, representante do Human Rights Watch em Cabul. - O que interessa ao presidente é o apoio dos fundamentalistas e extremistas no Afeganistão.
Feministas alertam ainda que a Comissão Independente das Eleições precisa recrutar 13 mil mulheres antes das eleições de quinta-feira, a fim de permitir que as seções eleitorais exclusivas para mulheres tenham oficiais do sexo feminino a postos e aptas a revistarem as eleitoras. Caso os postos não sejam ocupados - o jornal "The Independent" calcula que não sejam 13 mil, mas 42 mil oficiais necessárias -, é provável que muitos homens não deixem suas mulheres e filhas votarem em seções mistas.
Publicada no diário oficial do país e aparentemente aprovada pelo presidente Hamid Karzai, a lei era uma proposta cuja versão original já tinha causado indignação no início deste ano. Na época, sob pressão, Karzai foi forçado a modificar a proposta, e foi esta versão modificada a aprovada discretamente e, segundo seus críticos, oportunamente às vésperas das eleições presidenciais, na próxima quinta-feira. A aprovação da lei teria como objetivo agradar aos conservadores xiitas, cujos votos o presidente considera fundamentais para a vitória nas urnas.
A proposta inicial obrigava as mulheres xiitas a terem relações sexuais com seus maridos a cada quatro dias, no mínimo, e ainda perdoava casos de estupro dentro do casamento, ao remover a necessidade de consentimento da esposa - ou seja, a mulher, querendo ou não, teria que ter relações com seu marido; caso não quisesse, o marido teria o direito de violentá-la. Ou de não lhe dar comida.
A emenda ao texto original aprovada pelo governo manteve as partes mais opressoras, incluindo esta, que permite que o marido não dê comida à mulher enquanto esta se recusar a fazer sexo. A lei determina também que a esposa peça ao marido permissão para trabalhar e, ainda, dá a pais e avôs a custódia exclusiva dos filhos.
A lei afegã governa a vida familiar xiita. Líderes do Ocidente e grupos feministas do Afeganistão se uniram para condenar o retrocesso na liberdade conquistada pelas mulheres depois da queda do Talibã, alegando que a aprovação obscurece os direitos de igualdades garantidos na Constituição.
- Houve uma revisão na proposta. Karzai, sob forte pressão do mundo inteiro, foi obrigado a reescrevê-la, mas a versão aprovada continua contendo as partes mais opressoras - disse Rachel Reid, representante do Human Rights Watch em Cabul. - O que interessa ao presidente é o apoio dos fundamentalistas e extremistas no Afeganistão.
Feministas alertam ainda que a Comissão Independente das Eleições precisa recrutar 13 mil mulheres antes das eleições de quinta-feira, a fim de permitir que as seções eleitorais exclusivas para mulheres tenham oficiais do sexo feminino a postos e aptas a revistarem as eleitoras. Caso os postos não sejam ocupados - o jornal "The Independent" calcula que não sejam 13 mil, mas 42 mil oficiais necessárias -, é provável que muitos homens não deixem suas mulheres e filhas votarem em seções mistas.
Para Relaxar

Apesar de jovem, Bruno Gagliasso (foto) já acumula 19 anos de carreira como ator. Com 25 anos, debutou como produtor no espetáculo "Um certo Van Gogh". Agora, aos 27, faz sua estreia na direção teatral com "Aonde está você agora?", que será apresentada sexta (21.08), sábado (22.08) e domingo (23.08) no Teatro Abel, em Niterói. Para ele, o processo de ampliação de sua carreira foi "natural".
- Acho que começar a dirigir foi um caminho natural em minha carreira artística. Sou motivado pela criação. A direção é um outro papel em que posso exercer minha criatividade - explicou Bruno ao site do Globo.
O ator não frequentou cursos de direção para teatro nem teve aulas com diretores renomados. Sua escola foram todos os seus trabalhos até hoje.
- Minhas escolas de direção foram todas as experiências e referências que venho acumulando na minha carreira artística, dos filmes e peças que já estudei até diretores com quem eu trabalhei e admiro. Tudo me ajuda a fazer esse trabalho. É minha primeira experiência e ainda tenho muito a aprender - reconhece o ator.
" Acho que começar a dirigir foi um caminho natural em minha carreira artística. Sou motivado pela criação "
A peça "Aonde está você agora?" foi escrita por Regina Antonini. A primeira montagem aconteceu em 1995, com Cassiano Carneiro e André Gonçalves nos papéis principais. Na versão 2009, Bruno - que já a encenou - e o ator Thiago Martins assumem seus lugares para falar de amizade e conflitos de classes sociais, com inspiração na música "Vento no litoral", de Renato Russo.
- A peça fala de uma grande amizade entre dois garotos de mundos diferentes, uma amizade que atravessa os anos e as mudanças da vida de cada um através de uma ligação mágica que só grandes amigos têm - comentou Bruno, que é amigo do peito de Thiago.
O personagem na peça é completamente diferente do esquizofrênico Tarso, que Bruno vem desenvolvendo com sucesso de crítica e público na novela "Caminho das Índias".
- Essa é uma das grandes coisas legais da minha profissão: poder viver diferentes personagens e transmitir essa experiência para o público - revelou.
O projeto da remontagem é da dupla, que estava muito a fim de fazer teatro junto. O clima é tão amistoso, dentro e fora do espetáculo, que a namorada de Thiago, a atriz Fernanda Paes Leme, divide a assistência de direção com Léo Fuchs. Em entrevista a uma revista de celebridades, Thiago comentou que "tem sido muito bacana" ser dirigido pelo amigo.
" Essa é uma das grandes coisas legais da minha profissão "
Além de atuar, Thiago também vai soltar a voz no espetáculo. Muitos não sabem, mas o ator tem uma banda de pop/rock chamada Guerreiros de Jorge. Em "Aonde está você agora?" ele se apresenta ao vivo com Jamaica, músico que integra o grupo.
Sob a batuta de Bruno, "Aonde está você agora?" estreou em Belém, no Pará, em julho, evidenciando a estratégia cada vez mais usada ultimamente de se iniciar a temporada fora do eixo Rio-São Paulo, para quando chegar por aqui, estar tudo tinindo. Bruno negou haver "estratégia".
- Na realidade não é uma estratégia, e sim uma questão de agenda. A pauta dos bons teatros do Rio e São Paulo precisam ser marcadas com muita antecedência. Por isso, como aconteceu com "Van Gogh", acabamos por estrear em outras capitais para depois chegar ao centro. A peça estreia quando está pronta para estrear, independente da cidade ou do público - contemporizou Bruno.
A peça ainda não tem data para chegar ao Rio. Provavelmente será apenas em 2010. Um motivo a mais para não perder a curta temporada em Niterói.
- Acho que começar a dirigir foi um caminho natural em minha carreira artística. Sou motivado pela criação. A direção é um outro papel em que posso exercer minha criatividade - explicou Bruno ao site do Globo.
O ator não frequentou cursos de direção para teatro nem teve aulas com diretores renomados. Sua escola foram todos os seus trabalhos até hoje.
- Minhas escolas de direção foram todas as experiências e referências que venho acumulando na minha carreira artística, dos filmes e peças que já estudei até diretores com quem eu trabalhei e admiro. Tudo me ajuda a fazer esse trabalho. É minha primeira experiência e ainda tenho muito a aprender - reconhece o ator.
" Acho que começar a dirigir foi um caminho natural em minha carreira artística. Sou motivado pela criação "
A peça "Aonde está você agora?" foi escrita por Regina Antonini. A primeira montagem aconteceu em 1995, com Cassiano Carneiro e André Gonçalves nos papéis principais. Na versão 2009, Bruno - que já a encenou - e o ator Thiago Martins assumem seus lugares para falar de amizade e conflitos de classes sociais, com inspiração na música "Vento no litoral", de Renato Russo.
- A peça fala de uma grande amizade entre dois garotos de mundos diferentes, uma amizade que atravessa os anos e as mudanças da vida de cada um através de uma ligação mágica que só grandes amigos têm - comentou Bruno, que é amigo do peito de Thiago.
O personagem na peça é completamente diferente do esquizofrênico Tarso, que Bruno vem desenvolvendo com sucesso de crítica e público na novela "Caminho das Índias".
- Essa é uma das grandes coisas legais da minha profissão: poder viver diferentes personagens e transmitir essa experiência para o público - revelou.
O projeto da remontagem é da dupla, que estava muito a fim de fazer teatro junto. O clima é tão amistoso, dentro e fora do espetáculo, que a namorada de Thiago, a atriz Fernanda Paes Leme, divide a assistência de direção com Léo Fuchs. Em entrevista a uma revista de celebridades, Thiago comentou que "tem sido muito bacana" ser dirigido pelo amigo.
" Essa é uma das grandes coisas legais da minha profissão "
Além de atuar, Thiago também vai soltar a voz no espetáculo. Muitos não sabem, mas o ator tem uma banda de pop/rock chamada Guerreiros de Jorge. Em "Aonde está você agora?" ele se apresenta ao vivo com Jamaica, músico que integra o grupo.
Sob a batuta de Bruno, "Aonde está você agora?" estreou em Belém, no Pará, em julho, evidenciando a estratégia cada vez mais usada ultimamente de se iniciar a temporada fora do eixo Rio-São Paulo, para quando chegar por aqui, estar tudo tinindo. Bruno negou haver "estratégia".
- Na realidade não é uma estratégia, e sim uma questão de agenda. A pauta dos bons teatros do Rio e São Paulo precisam ser marcadas com muita antecedência. Por isso, como aconteceu com "Van Gogh", acabamos por estrear em outras capitais para depois chegar ao centro. A peça estreia quando está pronta para estrear, independente da cidade ou do público - contemporizou Bruno.
A peça ainda não tem data para chegar ao Rio. Provavelmente será apenas em 2010. Um motivo a mais para não perder a curta temporada em Niterói.
A Palavra do Dia: Clemência
Na última semana, a mãe de uma das duas jovens inglesas que foram presas no Rio sob a acusação de mentir sobre roubo de bagagens, pediu que a justiça brasileira tenha clemência , alegando que se tratava de um 'mal-entendido'
A palavra “clemência” é um substantivo feminino que teve sua origem no termo latino 'clementia, ae', e designa o desejo ou predisposição de perdoar, de suavizar os castigos impostos a outras pessoas. (cle.mên.ci:a)
Definição do “iDicionário Aulete”:substantivo feminino.1. Disposição de espírito para perdoar erros ou minorar castigos impostos a outrem; INDULGÊNCIA; MISERICÓRDIA
2. P.ext. Bondade, benevolência; magnanimidade
3. Fig. Suavidade, brandura, amenidade: a clemência do clima[F.: do lat. clementia,ae. Hom./Par.: clemência(s) (sf.[pl.]), clemencia(s) (fl. clemenciar).]
A palavra “clemência” é um substantivo feminino que teve sua origem no termo latino 'clementia, ae', e designa o desejo ou predisposição de perdoar, de suavizar os castigos impostos a outras pessoas. (cle.mên.ci:a)
Definição do “iDicionário Aulete”:substantivo feminino.1. Disposição de espírito para perdoar erros ou minorar castigos impostos a outrem; INDULGÊNCIA; MISERICÓRDIA
2. P.ext. Bondade, benevolência; magnanimidade
3. Fig. Suavidade, brandura, amenidade: a clemência do clima[F.: do lat. clementia,ae. Hom./Par.: clemência(s) (sf.[pl.]), clemencia(s) (fl. clemenciar).]
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "O Lado Negro dos Signos - Peixes(20/02 a 20/03)":
Pisces:
Nossa... realmente, isso aí me descreveu completamente *-*
Sobre a matéria "Desvendado o Segredo do Sucesso do Presidente Lula...":
Antônio Fernando Esteves:
Muito boa comparação
Pisces:
Nossa... realmente, isso aí me descreveu completamente *-*
Sobre a matéria "Desvendado o Segredo do Sucesso do Presidente Lula...":
Antônio Fernando Esteves:
Muito boa comparação
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Desvendado o Segredo do Sucesso do Presidente Lula - Gerald Thomas
Existe alguma outra frase que possa expressar com tamanha clareza a natureza do nosso sistema político? Desse covil que ainda tem o poder de nos surpreender, de nos indignar? José Sarney, presidente do Senado, tenta nos fazer esquecer seus antigos pecados utilizando-se, para isso, e a cada dia, pecados novos. Quando estamos nos esquecendo das proezas de algum de seus filhos, aparece sua neta para nos lembrar que ainda estamos muito distantes da idéia de sermos um país sério.O país acostumou-se a viver num eterno escândalo. Políticos são vistos pela sociedade como seres desprezíveis, desnecessários mesmo. Todos eles. De qualquer partido. Menos um! Sim, um deles resiste bravamente. Justamente o principal político do Brasil: seu presidente Luis Inácio Lula da Silva.Lula será analisado pela História como o político que mais traiu seus eleitores, mais frustrou as esperanças de seu povo. No entanto, no presente, sai imune a todos estes escândalos e alcança altos índices de aprovação. Qual seu segredo?Da mesma maneira com que Basil Hallward pintou o retrato de Dorian Gray, no romance de Oscar Wilde, Lula foi pintado pela Imprensa, na realidade brasileira. Lula e seu PT surgiram como o novo, os donos absolutos da verdade, da ética, da pureza. Ele estava acima de qualquer análise, de qualquer crítica. Não era como um de nós, que trazemos em nosso interior tanto o Céu como o Inferno. Lula era o oprimido que assumiria o poder e transformaria a política nacional. Como faria isso? Não importava. Ele representava a beleza do sonho em que o operário chega ao poder. E, como sabemos, a beleza não necessita de explicações.Como Dorian Gray percebeu que seus excessos e seus vícios não afetavam sua aparência - pois se mantinha sempre belo, enquanto era seu retrato que adquiria as imperfeições resultantes de noites sem dormir, de bebedeiras, de toda sorte de perversões – seguiu sua vida certo de que assim seria eternamente. O mesmo ocorre com Lula: como todos os escândalos de corrupção, de “mensalão”, de caixa-dois que marcaram seu governo não afetavam sua popularidade, Lula sentiu-se livre para todo tipo de “acordo” com todo e qualquer tipo de gente. Hoje vemos nosso operário-presidente abraçado hora com Ahmadinejad, hora com Collor, hora com Sarney, com Renan Calheiros…Não há limites para Lula, como não houve para Dorian Gray. O retrato para Dorian, assim como a Imprensa para Lula, impede que a cada pecado cometido haja em seguida o respectivo castigo. E no castigo há a purificação. Como não há castigo, Lula segue em sua trajetória de autodestruição.Mas, então, qual a verdadeira face de Lula? Quem representa a imagem do retrato que envelhece e se deteriora?Enquanto oposição, os feios e estúpidos do PT eram imbatíveis. Não queriam nem saber. Na dúvida, detonavam qualquer figura política que não lhes fosse simpática. E hoje, no governo, o que faz o PT?É o Partido dos Trabalhadores quem sofre os desgastes das depravações ideológicas de Lula. Na verdade, Lula já destruiu o PT. Olhem nas fisionomias do Mercadante, do Suplicy, daqueles que abandonaram o partido fundando o PSOL ou seguindo para o PSTU. São seres apáticos, envergonhados, constrangidos. Olhem a UNE, transformada em chapa-branca. Olhem os sindicatos, hoje bajuladores e dependentes do governo. Lula não acabou apenas com o PT, acabou com toda a esquerda, de maneira geral.Pois é! Assim como um artista, a Imprensa tem o poder de fabricar seus ídolos. Criaram um Lula acima do Bem e do Mal. Lula tem hoje o poder de salvar ou destruir a reputação de quem quer que seja. No passado destruiu a reputação de muitos. No presente salva políticos que mereceriam estar nas páginas policiais, não nas de Política. Mas será que salva mesmo? Será que Sarney, por exemplo, está sendo salvo? Ou Sarney terá o mesmo destino do PT?O Partido dos Trabalhadores é o verdadeiro retrato do Lula. O PT ficou a cara do Sarney! E o Brasil ficou a cara do Maranhão!E a imprensa?Basil Hallward, apesar de considerar o retrato de Dorian Gray sua mais bela obra, nunca o expôs. Dizia que o retrato tinha muito de si mesmo. Lula, esse semideus criado pela Imprensa, também tem muito dela. Cuidado, B(r)asil! Dorian vai lhe enfiar uma faca na cabeça
Lula e o Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira o nível das discussões no Senado, como o bate-boca entre os senadores Renan Calheiros e Tasso Jerisssari. ocorrido semana passada. Sem citar diretamente os nomes dos parlamentares, Lula classificou os embates verbais de "abaixo da média".
- Vamos ver os debates que estão acontecendo no nosso querido Senado. Uma instituição tão importante para a democracia deste país e recentemente o nível do debate está abaixo da média de compreensão da nossa sociedade - disse Lula durante cerimônia na Igreja Presbiteriana do Brasil.
O presidente também recomendou que os senadores fiquem mais atentos ao que dizem, uma vez que a transmissão pela TV é imediata. sem mencionar que discursos deste tipo não deveriam ser televisionados.
- São todas pessoas formadas, acima de 35 anos, e são pessoas que poderiam agir de forma mais civilizada. As pessoas se agridem de tal modo que mesmo aquele cidadão que gosta de política fica sem compreender o que está acontecendo - acrescentou.
A troca de ofensas entre Renan e Tasso ocorreu no plenário do Senado, fruto da crise que atinge instituição e seu presidente, José Sarney (PMDB-AP).
Renan, aliado de Sarney, chamou Tasso de "coronel" enquanto Tasso revidou classificando o colega de "cangaceiro de terceira categoria". Renan também teria chamado o tucano de "coronel de merda", fora do microfone. O PSDB vem cobrando a saída de Sarney do cargo. Na terça-feira, Tasso foi à Trinuma pedir desculpas pelo bate-boca.
Antes deste confronto, o Senado já tinha sido cenário de uma discussão que reuniu de um lado os alogoanos Renan Clheiros e Fernando Collor e o senador Pedro Simons, que, da tribuna, defendia a saída de Sarney. Simon foi alvejado por Renan e Collor. Na discussão, o ex-presidente voltou a velho estilo: "São palavras que eu não aceito. Quero que o senhor as engula e as digira como achar conveniente".
De seu lado, Lula vem apoiando a permanência no cargo de Sarney, seu aliado.
- Vamos ver os debates que estão acontecendo no nosso querido Senado. Uma instituição tão importante para a democracia deste país e recentemente o nível do debate está abaixo da média de compreensão da nossa sociedade - disse Lula durante cerimônia na Igreja Presbiteriana do Brasil.
O presidente também recomendou que os senadores fiquem mais atentos ao que dizem, uma vez que a transmissão pela TV é imediata. sem mencionar que discursos deste tipo não deveriam ser televisionados.
- São todas pessoas formadas, acima de 35 anos, e são pessoas que poderiam agir de forma mais civilizada. As pessoas se agridem de tal modo que mesmo aquele cidadão que gosta de política fica sem compreender o que está acontecendo - acrescentou.
A troca de ofensas entre Renan e Tasso ocorreu no plenário do Senado, fruto da crise que atinge instituição e seu presidente, José Sarney (PMDB-AP).
Renan, aliado de Sarney, chamou Tasso de "coronel" enquanto Tasso revidou classificando o colega de "cangaceiro de terceira categoria". Renan também teria chamado o tucano de "coronel de merda", fora do microfone. O PSDB vem cobrando a saída de Sarney do cargo. Na terça-feira, Tasso foi à Trinuma pedir desculpas pelo bate-boca.
Antes deste confronto, o Senado já tinha sido cenário de uma discussão que reuniu de um lado os alogoanos Renan Clheiros e Fernando Collor e o senador Pedro Simons, que, da tribuna, defendia a saída de Sarney. Simon foi alvejado por Renan e Collor. Na discussão, o ex-presidente voltou a velho estilo: "São palavras que eu não aceito. Quero que o senhor as engula e as digira como achar conveniente".
De seu lado, Lula vem apoiando a permanência no cargo de Sarney, seu aliado.
Para Relaxar

Os irmãos Supla e João Suplicy (foto) acabam de lançar seu primeiro disco juntos. Não espere um álbum inesquecível. "Brothers of Brazil" (nome da banda e do CD) não tem essa pretensão. E é por isso mesmo que deu certo.
Os dois sempre seguiram caminhos opostos na carreira. Enquanto o primeiro construiu uma identidade mais punk rock (a sua maneira, é claro), o outro se aproximou da MPB. Há dois anos, uniram-se nos palcos para formar o "Brothers of Brazil" (o nome foi sugestão de Bernard Rhodes, ex-empresário do "The Clash") e fizeram shows em cidades como Londres, Paris, Nova York, Lisboa, Rio e São Paulo. A mistura da excentricidade do filho mais notório de Eduardo e Marta Suplicy com a calma de João agradou o público e os dois levaram a parceria para a televisão, no programa "Brothers", no ar na Rede TV. Com o CD "Brothers of Brazil", a dupla deu o passo que faltava.
Os dois sempre seguiram caminhos opostos na carreira. Enquanto o primeiro construiu uma identidade mais punk rock (a sua maneira, é claro), o outro se aproximou da MPB. Há dois anos, uniram-se nos palcos para formar o "Brothers of Brazil" (o nome foi sugestão de Bernard Rhodes, ex-empresário do "The Clash") e fizeram shows em cidades como Londres, Paris, Nova York, Lisboa, Rio e São Paulo. A mistura da excentricidade do filho mais notório de Eduardo e Marta Suplicy com a calma de João agradou o público e os dois levaram a parceria para a televisão, no programa "Brothers", no ar na Rede TV. Com o CD "Brothers of Brazil", a dupla deu o passo que faltava.
A Palavra do Dia: Pantomima
No fim do mês de julho entrou em cartaz gratuitamente na cidade de São Carlos, interior do estado de São Paulo, uma apresentação teatral criada a partir da estrutura clássica dos espetáculos de pantomima.
A palavra “pantomima” é um substantivo feminino com origem no grego 'pantómimos'. O termo designa a arte teatral de representação por gestos, utilizando-os para expressar diferentes ideias e pensamentos.
Definição do “iDicionário Aulete”:s. f. arte de exprimir os sentimentos, as paixões, as ideias, por meio de gestos e atitudes, sem recorrer à palavra. Representação teatral em que os atores se exprimem unicamente por meio de gesto: Já as duas praias estavam apinhadas de sombras humanas que pareciam representar uma pantomima. ( Xav. Marques , Sargento Pedro , c. 14, p. 108, ed. 1910.) (Fig. e pop.) História para enganar. Cf.mimo2. F.
A palavra “pantomima” é um substantivo feminino com origem no grego 'pantómimos'. O termo designa a arte teatral de representação por gestos, utilizando-os para expressar diferentes ideias e pensamentos.
Definição do “iDicionário Aulete”:s. f. arte de exprimir os sentimentos, as paixões, as ideias, por meio de gestos e atitudes, sem recorrer à palavra. Representação teatral em que os atores se exprimem unicamente por meio de gesto: Já as duas praias estavam apinhadas de sombras humanas que pareciam representar uma pantomima. ( Xav. Marques , Sargento Pedro , c. 14, p. 108, ed. 1910.) (Fig. e pop.) História para enganar. Cf.mimo2. F.
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "O Conselho de Ética do Senado":
Odiatis Misantropoulos:
Se alguém tinha alguma dúvida quanto ao caráter de nossos parlamentares essas decisões do conselho de ética(?) não deixam espaço para conjecturas e incertezas: são todos uns pulhas sem exceção. Como já disse antes ( e fui bombardeado por isso ) a democracia representativa no Brasil é uma farsa. Que se dissolvam as casas parlamentares, remova-se o executivo do poder, reescreva-se a constituição aí então haverá esperança. A se mater o status quo estomos fudidos. P.S.: Prexado Antonio F.E. vc esperava algo diferente destes facínoras??
Sobre a matéria "P, M ou G ?":
Odiatis Misantropoulos:
Isso é q dá a falta de habilidade. E de quebra nunca peça a sua mulher para ser REALMENTE sincera...
Sobre a matéria "Uma Colher de Chá para a Skol - Vídeo":
Odiatis Misantropoulos:
Como diz o personagem do reclame: "falou pouco mas falou bonito" e perguntou pouco mas o essencial.
Odiatis Misantropoulos:
Se alguém tinha alguma dúvida quanto ao caráter de nossos parlamentares essas decisões do conselho de ética(?) não deixam espaço para conjecturas e incertezas: são todos uns pulhas sem exceção. Como já disse antes ( e fui bombardeado por isso ) a democracia representativa no Brasil é uma farsa. Que se dissolvam as casas parlamentares, remova-se o executivo do poder, reescreva-se a constituição aí então haverá esperança. A se mater o status quo estomos fudidos. P.S.: Prexado Antonio F.E. vc esperava algo diferente destes facínoras??
Sobre a matéria "P, M ou G ?":
Odiatis Misantropoulos:
Isso é q dá a falta de habilidade. E de quebra nunca peça a sua mulher para ser REALMENTE sincera...
Sobre a matéria "Uma Colher de Chá para a Skol - Vídeo":
Odiatis Misantropoulos:
Como diz o personagem do reclame: "falou pouco mas falou bonito" e perguntou pouco mas o essencial.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
O Conselho de Ética do Senado

O presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), (na foto, com o senador Renan Calheiros) arquivou nesta quarta-feira três denúncias apresentadas pelo senador Arthur Virgílio (PMDB-AM), e uma representação feita pelo PSOL, contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Também foi arquivada representação contra o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL). Até sexta-feira, Duque terá de dar seu parecer a outras seis representações contra Sarney, protocoladas durante o recesso: uma quarta denúncia de Virgilio e duas assinadas em conjunto por Virgílio e Cristovam Buarque (PDT-DF), e três representações feitas pelo PSDB.
A oposição deverá recorrer da decisão desta quarta de Duque ao plenário do Conselho. O governo tem maioria de votos no colegiado, e por isso a decisão do presidente deverá ser mantida. Se isso acontecer, a oposição recorrerá da decisão do Conselho para o plenário do Senado.
A primeira denúncia arquivada referia-se ao pedido de investigação do envolvimento de José Adriano Sarney, neto do presidente do Senado, na intermediação de empréstimos consignados dentro da Casa.
- O que o pleno do Supremo exige é que a prova não seja recorte de jornal - justificou, durante a leitura do seu parecer.
" O que o pleno do Supremo exige é que a prova não seja recorte de jornal "
Na segunda denúncia arquivada, Virgílio argumentou que Sarney teria faltado com a verdade em plenário ao afirmar que não tinha participação na Fundação José Sarney.
- A apresentação da (petição) neste tribunal foi apenas para criar um factóide para criar repercussão na campanha eleitoral. Aliás, em alguns setores, está se tornando habitual plantar notícias de jornais para após, com base nelas, mover demandas penais. Isso é inadmissível. Todas prova são provas de jornais - diz em resposta o parecer de Paulo Duque.
exibeSMS("politica")
A terceira denúncia arquivada por Duque solicitava a investigação de que a Fundação José Sarney teria desviado para empresas da família ou fantasmas pelo menos R$ 500 mil de R$ 1,3 milhão recebido de patrocínio da Petrobras.
A representação do PSOL contra Sarney foi arquivada porque Duque entendeu que ele não teve responsabilidade, como presidente do Senado, na edição e não publicação de atos secretos.
A quinta ação arquivada foi representação do PSOL contra Renan por responsabilidade, como presidente da Casa, na edição e não publicação de atos secretos. Oposição reage ao arquivamento de denúncias contra Sarney
Os senadores da oposição reagiram à decisão de arquivamento das denúncias contra Sarney. O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) deixou a reunião criticando o arquivamento sumário. Segundo ele, a tropa de choque usou a sua maioria.
- A tese do tratoraço se confirmou. O Sarney fez um discurso e depois eles arquivaram as denúncias. Vamos resistir e recorrer, mas estamos nas mãos do PT - disse Demóstenes.
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) classificou a reunião do conselho nesta quarta-feira como um "espetáculo deprimente". Ele também criticou a forma como foi conduzida a reunião.
- Foi uma brincadeira de mau gosto. Não é só o conteúdo da decisão, é a forma. A questão é levada na troça, na gozação, na grosseria. É um espetáculo deprimente.
A primeira denúncia arquivada referia-se ao pedido de investigação do envolvimento de José Adriano Sarney, neto do presidente do Senado, na intermediação de empréstimos consignados dentro da Casa.
- O que o pleno do Supremo exige é que a prova não seja recorte de jornal - justificou, durante a leitura do seu parecer.
" O que o pleno do Supremo exige é que a prova não seja recorte de jornal "
Na segunda denúncia arquivada, Virgílio argumentou que Sarney teria faltado com a verdade em plenário ao afirmar que não tinha participação na Fundação José Sarney.
- A apresentação da (petição) neste tribunal foi apenas para criar um factóide para criar repercussão na campanha eleitoral. Aliás, em alguns setores, está se tornando habitual plantar notícias de jornais para após, com base nelas, mover demandas penais. Isso é inadmissível. Todas prova são provas de jornais - diz em resposta o parecer de Paulo Duque.
exibeSMS("politica")
A terceira denúncia arquivada por Duque solicitava a investigação de que a Fundação José Sarney teria desviado para empresas da família ou fantasmas pelo menos R$ 500 mil de R$ 1,3 milhão recebido de patrocínio da Petrobras.
A representação do PSOL contra Sarney foi arquivada porque Duque entendeu que ele não teve responsabilidade, como presidente do Senado, na edição e não publicação de atos secretos.
A quinta ação arquivada foi representação do PSOL contra Renan por responsabilidade, como presidente da Casa, na edição e não publicação de atos secretos. Oposição reage ao arquivamento de denúncias contra Sarney
Os senadores da oposição reagiram à decisão de arquivamento das denúncias contra Sarney. O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) deixou a reunião criticando o arquivamento sumário. Segundo ele, a tropa de choque usou a sua maioria.
- A tese do tratoraço se confirmou. O Sarney fez um discurso e depois eles arquivaram as denúncias. Vamos resistir e recorrer, mas estamos nas mãos do PT - disse Demóstenes.
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) classificou a reunião do conselho nesta quarta-feira como um "espetáculo deprimente". Ele também criticou a forma como foi conduzida a reunião.
- Foi uma brincadeira de mau gosto. Não é só o conteúdo da decisão, é a forma. A questão é levada na troça, na gozação, na grosseria. É um espetáculo deprimente.
R$ 288 bilhões do bolso do Contribuinte
Após cinco horas de discussão, a Câmara dos Deputados aprovou, por 206 votos a favor e 162 contra, a emenda que estende até 2002, o prazo final para o ressarcimento de créditos-prêmio do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a empresas exportadoras. Antes o benefício era válido até 1990. Com a mudança, que foi uma derrota para o governo, os cofres públicos terão um custo adicional de até R$ 288 bilhões.
A ampliação do crédito do IPI foi introduzida na Medida Provisória 460, do programa habitacional "Minha casa, minha vida", quando a matéria tramitava no Senado, apoio da base aliada e a bênção da líder do governo no Congresso Nacional, Ideli Salvati (PT-SC). O texto agora será encaminhado ao presidente Lula, que terá 15 dias para decidir sancionar ou vetar a emenda. Segundo uma fonte da área econômica, o mais provável é que o presidente use como referência a posição do Supremo Tribunal Federal (STF) que, na quarta-feira da semana que vem deve retomar uma votação sobre a legalidade ou não da ampliação do prazo do crédito-prêmio do IPI.
Outra saída seria vetar o dispositivo e negociar o tema em outra medida provisória que está tramitando na Câmara, a MP 462, que assegura em 2009 valores iguais a 2008 para os repasses federais a prefeiras, via Fundo de Participação dos Municípios (FPM), sem a recomposição da inflação do período. O deputatdo Sandro Mabel (PR-GO) inseriu no texto os artigos 22 a 30, dispondo justamente sobre o crédito-prêmio do IPI.
O crédito-prêmio foi criado em 1969, quando o governo permitiu que os exportadores se creditassem do imposto pago sobre produtos manufaturados vendidos para outros países. A ideia era estimular o comércio exterior. No entanto, o Brasil começou a ser pressionado por outros países para suspender o benefício, que estava sendo considerado um subsídio irregular segundo acordos internacionais.
Em 1973, um decreto presidencial definiu que o benefício deveria ser extinto em 1983, mas vários empresários continuaram lutando na Justiça para garantir o crédito. Em 1990, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou o tema e entendeu que o crédito-prêmio deveria ser extinto. Mesmo assim, a disputa judicial continuou. Representantes do setor produtivo e governo já tentaram algumas vezes chegar a um acordo sobre o tema, mas nunca conseguiram um entendimento.
Na votação da noite desta quarta-feira, a maioria dos senadores decidiu acompanhar o voto do relator, deputado André Vargas (PT-PR), que fez algumas supressões na emenda original. Com os ajustes, a MP passou a impedir o resgate em dinheiro das compensações e a admitir a venda de créditos dos exportadores a terceiros, desde que as dívidas dos empresários adquirentes tenham vencido até 31 de dezembro de 2002. Além disso, os créditos serão considerados na base de cálculo do Imposto de Renda e foi retirada qualquer possibilidade de o benefício ser prorrogado a até 2004.
A ampliação do crédito do IPI foi introduzida na Medida Provisória 460, do programa habitacional "Minha casa, minha vida", quando a matéria tramitava no Senado, apoio da base aliada e a bênção da líder do governo no Congresso Nacional, Ideli Salvati (PT-SC). O texto agora será encaminhado ao presidente Lula, que terá 15 dias para decidir sancionar ou vetar a emenda. Segundo uma fonte da área econômica, o mais provável é que o presidente use como referência a posição do Supremo Tribunal Federal (STF) que, na quarta-feira da semana que vem deve retomar uma votação sobre a legalidade ou não da ampliação do prazo do crédito-prêmio do IPI.
Outra saída seria vetar o dispositivo e negociar o tema em outra medida provisória que está tramitando na Câmara, a MP 462, que assegura em 2009 valores iguais a 2008 para os repasses federais a prefeiras, via Fundo de Participação dos Municípios (FPM), sem a recomposição da inflação do período. O deputatdo Sandro Mabel (PR-GO) inseriu no texto os artigos 22 a 30, dispondo justamente sobre o crédito-prêmio do IPI.
O crédito-prêmio foi criado em 1969, quando o governo permitiu que os exportadores se creditassem do imposto pago sobre produtos manufaturados vendidos para outros países. A ideia era estimular o comércio exterior. No entanto, o Brasil começou a ser pressionado por outros países para suspender o benefício, que estava sendo considerado um subsídio irregular segundo acordos internacionais.
Em 1973, um decreto presidencial definiu que o benefício deveria ser extinto em 1983, mas vários empresários continuaram lutando na Justiça para garantir o crédito. Em 1990, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou o tema e entendeu que o crédito-prêmio deveria ser extinto. Mesmo assim, a disputa judicial continuou. Representantes do setor produtivo e governo já tentaram algumas vezes chegar a um acordo sobre o tema, mas nunca conseguiram um entendimento.
Na votação da noite desta quarta-feira, a maioria dos senadores decidiu acompanhar o voto do relator, deputado André Vargas (PT-PR), que fez algumas supressões na emenda original. Com os ajustes, a MP passou a impedir o resgate em dinheiro das compensações e a admitir a venda de créditos dos exportadores a terceiros, desde que as dívidas dos empresários adquirentes tenham vencido até 31 de dezembro de 2002. Além disso, os créditos serão considerados na base de cálculo do Imposto de Renda e foi retirada qualquer possibilidade de o benefício ser prorrogado a até 2004.
P, M ou G ?
Um cara, 15 anos de casado, sofre um acidente de carro e seu pênis édilacerado. Seu médico assegura-lhe que a medicina moderna poderá trazer o seu pênis de volta, através de um transplante, mas o plano de saúde não cobrirá a cirurgia, pois é considerada estética.
O médico diz que os preços da cirurgia são os seguintes: R$ 5.000,00 - tamanho pequeno; R$ 9.000,00 - tamanho médio; R$15.000,00 - tamanho grande.
O homem aceita o transplante, só ficando em dúvida quanto ao tamanho:P, M ou G.
O médico o aconselha a conversar com a esposa antes de decidir e sai da sala para deixá-lo à vontade. O homem telefona para a esposa e explica a situação.
Voltando à sala, o médico encontra o homem profundamente deprimido e pergunta:
- Então, o que você e a esposa resolveram?
O cara responde:
- Ela prefere reformar a cozinha!
O médico diz que os preços da cirurgia são os seguintes: R$ 5.000,00 - tamanho pequeno; R$ 9.000,00 - tamanho médio; R$15.000,00 - tamanho grande.
O homem aceita o transplante, só ficando em dúvida quanto ao tamanho:P, M ou G.
O médico o aconselha a conversar com a esposa antes de decidir e sai da sala para deixá-lo à vontade. O homem telefona para a esposa e explica a situação.
Voltando à sala, o médico encontra o homem profundamente deprimido e pergunta:
- Então, o que você e a esposa resolveram?
O cara responde:
- Ela prefere reformar a cozinha!
A Palavra do Dia: Cizânia
Em fins de julho, uma jornal da região do ABC paulista publicou uma reportagem sobre a política local que dizia “(...)Um rompimento com o parlamentar acarretaria uma cizânia também com esse grupo, e fortaleceria a bancada de oposição no Legislativo”
A palavra “cizânia” é um substantivo feminino que tem sua origem no latim tardio 'zizania, ae'. O termo designa, no sentido figurado, uma desavença, uma discórdia entre pessoas. >>
Definição do “iDicionário Aulete”: (ci.zâ.ni.a) substantivo feminino .
1. Bot. Espécie de gramínea nociva (Lolio temulentum) que brota no meio do trigo; JOIO
2. Fig. Desentendimento entre pessoas; DISCÓRDIA; DESAVENÇA[F.: do lat. tardio zizania, ae.]
A palavra “cizânia” é um substantivo feminino que tem sua origem no latim tardio 'zizania, ae'. O termo designa, no sentido figurado, uma desavença, uma discórdia entre pessoas. >>
Definição do “iDicionário Aulete”: (ci.zâ.ni.a) substantivo feminino .
1. Bot. Espécie de gramínea nociva (Lolio temulentum) que brota no meio do trigo; JOIO
2. Fig. Desentendimento entre pessoas; DISCÓRDIA; DESAVENÇA[F.: do lat. tardio zizania, ae.]
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "Michael Jackson - Vídeo":
Alberto del Castillo:
Olha a gente aí no meio dos políticos. Só mesmo de circo para sobreviver.
Sobre a matéria "Lipoaspiração - Hugo Hamann":
Alberto del Castillo:
O problema não é físico e sim moral. O tratamento indicado seria uma lipoaspiração da consciência do senado.Já que a lipoaspiração é um paliativo a verdadeira solução virá mais adiante nas eleições.
Antônio Fernando Esteves:
É verdade ....
Sobre a matéria "O Genial Chico Caruso":
Alberto del Castillo:
Esta pizza antigamente era chamada de "mezzo a mezzo" (Aliche e Muzzarella), senadores com e sem voto.Fora os suplentes já!!!
Sobre a matéria "Alugam-se Pessoas":
Antônio Fernando Esteves:
Não consigo comentar.
Alberto del Castillo:
Com 75 anos de atraso chega ao Brasil a idéia nazista de grupos de protesto organizados profissionalmente. Na época de Hitler os "camisas marrons" se dedicavam a agressões e quebra quebras para fortalecerem o ditador.Heil Lula!!!
Sobre a matéria "A Palavra do Dia: Triar":
Alberto del Castillo
O Senado deve ser submetido a uma triagem bem mais rigorosa, não se admite a presença de corpos estranhos como os Senadores sem voto, Paulo Duque, Collor e muitos outros a fazerem campanhas imorais em plenário.
Sobre a matéria "Vida e Morte das Estrelas - Alberto del Castillo":
Abtônio Fernando Esteves:
Muito bom o texto do del Castillo.Com pesar aprendo que o Hélio nem se compara ao Lula em poder de fusão.A célebre frase de Carl Sagan, “Nós não passamos de poeira de estrelas” realmente se aplica tbm agora.Só que, no caso, essa estrela é a do PT.
Alberto del Castillo:
Olha a gente aí no meio dos políticos. Só mesmo de circo para sobreviver.
Sobre a matéria "Lipoaspiração - Hugo Hamann":
Alberto del Castillo:
O problema não é físico e sim moral. O tratamento indicado seria uma lipoaspiração da consciência do senado.Já que a lipoaspiração é um paliativo a verdadeira solução virá mais adiante nas eleições.
Antônio Fernando Esteves:
É verdade ....
Sobre a matéria "O Genial Chico Caruso":
Alberto del Castillo:
Esta pizza antigamente era chamada de "mezzo a mezzo" (Aliche e Muzzarella), senadores com e sem voto.Fora os suplentes já!!!
Sobre a matéria "Alugam-se Pessoas":
Antônio Fernando Esteves:
Não consigo comentar.
Alberto del Castillo:
Com 75 anos de atraso chega ao Brasil a idéia nazista de grupos de protesto organizados profissionalmente. Na época de Hitler os "camisas marrons" se dedicavam a agressões e quebra quebras para fortalecerem o ditador.Heil Lula!!!
Sobre a matéria "A Palavra do Dia: Triar":
Alberto del Castillo
O Senado deve ser submetido a uma triagem bem mais rigorosa, não se admite a presença de corpos estranhos como os Senadores sem voto, Paulo Duque, Collor e muitos outros a fazerem campanhas imorais em plenário.
Sobre a matéria "Vida e Morte das Estrelas - Alberto del Castillo":
Abtônio Fernando Esteves:
Muito bom o texto do del Castillo.Com pesar aprendo que o Hélio nem se compara ao Lula em poder de fusão.A célebre frase de Carl Sagan, “Nós não passamos de poeira de estrelas” realmente se aplica tbm agora.Só que, no caso, essa estrela é a do PT.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Alugam-se Pessoas
A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCTS), que diz representar 12 milhões de trabalhadores, é suspeita de comprar e alugar militantes para fazer protestos contra ou a favor de qualquer ideia ou pessoa na Esplanada dos Ministérios. Segundo reportagem do site "Consultor Jurídico", os militantes são recrutados a R$ 40 cada na periferia de Brasília. Militantes de aluguel teriam sido contratados até para participar de uma marcha em defesa da legalização dos bingos.
A Nova Central Sindical conta com a cumplicidade da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh). O secretário-geral da Nova Central, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, é o diretor-presidente da Contratuh. Procurado pelo GLOBO para falar sobre o suposto comércio de militantes sindicais, Moacyr hesitou em responder às perguntas. Segundo ele, o repórter poderia pertencer a algum sindicato patronal interessado nos segredos da administração da Nova Central.
- Se são contratados (os militantes) ou não, é um problema interno. Não vou falar. Outras pessoas estão me ligando, fazendo as mesmas perguntas - afirmou Moacyr.
Antes de desligar o telefone, o sindicalista disse que não tem que prestar contas sobre o assunto à sociedade. Segundo a reportagem, integrantes da cúpula da Contratuh e da Nova Central atuam como um grupo organizado, com divisão de tarefas. O recrutamento de militantes ficaria a cargo de Sandra Ribeiro, moradora de Planaltina. Depois de contratados, os militantes são levados em ônibus até a Esplanada. O aluguel de cada ônibus custaria R$ 350. Os militantes são pagos com dinheiro levado em envelopes.
Criada em 2005, a Nova Central Sindical informa que já representa 12 milhões de trabalhadores vinculados a 3 mil sindicatos. A Contratuh se apresenta como representante de cabeleireiros, faxineiros, bailarinos e guias de turismo, entre outros. Cobra taxas de R$ 2 mil a R$ 6 mil das confederações, de acordo com o número de delegados indicados para a entidade. Os sindicatos têm que pagar taxas de R$ 75 a R$ 2 mil, conforme o número de filiados. O jornal eletrônico informa ainda que, só este ano, a Nova Central deverá receber R$ 7,5 milhões em imposto sindical.
Procurado pelo GLOBO, o presidente da Nova Central, José Calixto Ramos, não foi localizado. A secretária do presidente disse que Moacyr poderia falar em nome da entidade. A Nova Central tem como lema as palavras "unicidade, desenvolvimento e justiça social". Na página que mantém na internet, a central apresenta, entre os destaques, uma reunião de seus dirigentes com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Procurado pelo GLOBO, o ministro não respondeu às perguntas enviadas pelo jornal por e-mail à assessoria de imprensa.
A Nova Central Sindical conta com a cumplicidade da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh). O secretário-geral da Nova Central, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, é o diretor-presidente da Contratuh. Procurado pelo GLOBO para falar sobre o suposto comércio de militantes sindicais, Moacyr hesitou em responder às perguntas. Segundo ele, o repórter poderia pertencer a algum sindicato patronal interessado nos segredos da administração da Nova Central.
- Se são contratados (os militantes) ou não, é um problema interno. Não vou falar. Outras pessoas estão me ligando, fazendo as mesmas perguntas - afirmou Moacyr.
Antes de desligar o telefone, o sindicalista disse que não tem que prestar contas sobre o assunto à sociedade. Segundo a reportagem, integrantes da cúpula da Contratuh e da Nova Central atuam como um grupo organizado, com divisão de tarefas. O recrutamento de militantes ficaria a cargo de Sandra Ribeiro, moradora de Planaltina. Depois de contratados, os militantes são levados em ônibus até a Esplanada. O aluguel de cada ônibus custaria R$ 350. Os militantes são pagos com dinheiro levado em envelopes.
Criada em 2005, a Nova Central Sindical informa que já representa 12 milhões de trabalhadores vinculados a 3 mil sindicatos. A Contratuh se apresenta como representante de cabeleireiros, faxineiros, bailarinos e guias de turismo, entre outros. Cobra taxas de R$ 2 mil a R$ 6 mil das confederações, de acordo com o número de delegados indicados para a entidade. Os sindicatos têm que pagar taxas de R$ 75 a R$ 2 mil, conforme o número de filiados. O jornal eletrônico informa ainda que, só este ano, a Nova Central deverá receber R$ 7,5 milhões em imposto sindical.
Procurado pelo GLOBO, o presidente da Nova Central, José Calixto Ramos, não foi localizado. A secretária do presidente disse que Moacyr poderia falar em nome da entidade. A Nova Central tem como lema as palavras "unicidade, desenvolvimento e justiça social". Na página que mantém na internet, a central apresenta, entre os destaques, uma reunião de seus dirigentes com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Procurado pelo GLOBO, o ministro não respondeu às perguntas enviadas pelo jornal por e-mail à assessoria de imprensa.
Vida e Morte das Estrelas - Alberto del Castillo
PREÂMBULO
É muito difícil planejar e executar projetos de políticas de desenvolvimento nacional sustentável. Muitas vezes as paixões se sobrepõem a uma análise cuidadosa do comportamento das variáveis que definem as prioridades dos interesses nacionais.
Nas últimas décadas a opção entre a presença maior ou menor do Estado nas economias de nosso planeta deu origem a um debate apaixonado.
Neste debate as posturas adotadas por vários governos eram discutidas e analisadas na busca de uma solução global para os problemas sociais e econômicos de nosso planeta.
Ficou evidente que a busca do Santo Graal de uma solução global não era um objetivo factível. Esta chave mágica era utópica pelo simples fato do ponto de partida (a realidade presente) dos diversos países não serem congruentes.
A batalha entre os defensores do governo controlador e os defensores do livre mercado sem amarras se acirrava à medida que soluções de um ou outro matiz apresentavam acertos e erros em função de como e onde estas idéias fossem aplicadas.
Um divisor de águas foi o período dos governos Thatcher e Reagan e o momento catalisador da derrubada do Muro de Berlim.
Neste momento, as teses liberais defendidas pela Escola de Chicago (Milton Friedmann) e formalizada nos conceitos enunciados pelo documento “Consenso de Washington” direcionavam o mundo para uma retirada acelerada da presença do Estado na economia através de medidas de desregulamentação que ampliavam a liberdade de ação dos agentes econômicos.
Os efeitos negativos desta desregulamentação foram atribuídos pelos defensores do Estado à globalização dos meios de comunicação e a consequente dinâmica de um mercado integrado sem controles adequados.
O grande progresso tecnológico criado pela globalização passou a ser o vilão social para os políticos de esquerda.
O acentuado crescimento com redução de despesas governamentais dos parceiros EEUU e Inglaterra indicavam um caso de sucesso a ser seguido e países como a Rússia e a China que iniciaram um processo de abertura econômica foram exemplos dos equívocos passados da economia fechada na mão do estado.
Esta filosofia monitorada pelo FMI, realinhou países em fase de desenvolvimento em campanhas de redução da inflação e controle da dívida externa que estrangulavam investimentos na região.
Estava implantada a era da supremacia das leis de mercado sobre a estatização da economia. Esta lua de mel teve curta duração pelos altos riscos agregados a operações financeiras crescentes em progressão geométrica apoiadas nos elevados índices de alavancagem (relação entre valores circulantes e garantias reais disponíveis) praticados livremente pela falta de regulamentação do mercado global.
Com o estouro das crises financeiras no Oriente (Japão, Coréia do Sul e Singapura), na América Latina (México, Argentina, Brasil etc.) além de vários países do Velho Mundo (Rússia etc.) a supervisão do FMI perdeu credibilidade e os rombos foram negociados caso a caso sem a rigidez tradicional do Banco.
Estes eventos ressuscitaram antigos anseios por uma maior presença do Estado para sanear a economia, mas com a superação da crise dos anos 80 e início de 90 os defensores do livre mercado prevaleceram e somente com a recente megacrise do sistema imobiliário voltou o clamor para que governos absorvessem prejuízos e comprassem companhias quebradas.
A crise está minando a confiança do consumidor em todo mundo e com raríssimas exceções os países estão numa recessão tão violenta que não podemos prever quando o PIB voltará a crescer em nossa economia
Estamos vivendo tempos em que o governo dos EEUU, defensor emblemático do livre mercado, está injetando recursos públicos em companhias quebradas e assumindo o controle acionário de gigantes como a GM como garantia de seus investimentos.
Será que finalmente resolvemos à charada? A intervenção do governo é verdadeiramente condição “sine qua non” para uma economia saudável?
Em retrospecto vemos que a balança ora pende para um lado ora para outro. Que fazer? Estudar a situação caso a caso e buscar a melhor solução, independentemente de preferências ideológicas, é a única saída.
Seguir cegamente uma receita pode funcionar para a confecção de bolos e afins, mas na vida do dia a dia é um risco inaceitável.
Quando questionado se sou da esquerda ou da direita, se sou favorável ao livre mercado ou à estatização pergunto qual o problema a resolver.
A ESTRELA
A Petrobras fundada na década de 50 é um exemplo vivo da alternância de fatores de mercado influenciando diretamente a gestão da empresa ao longo do tempo. No momento de sua criação a produção de petróleo era desprezível e os recursos necessários para o desenvolvimento da companhia estavam acima das possibilidades do capital nacional. O capital estrangeiro estava investido nos campos gigantes do Oriente Médio e do Norte da África e as grandes companhias só teriam interesse em investir no refino e na distribuição de combustíveis em nosso país sem desenvolver atividades de pesquisa muito mais onerosas aqui do que nos países Árabes. A única solução possível era a intervenção do Estado investindo a fundo perdido os recursos necessários para a criação do monopólio do petróleo.
Com a contratação de técnicos estrangeiros e o treinamento no exterior de técnicos nacionais nasceu a Petrobrás graças a investimentos estatais. O geofísico chefe da Standard Oil foi contratado a peso de ouro para formar uma equipe de geólogos capazes de ampliar a precisão de nossos mapas propiciando assim o início das perfurações exploratórias. As conclusões deste trabalho foram compiladas num documento, o “Relatório Link”.
O relatório sugeria o desenvolvimento da produção dos campos existentes e a exploração de poucas regiões promissoras encontradas no levantamento inicial. A grande possibilidade de sucesso estava em nossa plataforma marítima e o Brasil deveria investir pesadamente nesta área logo que a tecnologia estivesse disponível. A precisão destas observações dos anos cinqüenta está evidente hoje com a produção nacional vindo quase toda do mar e as tentativas de aventuras em áreas não projetadas terem gerado prejuízos como a Paulipetro criada pelo governador Maluf em uma de suas manobras de cunho político.
Nos anos 60 a produção cresceu pouco a pouco e aguardando a tecnologia de exploração no mar, os investimentos foram direcionados para refinarias e para a promissora indústria petroquímica. Para abreviar a absorção tecnológica da petroquímica foi criado o modelo de empresa tripartite. O capital seria distribuído, igualmente, entre a empresa estrangeira detentora da tecnologia, uma empresa brasileira e o estado.
O sucesso do modelo resultou numa indústria poderosa, integrada no mercado internacional e grande geradora de impostos e internação de divisas através das exportações.
Hoje atingimos praticamente a auto-suficiência em petróleo e a companhia é a maior do Brasil.
Porque será então que ao atender ao telefone a Chefe da Casa Civil o Presidente da Petrobras caiu em prantos?
Será porque estão usando recursos da Petrobras para obras do governo que nada tem a ver com os objetivos da companhia? Será porque a Petrobras está compelida a doar fundos para empresas apadrinhadas pelo governo? Será porque as concorrentes não sofrendo estes ataques de rapinagem em seus cofres estarão cada vez mais fortes diante de uma Petrobras cada vez mais fraca?
Será que o próprio governo que a criou esta provocando a destruição da companhia?
CONCLUSÃO
O que está acontecendo com a Petrobras é a réplica do nascimento e morte de uma estrela.
No início a poeira cósmica e gases de hidrogênio são comprimidos pela força da gravidade até chegarem a uma temperatura que possibilite a fusão nuclear dos átomos de hidrogênio que ao se transformarem em átomos de hélio desprendem energia para contrabalançar e eventualmente equilibrar a força da gravidade evitando assim o colapso da estrela. Esta é a situação do nosso sol.
Com o passar do tempo, todo o hidrogênio estará consumido e a gravidade, sem encontrar resistência, comprimirá ainda mais a estrela até que a temperaturas mais altas os átomos de hélio iniciem o processo de fusão nuclear. Esta energia contrabalançará a gravidade e a estrela sobreviverá até que sejam consumidos os átomos de hélio.
Ao término da fusão dos átomos de hélio chegamos ao fim da vida da estrela, pois os produtos resultantes da fusão do hélio têm ponto de fusão muito elevado para serem atingidos. No final com a vitória da gravidade a estrela explodirá semeando novos elementos como carbono, nitrogênio, ferro e outros, necessários à construção do universo. Daí a célebre frase de Carl Sagan, “Nós não passamos de poeira de estrelas”.
O Estado é a gravidade da estrela Petrobras. Ele a criou e está provocando o seu fim. Temos esperança que após a explosão, os elementos que restarem da companhia beneficiem nosso país e não alguma galáxia afastada.
É muito difícil planejar e executar projetos de políticas de desenvolvimento nacional sustentável. Muitas vezes as paixões se sobrepõem a uma análise cuidadosa do comportamento das variáveis que definem as prioridades dos interesses nacionais.
Nas últimas décadas a opção entre a presença maior ou menor do Estado nas economias de nosso planeta deu origem a um debate apaixonado.
Neste debate as posturas adotadas por vários governos eram discutidas e analisadas na busca de uma solução global para os problemas sociais e econômicos de nosso planeta.
Ficou evidente que a busca do Santo Graal de uma solução global não era um objetivo factível. Esta chave mágica era utópica pelo simples fato do ponto de partida (a realidade presente) dos diversos países não serem congruentes.
A batalha entre os defensores do governo controlador e os defensores do livre mercado sem amarras se acirrava à medida que soluções de um ou outro matiz apresentavam acertos e erros em função de como e onde estas idéias fossem aplicadas.
Um divisor de águas foi o período dos governos Thatcher e Reagan e o momento catalisador da derrubada do Muro de Berlim.
Neste momento, as teses liberais defendidas pela Escola de Chicago (Milton Friedmann) e formalizada nos conceitos enunciados pelo documento “Consenso de Washington” direcionavam o mundo para uma retirada acelerada da presença do Estado na economia através de medidas de desregulamentação que ampliavam a liberdade de ação dos agentes econômicos.
Os efeitos negativos desta desregulamentação foram atribuídos pelos defensores do Estado à globalização dos meios de comunicação e a consequente dinâmica de um mercado integrado sem controles adequados.
O grande progresso tecnológico criado pela globalização passou a ser o vilão social para os políticos de esquerda.
O acentuado crescimento com redução de despesas governamentais dos parceiros EEUU e Inglaterra indicavam um caso de sucesso a ser seguido e países como a Rússia e a China que iniciaram um processo de abertura econômica foram exemplos dos equívocos passados da economia fechada na mão do estado.
Esta filosofia monitorada pelo FMI, realinhou países em fase de desenvolvimento em campanhas de redução da inflação e controle da dívida externa que estrangulavam investimentos na região.
Estava implantada a era da supremacia das leis de mercado sobre a estatização da economia. Esta lua de mel teve curta duração pelos altos riscos agregados a operações financeiras crescentes em progressão geométrica apoiadas nos elevados índices de alavancagem (relação entre valores circulantes e garantias reais disponíveis) praticados livremente pela falta de regulamentação do mercado global.
Com o estouro das crises financeiras no Oriente (Japão, Coréia do Sul e Singapura), na América Latina (México, Argentina, Brasil etc.) além de vários países do Velho Mundo (Rússia etc.) a supervisão do FMI perdeu credibilidade e os rombos foram negociados caso a caso sem a rigidez tradicional do Banco.
Estes eventos ressuscitaram antigos anseios por uma maior presença do Estado para sanear a economia, mas com a superação da crise dos anos 80 e início de 90 os defensores do livre mercado prevaleceram e somente com a recente megacrise do sistema imobiliário voltou o clamor para que governos absorvessem prejuízos e comprassem companhias quebradas.
A crise está minando a confiança do consumidor em todo mundo e com raríssimas exceções os países estão numa recessão tão violenta que não podemos prever quando o PIB voltará a crescer em nossa economia
Estamos vivendo tempos em que o governo dos EEUU, defensor emblemático do livre mercado, está injetando recursos públicos em companhias quebradas e assumindo o controle acionário de gigantes como a GM como garantia de seus investimentos.
Será que finalmente resolvemos à charada? A intervenção do governo é verdadeiramente condição “sine qua non” para uma economia saudável?
Em retrospecto vemos que a balança ora pende para um lado ora para outro. Que fazer? Estudar a situação caso a caso e buscar a melhor solução, independentemente de preferências ideológicas, é a única saída.
Seguir cegamente uma receita pode funcionar para a confecção de bolos e afins, mas na vida do dia a dia é um risco inaceitável.
Quando questionado se sou da esquerda ou da direita, se sou favorável ao livre mercado ou à estatização pergunto qual o problema a resolver.
A ESTRELA
A Petrobras fundada na década de 50 é um exemplo vivo da alternância de fatores de mercado influenciando diretamente a gestão da empresa ao longo do tempo. No momento de sua criação a produção de petróleo era desprezível e os recursos necessários para o desenvolvimento da companhia estavam acima das possibilidades do capital nacional. O capital estrangeiro estava investido nos campos gigantes do Oriente Médio e do Norte da África e as grandes companhias só teriam interesse em investir no refino e na distribuição de combustíveis em nosso país sem desenvolver atividades de pesquisa muito mais onerosas aqui do que nos países Árabes. A única solução possível era a intervenção do Estado investindo a fundo perdido os recursos necessários para a criação do monopólio do petróleo.
Com a contratação de técnicos estrangeiros e o treinamento no exterior de técnicos nacionais nasceu a Petrobrás graças a investimentos estatais. O geofísico chefe da Standard Oil foi contratado a peso de ouro para formar uma equipe de geólogos capazes de ampliar a precisão de nossos mapas propiciando assim o início das perfurações exploratórias. As conclusões deste trabalho foram compiladas num documento, o “Relatório Link”.
O relatório sugeria o desenvolvimento da produção dos campos existentes e a exploração de poucas regiões promissoras encontradas no levantamento inicial. A grande possibilidade de sucesso estava em nossa plataforma marítima e o Brasil deveria investir pesadamente nesta área logo que a tecnologia estivesse disponível. A precisão destas observações dos anos cinqüenta está evidente hoje com a produção nacional vindo quase toda do mar e as tentativas de aventuras em áreas não projetadas terem gerado prejuízos como a Paulipetro criada pelo governador Maluf em uma de suas manobras de cunho político.
Nos anos 60 a produção cresceu pouco a pouco e aguardando a tecnologia de exploração no mar, os investimentos foram direcionados para refinarias e para a promissora indústria petroquímica. Para abreviar a absorção tecnológica da petroquímica foi criado o modelo de empresa tripartite. O capital seria distribuído, igualmente, entre a empresa estrangeira detentora da tecnologia, uma empresa brasileira e o estado.
O sucesso do modelo resultou numa indústria poderosa, integrada no mercado internacional e grande geradora de impostos e internação de divisas através das exportações.
Hoje atingimos praticamente a auto-suficiência em petróleo e a companhia é a maior do Brasil.
Porque será então que ao atender ao telefone a Chefe da Casa Civil o Presidente da Petrobras caiu em prantos?
Será porque estão usando recursos da Petrobras para obras do governo que nada tem a ver com os objetivos da companhia? Será porque a Petrobras está compelida a doar fundos para empresas apadrinhadas pelo governo? Será porque as concorrentes não sofrendo estes ataques de rapinagem em seus cofres estarão cada vez mais fortes diante de uma Petrobras cada vez mais fraca?
Será que o próprio governo que a criou esta provocando a destruição da companhia?
CONCLUSÃO
O que está acontecendo com a Petrobras é a réplica do nascimento e morte de uma estrela.
No início a poeira cósmica e gases de hidrogênio são comprimidos pela força da gravidade até chegarem a uma temperatura que possibilite a fusão nuclear dos átomos de hidrogênio que ao se transformarem em átomos de hélio desprendem energia para contrabalançar e eventualmente equilibrar a força da gravidade evitando assim o colapso da estrela. Esta é a situação do nosso sol.
Com o passar do tempo, todo o hidrogênio estará consumido e a gravidade, sem encontrar resistência, comprimirá ainda mais a estrela até que a temperaturas mais altas os átomos de hélio iniciem o processo de fusão nuclear. Esta energia contrabalançará a gravidade e a estrela sobreviverá até que sejam consumidos os átomos de hélio.
Ao término da fusão dos átomos de hélio chegamos ao fim da vida da estrela, pois os produtos resultantes da fusão do hélio têm ponto de fusão muito elevado para serem atingidos. No final com a vitória da gravidade a estrela explodirá semeando novos elementos como carbono, nitrogênio, ferro e outros, necessários à construção do universo. Daí a célebre frase de Carl Sagan, “Nós não passamos de poeira de estrelas”.
O Estado é a gravidade da estrela Petrobras. Ele a criou e está provocando o seu fim. Temos esperança que após a explosão, os elementos que restarem da companhia beneficiem nosso país e não alguma galáxia afastada.
Lipoaspiração - Hugo Hamann
Como o fenômeno Aristides, ou melhor, Ronaldo, o Senado Federal precisa urgentemente de uma lipoaspiração assim como a colocação de alguns parafusos, que parecem faltar no cérebro de alguns senadores que, por sua atuação na vida pública, estão conseguindo rebaixar a credibilidade da Casa para a segunda divisão.
A Palavra do Dia: Triar
Com o objetivo de evitar que pessoas apenas resfriadas venham a se contaminar em postos de saúde e hospitais, foi lançado no Rio de Janeiro um serviço de atendimento telefônico para triar os possíveis pacientes e esclarecer dúvidas sobre a chamada “gripe suína”.
A palavra “triar“ é um verbo que designa a ação de fazer triagem, de selecionar.
Definição do “iDicionário Aulete”: (tri.ar) v.1. Fazer a triagem de [ td. : Triou os melhores grãos ][F.: Voc. deduz. de triagem, posv; ver -ar2 .]
A palavra “triar“ é um verbo que designa a ação de fazer triagem, de selecionar.
Definição do “iDicionário Aulete”: (tri.ar) v.1. Fazer a triagem de [ td. : Triou os melhores grãos ][F.: Voc. deduz. de triagem, posv; ver -ar2 .]
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "Sarney e o Senado - Hugo Hamann":
Antônio Fernando Esteves:
Ninguém mudou. Continuam exatamente iguais.
Sobre a matéria "Felipe Massa e o PT":
Antônio Fernando Esteves:
Na cabeça do Lula tem que ser atirado é muito parafuso.
Antônio Fernando Esteves:
Ninguém mudou. Continuam exatamente iguais.
Sobre a matéria "Felipe Massa e o PT":
Antônio Fernando Esteves:
Na cabeça do Lula tem que ser atirado é muito parafuso.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Rififi Começou no Senado

Numa mudança de comportamento estrategicamente calculada e discutida nas últimas horas que antecederam o fim do recesso parlamentar, o grupo político do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), partiu para o ataque como último recurso para sair das cordas e tentar manter o poder na Casa. Mas essa tática só terá efeito se o presidente Lula conseguir segurar o apoio da bancada de senadores do PT. Caso contrário, os peemedebistas reconhecem que a situação ficará muito difícil de sustentar. Nessas conversas com aliados, Sarney reconheceu que a tentativa de entendimento com a oposição não dera resultado. Concluíram, então, que o senador não poderia mais ficar acuado. E a ordem é: se cair, cair atirando.
- Estamos no centro de um furacão, e todos os senadores estão nele. Ou o furacão vai sumir, ou vai pegar quem não estiver no centro dele - advertiu Wellington Salgado (PMDB-MG).
" Estamos no centro de um furacão, e todos os senadores estão nele. Ou o furacão vai sumir, ou vai pegar quem não estiver no centro dele "
- A saída de Sarney não é solução para o Senado. Isso não existe - disse o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), antes de ir ao ataque no plenário. Renúncia ainda pode ser avaliada
Mas a renúncia passará a ser analisada caso o grupo conclua que não tem mais votos suficientes para barrar um processo de cassação no Senado. É aí que a bancada de 12 senadores do PT é considerada fundamental.
Embora Lula tenha dito que não mais atuará pessoalmente junto à bancada petista, durante toda a segunda-feira houve mobilização de setores do Planalto e do comando do PT para tentar afinar o discurso dos senadores. A tendência é que, na reunião desta terça-feira, a bancada mantenha a posição de pedir a licença do presidente do Senado. Oito dos 12 votos petistas apoiam essa tese.
Estava previsto para segunda-feira um jantar entre senadores do PT e do PMDB, convocado pelo ministro das Relações Institucionais, José Múcio. Foram convidados os líderes do PT, Aloizio Mercadante (SP); do PMDB, Renan Calheiros (AL); do PTB, Gim Argello (DF); e a líder do governo no Congresso, Ideli Salvati (PT-SC). Ao mesmo tempo, na cúpula do PT e no Planalto, há preocupação de não expor mais o partido. PT vai insistir no afastamento temporário
Mercadante confirmou reunião da bancada, nesta terça, com o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP). Mesmo assim, os senadores Flávio Arns (PT-SC) e Eduardo Suplicy (PT-SP) defenderam o afastamento de Sarney em plenário.
- A bancada do partido havia decidido pelo afastamento do presidente Sarney, mas há uma tentativa repetida de jogar a bancada do Senado contra a opinião pública, dizendo que ela é dúbia. Não existe essa palavra: enquadramento - disse Arns.
- Seria positivo o presidente Sarney se afastar por um período que ele considerar adequado para realizar sua defesa - disse Suplicy.
Os petistas insistirão no afastamento temporário, mas não falarão em renúncia. Na bancada, estão fechados com o Planalto Delcídio Amaral (MS), João Pedro (AM), Serys Slhessarenko (MT) e Ideli. Ao responder à pergunta sobre a crise, Mercadante afirmou:
- O momento é de construir uma agenda positiva para o país.
A estratégia do PMDB foi confirmada na noite de domingo, quando Sarney recebeu em casa o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que será o responsável por sua defesa no Conselho de Ética. Sarney ficou otimista com o que ouviu.
- Do ponto de vista jurídico, a situação do senador Sarney é tranquila. As representações contra ele são tecnicamente frágil - disse o advogado.
Depois de passar boa parte do dia em seu gabinete, de onde assistiu ao embate no plenário, Sarney saiu à noite reafirmando que estava "muito tranquilo". Mas integrantes da Executiva do PMDB já admitem um desgaste irreversível.
- Estamos no centro de um furacão, e todos os senadores estão nele. Ou o furacão vai sumir, ou vai pegar quem não estiver no centro dele - advertiu Wellington Salgado (PMDB-MG).
" Estamos no centro de um furacão, e todos os senadores estão nele. Ou o furacão vai sumir, ou vai pegar quem não estiver no centro dele "
- A saída de Sarney não é solução para o Senado. Isso não existe - disse o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), antes de ir ao ataque no plenário. Renúncia ainda pode ser avaliada
Mas a renúncia passará a ser analisada caso o grupo conclua que não tem mais votos suficientes para barrar um processo de cassação no Senado. É aí que a bancada de 12 senadores do PT é considerada fundamental.
Embora Lula tenha dito que não mais atuará pessoalmente junto à bancada petista, durante toda a segunda-feira houve mobilização de setores do Planalto e do comando do PT para tentar afinar o discurso dos senadores. A tendência é que, na reunião desta terça-feira, a bancada mantenha a posição de pedir a licença do presidente do Senado. Oito dos 12 votos petistas apoiam essa tese.
Estava previsto para segunda-feira um jantar entre senadores do PT e do PMDB, convocado pelo ministro das Relações Institucionais, José Múcio. Foram convidados os líderes do PT, Aloizio Mercadante (SP); do PMDB, Renan Calheiros (AL); do PTB, Gim Argello (DF); e a líder do governo no Congresso, Ideli Salvati (PT-SC). Ao mesmo tempo, na cúpula do PT e no Planalto, há preocupação de não expor mais o partido. PT vai insistir no afastamento temporário
Mercadante confirmou reunião da bancada, nesta terça, com o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP). Mesmo assim, os senadores Flávio Arns (PT-SC) e Eduardo Suplicy (PT-SP) defenderam o afastamento de Sarney em plenário.
- A bancada do partido havia decidido pelo afastamento do presidente Sarney, mas há uma tentativa repetida de jogar a bancada do Senado contra a opinião pública, dizendo que ela é dúbia. Não existe essa palavra: enquadramento - disse Arns.
- Seria positivo o presidente Sarney se afastar por um período que ele considerar adequado para realizar sua defesa - disse Suplicy.
Os petistas insistirão no afastamento temporário, mas não falarão em renúncia. Na bancada, estão fechados com o Planalto Delcídio Amaral (MS), João Pedro (AM), Serys Slhessarenko (MT) e Ideli. Ao responder à pergunta sobre a crise, Mercadante afirmou:
- O momento é de construir uma agenda positiva para o país.
A estratégia do PMDB foi confirmada na noite de domingo, quando Sarney recebeu em casa o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que será o responsável por sua defesa no Conselho de Ética. Sarney ficou otimista com o que ouviu.
- Do ponto de vista jurídico, a situação do senador Sarney é tranquila. As representações contra ele são tecnicamente frágil - disse o advogado.
Depois de passar boa parte do dia em seu gabinete, de onde assistiu ao embate no plenário, Sarney saiu à noite reafirmando que estava "muito tranquilo". Mas integrantes da Executiva do PMDB já admitem um desgaste irreversível.
(Foto: Renan Calheiros e Sarney)
E os R$ 303 milhões ?

O Ministério Público estadual de São Paulo protocolou nesta segunda-feira na Justiça uma ação civil pública pedindo que a família do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) devolva R$ 303 milhões aos cofres públicos. A quantia teria sido desviada de grandes obras - como o Túnel Ayrton Senna e a Avenida Água Espraiada - quando Maluf era prefeito do São Paulo. O dinheiro teria sido enviado para o exterior e boa parte dele voltou ao país por meio de compra de ações da Eucatex, empresa da família Maluf.
Segundo os promotores Sílvio Marques e Saad Mazloum, as construtoras responsáveis pelas obras na gestão de Maluf (92-96) forjaram terceirizações de serviços para empresas de fachada a fim de justificar a saída dos recursos. Por meio de doleiros, es$quantia era mandada para contas secretas no exterior.
As contas estavam em nomes de offshores (empresas constituídas em paraísos fiscais) e controladas por parentes do ex-prefeito. Também são alvo da ação os quatro filhos de Maluf (Flávio, Lígia, Lina e Otávio), a sua ex-nora (Jacquelline Coutinho Torres), três empresas com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, o administrador das offshores (o jordaniano Han Bin Al Kalouti) e a Eucatex.
A assessoria de Maluf disse que ele não tem nem nunca teve dinheiro fora do Brasil, e que o aumento de capital da Eucatex é legal e foi aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Segundo os promotores Sílvio Marques e Saad Mazloum, as construtoras responsáveis pelas obras na gestão de Maluf (92-96) forjaram terceirizações de serviços para empresas de fachada a fim de justificar a saída dos recursos. Por meio de doleiros, es$quantia era mandada para contas secretas no exterior.
As contas estavam em nomes de offshores (empresas constituídas em paraísos fiscais) e controladas por parentes do ex-prefeito. Também são alvo da ação os quatro filhos de Maluf (Flávio, Lígia, Lina e Otávio), a sua ex-nora (Jacquelline Coutinho Torres), três empresas com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, o administrador das offshores (o jordaniano Han Bin Al Kalouti) e a Eucatex.
A assessoria de Maluf disse que ele não tem nem nunca teve dinheiro fora do Brasil, e que o aumento de capital da Eucatex é legal e foi aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Os Chavistas...

Pelo menos 35 pessoas armadas invadiram a a sede da emissora de TV venezuelana Globovisión, em Caracas, no início da tarde desta segunda-feira. Os invasores conseguiram entrar no edifício após ameaçarem os seguranças e lançaram bombas de gás lacrimogêneo no local, segundo uma diretora do canal María Fernanda Flores. Uma policial e um vigilante ficaram feridos.
A Globovisión tem uma postura crítica em relação ao presidente Hugo Chávez. Nos últimos meses, a rede foi processada várias vezes e corre inclusive o risco de ser fechada. Seu presidente, Guillermo Zuloaga Núñez, foi indiciado por manter ilegalmente em sua residência 24 veículos. As informações são da agência Ansa.
Embora as autoridades da capital venezuelana já tenham condenado o violento episódio desta segunda-feira, a direção do canal atribuiu a Chávez a responsabilidade pelo ocorrido.
- Responsabilizamos o presidente e iremos até as últimas consequências. Este já não é um atentado contra a liberdade de expressão, mas contra a vida das pessoas que estavam trabalhando - disse o diretor-geral da emissora, Alberto Federico Ravell.
O ministro do Interior e da Justiça, Tareck Al Aissami, lamentou o ataque e prometeu dar início às investigações.
- Quem estiver envolvido, seja quem for, deverá ser levado à Justiça. Não aceitamos que a violência seja o instrumento usado para resolver nossas diferenças - ponderou.
Após o ataque, a Globovisión veiculou imagens nas quais é possível ver pessoas usando boinas vermelhas e com bandeiras do partido Unidade Popular Venezuelana (UPV), aliado de Chávez.
Os debates sobre liberdade de expressão ganharam força no país na semana passada, depois que o governo ordenou o fechamento de 34 emissoras que estariam operando sob condições irregulares. Além disso, também repercutiu a chamada "lei contra delitos midiáticos", que deve ser votada pelo Congresso.
A medida, apresentada pela procuradora-geral, Luisa Ortega Díaz, prevê penas de até seis anos de prisão para profissionais que divulgarem informações que atentem contra a ordem e a "saúde mental" dos venezuelanos.
A Globovisión tem uma postura crítica em relação ao presidente Hugo Chávez. Nos últimos meses, a rede foi processada várias vezes e corre inclusive o risco de ser fechada. Seu presidente, Guillermo Zuloaga Núñez, foi indiciado por manter ilegalmente em sua residência 24 veículos. As informações são da agência Ansa.
Embora as autoridades da capital venezuelana já tenham condenado o violento episódio desta segunda-feira, a direção do canal atribuiu a Chávez a responsabilidade pelo ocorrido.
- Responsabilizamos o presidente e iremos até as últimas consequências. Este já não é um atentado contra a liberdade de expressão, mas contra a vida das pessoas que estavam trabalhando - disse o diretor-geral da emissora, Alberto Federico Ravell.
O ministro do Interior e da Justiça, Tareck Al Aissami, lamentou o ataque e prometeu dar início às investigações.
- Quem estiver envolvido, seja quem for, deverá ser levado à Justiça. Não aceitamos que a violência seja o instrumento usado para resolver nossas diferenças - ponderou.
Após o ataque, a Globovisión veiculou imagens nas quais é possível ver pessoas usando boinas vermelhas e com bandeiras do partido Unidade Popular Venezuelana (UPV), aliado de Chávez.
Os debates sobre liberdade de expressão ganharam força no país na semana passada, depois que o governo ordenou o fechamento de 34 emissoras que estariam operando sob condições irregulares. Além disso, também repercutiu a chamada "lei contra delitos midiáticos", que deve ser votada pelo Congresso.
A medida, apresentada pela procuradora-geral, Luisa Ortega Díaz, prevê penas de até seis anos de prisão para profissionais que divulgarem informações que atentem contra a ordem e a "saúde mental" dos venezuelanos.
Felipe Massa e o PT
”Por causa da notícia da recuperação do Felipe (ele está enxergando com os dois olhos e respondendo em 3 línguas) o pessoal do PT está pensando em atirar uma mola na cabeça do Lula!!!”
Sarney e o Senado - Hugo Hamann
Causam estranheza os atuais arroubos de ética e probidade do senador Mercadante, líder do PT, com relação a Sarney como presidente do Senado. Quando Sarney ocupou o mesmo cargo, no primeiro governo Lula, Mercadante fez ouvidos de mercador às conhecidas falcatruas do "poderoso chefão" do Maranhão, conveniente aliado na ocasião. Mudou o senador Sarney ou mudaram os moralistas de plantão do PT ?
A Palavra do Dia: Carrasco
Em nota publicada no início de agosto em seu portal na internet, logo após sua demissão pela escuderia em que corria na Fórmula 1, o piloto Nélson Ângelo Piquet escreveu, referindo-se a seu chefe na equipe: “Um manager deve encorajar, apoiar e fornecer oportunidades. No meu caso foi o contrário, Flávio Briatore foi o meu carrasco"
A palavra “carrasco” é um substantivo masculino que, no texto acima, foi utilizada no sentido figurado, para designar uma pessoa malvada, cruel. A origem do termo vem do nome de Belchior Nunes Carrasco, que teria desempenhado a função de executor de penas de morte em Lisboa por volta do século XV.
Definição do “iDicionário Aulete”: substantivo masculino.
1. Aquele que executa a pena de morte; ALGOZ; VERDUGO
2. Fig. Indivíduo cruel e desumano: "(...) o pai desnaturado, carrasco da família antes de sê-lo da sociedade e de si próprio." (Franklin Távora, O cabeleira))
3. Pop. Aquele que é dado a disciplinar, a impor regras e condutas, e a punir a indisciplina de forma enérgica, tirânica e rude[Formação: Do antr. (Belchior Nunes) Carrasco, algoz que teria vivido em Lisboa por volta do séc. XV.]
A palavra “carrasco” é um substantivo masculino que, no texto acima, foi utilizada no sentido figurado, para designar uma pessoa malvada, cruel. A origem do termo vem do nome de Belchior Nunes Carrasco, que teria desempenhado a função de executor de penas de morte em Lisboa por volta do século XV.
Definição do “iDicionário Aulete”: substantivo masculino.
1. Aquele que executa a pena de morte; ALGOZ; VERDUGO
2. Fig. Indivíduo cruel e desumano: "(...) o pai desnaturado, carrasco da família antes de sê-lo da sociedade e de si próprio." (Franklin Távora, O cabeleira))
3. Pop. Aquele que é dado a disciplinar, a impor regras e condutas, e a punir a indisciplina de forma enérgica, tirânica e rude[Formação: Do antr. (Belchior Nunes) Carrasco, algoz que teria vivido em Lisboa por volta do séc. XV.]
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "No Mais - Ancelmo Gois":
Antônio Fernando Esteves:
Os imbecis são assim.
Sobre a matéria "Maratona":
Alberto del Castillo:
A grande decepção de Kristin ao descobrir que seu marido não havia casado em busca de sua mente brilhante, tinha que dar em separação
Antônio Fernando Esteves:
Vai é faltar grana
Sobre a matéria "O Melhor Camera Man - Vídeo":
Alberto del Castillo:
Aproveitando o intervalo, informo que a Heinekken substituiu a Brahma no tradicional Bar Luiz da Rua da Carioca. Fui verificar e posso garantir que o Bar está tão bom como sempre.
Sobre a matéria "O Genial Chico Caruso":
Alberto del Castillo:
A verdade é tão delicada que as vezes toma a forma de poesia.
Sobre a matéria "No Mais - Ancelmo Gois":
Alberto del Castillo:
O Bolsa Família é um processo que deve ser acompanhado com atenção pois se seus acertos são revolucionários, seus erros devem ser eliminados.
Sobre a matéria "Nova Lei de Adoção: Lula Defende o Congresso":
Alberto del Castillo:
A burocracia do processo deveria ser reduzida há muito tempo.Infelizmente novos cuidados devem ser tomadas em função do crescimento do negócio internacional de comercialização infantil. Simplificar sim, descuidar não.
Sobre a matéria "A Palavra do Dia: Influenza":
Alberto del Castillo:
Pela sua definição vemos que a influenza teria que ser feminina.
Antônio Fernando Esteves:
Os imbecis são assim.
Sobre a matéria "Maratona":
Alberto del Castillo:
A grande decepção de Kristin ao descobrir que seu marido não havia casado em busca de sua mente brilhante, tinha que dar em separação
Antônio Fernando Esteves:
Vai é faltar grana
Sobre a matéria "O Melhor Camera Man - Vídeo":
Alberto del Castillo:
Aproveitando o intervalo, informo que a Heinekken substituiu a Brahma no tradicional Bar Luiz da Rua da Carioca. Fui verificar e posso garantir que o Bar está tão bom como sempre.
Sobre a matéria "O Genial Chico Caruso":
Alberto del Castillo:
A verdade é tão delicada que as vezes toma a forma de poesia.
Sobre a matéria "No Mais - Ancelmo Gois":
Alberto del Castillo:
O Bolsa Família é um processo que deve ser acompanhado com atenção pois se seus acertos são revolucionários, seus erros devem ser eliminados.
Sobre a matéria "Nova Lei de Adoção: Lula Defende o Congresso":
Alberto del Castillo:
A burocracia do processo deveria ser reduzida há muito tempo.Infelizmente novos cuidados devem ser tomadas em função do crescimento do negócio internacional de comercialização infantil. Simplificar sim, descuidar não.
Sobre a matéria "A Palavra do Dia: Influenza":
Alberto del Castillo:
Pela sua definição vemos que a influenza teria que ser feminina.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Nova Lei de Adoção: Lula Defende o Congresso

Na volta dos trabalhos legislativos, marcada pelo agravamento da crise no Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o Congresso Nacional. Ao sancionar a nova Lei da Adoção, nesta segunda-feira, Lula disse que o Congresso faz mais "coisas boas do que más"
- (A lei) É uma dádiva para o Brasil. Isto aqui também mostra que todas as críticas que se faz ao Congresso Nacional todo santo dia ... Eu digo sempre que, se colocar numa balança as coisas boas e as coisas más que foram feitas pelo Congresso, as coisas boas são infinitamente superiores, mas muitas vezes as coisas boas não têm o destaque que a gente gostaria que tivesse - afirmou Lula.
Participavam do ato, além de ministros e magistrados, deputados e senadores, entre eles, o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), que defende o afastamento de Sarney da presidência do Senado. Mais tarde, ao responder à pergunta sobre a crise do Senado, Mercadante afirmou:
- O momento é de construir uma agenda positiva para o país. Lei amplia conceito de família e desburocratiza processo de adoção
A lei sancionada pelo presidente aprimora as regras para a adoção no país, a partir de ações para prevenir o afastamento das crianças e adolescentes do convívio familiar e comunitário, desburocratizar o processo de adoção, mantendo os cuidados necessários para a proteção integral à criança e ao adolescente e evitar o prolongamento de sua permanência em abrigos.
- A legislação garante às crianças e aos adolescentes o direito à convivência familiar e comunitária. Uma legislação que inova ao ampliar o conceito de família - disse Lula.
O presidente citou seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, que acaba de adotar duas meninas de 4 e 6 anos. Gilberto tem três filhos do primeiro casamento, entre 29 e 24 anos.
- Agora ela vai saber o quanto é duro ser pai de duas crianças em idade de peraltice. O bichinho até está chegando atrasado de manhã e pedindo para sair mais cedo à noite - brincou Lula.
Participavam do ato, além de ministros e magistrados, deputados e senadores, entre eles, o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), que defende o afastamento de Sarney da presidência do Senado. Mais tarde, ao responder à pergunta sobre a crise do Senado, Mercadante afirmou:
- O momento é de construir uma agenda positiva para o país. Lei amplia conceito de família e desburocratiza processo de adoção
A lei sancionada pelo presidente aprimora as regras para a adoção no país, a partir de ações para prevenir o afastamento das crianças e adolescentes do convívio familiar e comunitário, desburocratizar o processo de adoção, mantendo os cuidados necessários para a proteção integral à criança e ao adolescente e evitar o prolongamento de sua permanência em abrigos.
- A legislação garante às crianças e aos adolescentes o direito à convivência familiar e comunitária. Uma legislação que inova ao ampliar o conceito de família - disse Lula.
O presidente citou seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, que acaba de adotar duas meninas de 4 e 6 anos. Gilberto tem três filhos do primeiro casamento, entre 29 e 24 anos.
- Agora ela vai saber o quanto é duro ser pai de duas crianças em idade de peraltice. O bichinho até está chegando atrasado de manhã e pedindo para sair mais cedo à noite - brincou Lula.
A Palavra do Dia: Influenza
O Ministério da Saúde informou que na quinta-feira, 30 de julho, começou a entregar aos estados o primeiro lote produzido no Brasil do fosfato de osetalmivir, usado no tratamento da influenza A (H1N1). O medicamento foi fabricado pelo laboratório Farmanguinhos, da Fiocruz, no Rio de Janeiro
A palavra “influenza” é um substantivo feminino que tem sua origem no italiano 'influenza', e tem o mesmo significado de “gripe”.
Definição do “iDicionário Aulete”:(in.flu:en.za) substantivo feminino.
1. Med. Doença infecciosa aguda de origem viral que ataca as vias respiratórias e que ocorre ger. em epidemias ou pandemias; GRIPE[F.: Do it. influenza.]
A palavra “influenza” é um substantivo feminino que tem sua origem no italiano 'influenza', e tem o mesmo significado de “gripe”.
Definição do “iDicionário Aulete”:(in.flu:en.za) substantivo feminino.
1. Med. Doença infecciosa aguda de origem viral que ataca as vias respiratórias e que ocorre ger. em epidemias ou pandemias; GRIPE[F.: Do it. influenza.]
Maratona

Quando Kristin, de 24 anos, casou-se com Joe Hardy, de 85, ela não imaginou que estaria perto de iniciar uma verdadeira maratona. Na alcova. Sim, caro leitor, o octagenário é uma máquina azul de sexo. Depois de 3 meses de casamento, Kristin não suportou tanto apetite sexual movido a Viagra e resolveu se separar... "Ele queria sexo quase o tempo todo, e eu não sou esse tipo de garota", contou Kristin, segundo o "Mirror". Kristin contou que Joe, um bilionário americano, costumava pedir coisas com as quais ela não estava acostumada e exigia que ela desfilasse de lingerie pela mansão do casal. "Joe ficava muito frustrado por eu dizer não a ele. Eu não acreditava que ele estivesse me pedindo aquilo. Esta não é a forma como os casais se comportam", reclamou a moçoila.
Joe e Kristin se conheceram em 2007 quando ela trabalhava como manicure em um luxuoso hotel em Farmington, no estado americano da Pensilvânia, de propriedade do bilionário. Àquele tempo, a jovem ganhava por mês o equivalente a cerca de 2.200 reais. Joe ficou encantado com a funcionária, dando-lhe uma gorjeta de 200 reais pelas unhas bem feitas. Pouco depois, o golpe fatal: de presente, um Porsche no valor de 180 mil. Acabaram no altar.Um típico "self-made-man", Joe acumulou fortuna e ganhou fama de excêntrico. Ele chegou a contratar Christina Aguilera para cantar para ele no aniversário de 84 anos. O bilionário tem grande queda por louras. "Embora eu fosse 60 anos mais nova que ele, verdade seja dita: foi muito duro continuar", contou Kristin, que já está com um novo par - um rapaz de 28 anos.
Será que vai faltar candidata para saciar a furor sexual do velho Joe?
Joe e Kristin se conheceram em 2007 quando ela trabalhava como manicure em um luxuoso hotel em Farmington, no estado americano da Pensilvânia, de propriedade do bilionário. Àquele tempo, a jovem ganhava por mês o equivalente a cerca de 2.200 reais. Joe ficou encantado com a funcionária, dando-lhe uma gorjeta de 200 reais pelas unhas bem feitas. Pouco depois, o golpe fatal: de presente, um Porsche no valor de 180 mil. Acabaram no altar.Um típico "self-made-man", Joe acumulou fortuna e ganhou fama de excêntrico. Ele chegou a contratar Christina Aguilera para cantar para ele no aniversário de 84 anos. O bilionário tem grande queda por louras. "Embora eu fosse 60 anos mais nova que ele, verdade seja dita: foi muito duro continuar", contou Kristin, que já está com um novo par - um rapaz de 28 anos.
Será que vai faltar candidata para saciar a furor sexual do velho Joe?
No Mais - Ancelmo Gois
O Bolsa Família é sucesso de público e crítica. Especialistas independentes e até gente da oposição o aplaudem. Mas chamar de "imbecis" seus críticos é baixar o nível do debate.
O estado de campanha permanente tem esses problemas. Lula fala mais do que deveria. Com todo o respeito.
(O Globo,03/08)
O estado de campanha permanente tem esses problemas. Lula fala mais do que deveria. Com todo o respeito.
(O Globo,03/08)
Cartas ao Ivanildo
Sobre a matéria "Lula na Paraíba":
Antônio Fernando Esteves:
Essa nomeação do namorado na neta não faz nem arranhão nos demais motivos para afastamento.
Sobre a matéria "Pacote Habitacional do Governo: Caminho para a Cri...":
F. Celeti
Gostam de liberdade: www.libertarios.com.br
Antônio Fernando Esteves:
Essa nomeação do namorado na neta não faz nem arranhão nos demais motivos para afastamento.
Sobre a matéria "Pacote Habitacional do Governo: Caminho para a Cri...":
F. Celeti
Gostam de liberdade: www.libertarios.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)

